Aproveite o feriado de Corpus Christi - de 23 a 26/Junho
O Pacote inclui:
- 3 noites de hospedagem no Hotel Grande Hotel Serra Negra
- Pensão completa
- Transporte exclusivo Santos / Serra Negra / Santos
- Festa Junina
- Seguro viajem
- Guia Embratur
- Transfer de 2 em 2 horas ao centro da cidade (passeio opcional gratuito)
- Jantares dançantes
- Recreação com monitores
- Crianças até 4 anos - hospedagem grátis
- Área de lazer no hotel
Tudo isso por apenas 5 x R$ 150,00.
Consulte-nos também no site www.vivaparis.com.br.
sexta-feira, 15 de abril de 2011
domingo, 3 de abril de 2011
VIVA PARIS - SHOW DO U2.
A Viva Paris leva você e seus amigos ao show do U2 em São Paulo.
Você não precisa se preocupar com estacionamento, combustível e pedágio.
Tudo isso por apenas R$ 35,00
Reserve já o seu lugar no site www.vivaparis.com.br(contato).
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terça-feira, 29 de março de 2011
ROCK IN RIO com a Viva Paris Turismo
A VIVA PARIS Turismo e Viagens estará levando você e seus amigos para uma grande viagem através dos shows a serem apresentados no Rock in Rio/2011.
Ingressos garantidos só até dia 03/04/2011, com pagamento de 50% = R$150,00
Antecipe sua reserva já!
Através do site www.vivaparis.com.br
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segunda-feira, 7 de março de 2011
Conheça Bombinhas Litoral de Santa Catarina
Pequenina e aconchegante, Bombinhas é a mais nova queridinha do litoral de Santa Catarina. Cheia de belíssimas praias, o lugar atrai milhares de turistas todos os anos, com excelentes opções em hospedagens, restaurantes e outros atrativos. Na alta temporada as areias ficam tomadas e o que mais se vê nas mesinhas oferecidas por quiosques são as suculentas porções de camarão, ao bafo ou alho e óleo, e, o mais interessante, por preços mais do que justos para o tamanho do pedido.
Sem nunca deixar o charme de lado, algumas praias são bem pequenas e recortadas, transmitindo o ar intimista e a grata sensação de tranquilidade. Claro, existem para todos os gostos. Quem prefere o agito certamente se identificará mais com as praias próximas ao centro, onde a quantidade de estabelecimentos é bem maior do que as mais afastadas e a extensão de areia é mais larga, com espaço suficiente para permanecer ali por um dia inteiro. Já os mais aventureiros preferem se dirigir aos extremos da cidade, onde existem trilhas e caminhos para verdadeiros retiros de paz.
Embora seja especialmente procurada por famílias, Bombinhas guarda ótimas condições para a prática de esportes aquáticos, sendo também muito freqüentada por surfistas, velejadores e adeptos das modalidades praticadas no mar. Um público assíduo por aqui é o jovem, que encontra muitas opções para o entretenimento noturno. Bares e casas noturnas abrem suas portas por volta das 22h, com badalação que atravessa a noite.
Outro ponto positivo da cidade é a organização, ideal para receber pessoas vindas de todos os cantos do País e da América do Sul, com ótima infra-estrutura em seus estabelecimentos. Nos últimos anos, a Prefeitura Municipal investiu pesado para controlar todas as atividades comerciais da cidade, permitindo um sossego ainda maior ao turista. Não existem vendedores ambulantes e a segurança é uma das melhores do estado.
Sem nunca deixar o charme de lado, algumas praias são bem pequenas e recortadas, transmitindo o ar intimista e a grata sensação de tranquilidade. Claro, existem para todos os gostos. Quem prefere o agito certamente se identificará mais com as praias próximas ao centro, onde a quantidade de estabelecimentos é bem maior do que as mais afastadas e a extensão de areia é mais larga, com espaço suficiente para permanecer ali por um dia inteiro. Já os mais aventureiros preferem se dirigir aos extremos da cidade, onde existem trilhas e caminhos para verdadeiros retiros de paz.
Embora seja especialmente procurada por famílias, Bombinhas guarda ótimas condições para a prática de esportes aquáticos, sendo também muito freqüentada por surfistas, velejadores e adeptos das modalidades praticadas no mar. Um público assíduo por aqui é o jovem, que encontra muitas opções para o entretenimento noturno. Bares e casas noturnas abrem suas portas por volta das 22h, com badalação que atravessa a noite.
Outro ponto positivo da cidade é a organização, ideal para receber pessoas vindas de todos os cantos do País e da América do Sul, com ótima infra-estrutura em seus estabelecimentos. Nos últimos anos, a Prefeitura Municipal investiu pesado para controlar todas as atividades comerciais da cidade, permitindo um sossego ainda maior ao turista. Não existem vendedores ambulantes e a segurança é uma das melhores do estado.
quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011
A beleza e a diversidade de Maceió
Considerada uma das orlas urbanas mais bonitas do Brasil, a capital alagoana, além de belíssimas praias, tem atrações para todos os gostos
Pouco movimentada, a Praia de Garça Torta fica em uma vila de pescadores
Em meio a um ambiente totalmente litorâneo, onde águas doces das lagoas encontram o mar tranquilo e cristalino, surge Maceió, a capital do estado de Alagoas. Com clima tropical, a cidade se destaca por suas piscinas naturais, imensas faixas de coqueiros e exuberante costa de corais. Cenário cinematográfico que encanta seus visitantes.
A praia de Ponta Verde é uma das mais badalada e movimentadas de Maceió
Conhecida como o paraíso das águas, a lendária Maceió – chamada pelos índios tupis inicialmente de “Maça yó” ou “Maçai-o-k”, que significa “O que tapa o Alagadiço” – possui quase 40 quilômetros de praias paradisíacas de águas mornas com tonalidades que vão do azul ao verde, dependendo da posição do sol e da maré.
Capital alagoana tem uma das orlas urbanas mais bonitas do Brasil
Apesar de ter uma das orlas urbana mais bonita do Brasil, não é somente a parte litorânea da capital alagoana que atrai turistas. Com uma ótima infraestrutura, Maceió também oferece aos visitantes, bons hotéis, um cardápio variado em gastronomia e costumes. Atrativos estes que justificam o grande número de turistas: um milhão e 115 mil visitantes desembarcaram no aeroporto da capital, só no ano passado.
Pouco movimentada, a Praia de Garça Torta fica em uma vila de pescadores
Em meio a um ambiente totalmente litorâneo, onde águas doces das lagoas encontram o mar tranquilo e cristalino, surge Maceió, a capital do estado de Alagoas. Com clima tropical, a cidade se destaca por suas piscinas naturais, imensas faixas de coqueiros e exuberante costa de corais. Cenário cinematográfico que encanta seus visitantes.
A praia de Ponta Verde é uma das mais badalada e movimentadas de Maceió
Conhecida como o paraíso das águas, a lendária Maceió – chamada pelos índios tupis inicialmente de “Maça yó” ou “Maçai-o-k”, que significa “O que tapa o Alagadiço” – possui quase 40 quilômetros de praias paradisíacas de águas mornas com tonalidades que vão do azul ao verde, dependendo da posição do sol e da maré.
Capital alagoana tem uma das orlas urbanas mais bonitas do Brasil
Apesar de ter uma das orlas urbana mais bonita do Brasil, não é somente a parte litorânea da capital alagoana que atrai turistas. Com uma ótima infraestrutura, Maceió também oferece aos visitantes, bons hotéis, um cardápio variado em gastronomia e costumes. Atrativos estes que justificam o grande número de turistas: um milhão e 115 mil visitantes desembarcaram no aeroporto da capital, só no ano passado.
sexta-feira, 28 de janeiro de 2011
Fim de semana em Nova York por US$ 100,00?
Conhecida como uma cidade cara, é possível se divertir em Nova York gastando pouco
Quanto dinheiro você precisa para passar um final de semana em Nova York, incluindo teatro, museus, cinema experimental, jantares em restaurantes todas as noites e, de quebra, algumas cervejas? Acha US$100 uma quantia razoável?
Talvez não, mas você deveria experimentar. Manhattan até pode parecer o lugar mais caro dos Estados Unidos – é fácil fazer US$10.000 desaparecerem em um único fim de semana – mas, pode também ser uma cidade barata. Mesmo com apenas US$100, é possível se divertir sem entrar no vermelho.
Foi exatamente isso o que eu fiz algumas semanas atrás, imaginando um orçamento e um itinerário que recomendaria a um amigo meio sem grana que aparecesse para dormir no sofá de casa, em sua primeira visita a Nova York.
O orçamento: US$40 para alimentação, US$30 para cultura, US$20 para o metrô e US$10 para as bebidas. O resultado foi um final de semana exaustivo e estimulante que misturou pontos turísticos clássicos a lugares insólitos. Tudo o que você vai precisar é de hospedagem gratuita (caso não tenha amigos na cidade, o site Couchsurfing pode ser uma opção) e uma boa dose de energia.
SEXTA À NOITE
Inclua o famoso Museu Guggenheim no seu itinerário
O plano: dobradinha de pizza e teatro, seguida de uma cervejinha. Cem dólares não dariam nem para entrar em um espetáculo da Broadway, mas, em muitas noites aos finais de semana, a cena teatral da cidade oferece várias opções a menos de US$20.
Procurando nos jornais e revistas descobri que o Public Theater tinha em cartaz a peça “Measure for Measure”, de William Shakespeare, na Judson Memorial Church (Greenwich Village), por US$15. Era a primeira produção do programa Mobile Unit, que já tinha apresentado espetáculos em prisões, abrigos de idosos e outros lugares. Sem dúvida, um espetáculo diferente – em um palco redondo e com as luzes acesas –, mas o elenco fez uma boa exibição. A temporada deste espetáculo já terminou, mas ingressos de teatro a preços módicos geralmente podem ser encontrados vasculhando listagens, como eu fiz.
Encontrei o meu jantar pré-teatro no Joe’s, a poucas quadras do Judson, onde comi duas fatias finas e crocantes de pizza por US$5,50. Tomei uma cerveja pós-espetáculo (Sixpoint Righteous Rye Ale) ali por perto, no Bling Tiger Ale House, por US$7,50, gorjeta inclusa.
SÁBADO
Baixe o podcast e faça um passeio a pé pela região do Lower East Side
Escolhi o Lower East Side como meu primeiro destino. O bairro reúne várias características da cidade em um único lugar: diversidade (chineses, latinos), revitalização de um bairro (com coffee shops e boutiques) e história (prédios antigos).
E, é claro, donuts. Uma amiga chilena, Valeria Matínez, acompanhou-me em grande parte do dia. Tomamos café da manhã no Doughnut Plant (que engorda os nova-iorquinos com omeletes e donuts suculentos deste 1994). Dali, seguimos caminhando em um tour guiado pelo excelente podcast do Lower East Side Business Improvement District (A organização oferece tours gratuitos, acompanhados por guias, de abril a novembro).
Nós nos divertimos bastante com nossa “narradora invisível”, enquanto ela falava sobre os detalhes arquitetônicos de prédios de apartamentos incrivelmente ornamentados; contando a história de Sender Jarmulowsky, banqueiro russo cujo nome ainda adorna seu edifício de 12 andares na esquina das ruas Canal e Orchard; e mesmo nos conduzindo à sofisticada coffee shop Roasting Plant.
Donuts e café podem ser deliciados no Doughnut Plant
Enquanto caminhávamos pela Orchard Street com nossos fones de ouvido, percebemos que um chinês estava descarregando caixotes verdes cobertos de um caminhão grafitado. Tinha alguma coisa se movendo dentro dos caixotes: centenas de sapos nojentos, do tamanho de bolinhas de tênis! Depois de nos recuperarmos do susto com os sapos, continuamos nosso tour, que terminou na Katz’s Delicatessen.
Em seguida fomos para a estação de metrô South Ferry, para pegar a Staten Island Ferry, uma balsa gratuita que leva até a Staten Island, oferecendo uma bela vista da Estátua da Liberdade.
Diferentemente do Statue Cruises, embarcação que leva visitantes a Ellis Island e custa US$ 12, a linha pública não oferece muito espaço para ficar de pé do lado de fora e também não para na Estátua da Liberdade. Mas o bom é que não há filas e você pode embarcar 24 horas (a viagem de ida e volta dura cerca de uma hora).
Após desembarcarmos, pegamos o metrô até a Times Square e fomos até o Margon, um restaurante para almoçar no balcão, situado na rua 46, que serve especialidades cubanas. Dividimos um sanduíche cubano (US$6) e costeletas de porco com uma porção gigante de arroz e feijão (US$9) e completamos com duas cervejas Corona para cada um (US$2,50 cada), que estourou meu orçamento de bebidas. O almoço terminou depois das 4 da tarde, quando Valeria e eu partimos para outros programas (menos frugais).
Pegue a balsa pública para ter uma bela vista da Estátua da Liberdade e da cidade de Manhattan
Peguei o metrô para o Museu Guggenheim, onde nas tardes de sábado muita gente aguarda na fila pelo período em que paga-se quanto quiser pelo ingresso, das 5:45 às 7:45. Segundo a atendente que recebeu meus US$5, o pessoal costuma pagar um dólar (US$17 a menos que o preço da entrada).
Embora diversos museus nova-iorquinos tenham essa política do “pague o quanto quiser” (incluindo o Metropolitan e o Museu de História Natural), todo mundo se sente um pouco sem graça de fazer essa opção. Mas, como o Guggenheim anuncia o período temporário deste tipo de entrada, você pode entregar sua nota de US$1 sem nenhum contrangimento.
No museu, centenas de jovens fizeram o tour quase gratuito para ver a exposição “Caos e Classicismo: Arte na França, Itália & Alemanha, de 1918 a 1936”, que mostra o retorno parcial de artistas às formas clássicas depois da Primeira Guerra Mundial.
Depois de comer algo, decidi gastar US$9 dos US$10 restantes do meu orçamento para cultura (e em outra roubada do MetroCard) em qualquer coisa que estivesse em cartaz no Anthology Fim Archives. Fui até lá para ver “Pyramidial”, de Castel, filme que eu mudaria o nome para “Homem Acidentalmente Deixa Ligada Sua Câmera de Vídeo dos Anos 90 de Baixa Qualidade”. Talvez eu não tenha entendido a questão experimental, mas acho que não fui o único. Ou melhor, fui sim. Quando finalmente saí no meio do filme, eu era o último membro restante da plateia de oito pessoas. O programa custou alguns dólares a menos que uma estreia, mas a pechincha não saiu de graça.
DOMINGO
Não deixe de provar o bagel com cream cheese do Grounded
Aquele parecia um dia ideal para explorar a cultura dos cafés contemporâneos de Manhattan e preencher um requisito alimentar de um final de semana nova-iorquino, o bagel com cream cheese. Decidi ir ao Grounded. A casa fica em uma viela, que filtra os pedestres e mantém o público quase só de habitués.
A chuva e a pura inércia me deixaram entalados por lá por deliciosas horas, até eu resolver gastar meus US$5,46 restantes em um almoço no Village, mais especificamente no Streecha, restaurante ucraniano em um subsolo aberto apenas das 10 da manhã às 4 da tarde das sextas, sábados e domingos. Gastei US$5 em uma excelente xícara de borscht, dois pastéis e repolho recheado. O público era basicamente formado por mulheres grisalhas batendo papo em ucraniano, mas tinha também um grupo de forasteiros que pareciam agradar as mulheres.
Certamente eu não era o único homem desacompanhado a escutar de um grupo de ucranianas septuagenárias que elas poderiam me arrumar uma “boa moça ucraniana” para casar. “Excelente!”, disse eu. “Quem de vocês está disponível?” Suspeito que, pela resposta rápida de uma das senhoras, elas também já tinham ouvido isso antes: “Ah, não! Somos jovens demais pra você!”.
“E talvez também ricas demais”, eu pensei. Eu tinha apenas 46 centavos de sobra no bolso.
* Tradução: Claudia Batista Arantes
› Você tem mais informações? Envie para Minha Notícia, o site de jornalismo colaborativo do iG
Quanto dinheiro você precisa para passar um final de semana em Nova York, incluindo teatro, museus, cinema experimental, jantares em restaurantes todas as noites e, de quebra, algumas cervejas? Acha US$100 uma quantia razoável?
Talvez não, mas você deveria experimentar. Manhattan até pode parecer o lugar mais caro dos Estados Unidos – é fácil fazer US$10.000 desaparecerem em um único fim de semana – mas, pode também ser uma cidade barata. Mesmo com apenas US$100, é possível se divertir sem entrar no vermelho.
Foi exatamente isso o que eu fiz algumas semanas atrás, imaginando um orçamento e um itinerário que recomendaria a um amigo meio sem grana que aparecesse para dormir no sofá de casa, em sua primeira visita a Nova York.
O orçamento: US$40 para alimentação, US$30 para cultura, US$20 para o metrô e US$10 para as bebidas. O resultado foi um final de semana exaustivo e estimulante que misturou pontos turísticos clássicos a lugares insólitos. Tudo o que você vai precisar é de hospedagem gratuita (caso não tenha amigos na cidade, o site Couchsurfing pode ser uma opção) e uma boa dose de energia.
SEXTA À NOITE
Inclua o famoso Museu Guggenheim no seu itinerário
O plano: dobradinha de pizza e teatro, seguida de uma cervejinha. Cem dólares não dariam nem para entrar em um espetáculo da Broadway, mas, em muitas noites aos finais de semana, a cena teatral da cidade oferece várias opções a menos de US$20.
Procurando nos jornais e revistas descobri que o Public Theater tinha em cartaz a peça “Measure for Measure”, de William Shakespeare, na Judson Memorial Church (Greenwich Village), por US$15. Era a primeira produção do programa Mobile Unit, que já tinha apresentado espetáculos em prisões, abrigos de idosos e outros lugares. Sem dúvida, um espetáculo diferente – em um palco redondo e com as luzes acesas –, mas o elenco fez uma boa exibição. A temporada deste espetáculo já terminou, mas ingressos de teatro a preços módicos geralmente podem ser encontrados vasculhando listagens, como eu fiz.
Encontrei o meu jantar pré-teatro no Joe’s, a poucas quadras do Judson, onde comi duas fatias finas e crocantes de pizza por US$5,50. Tomei uma cerveja pós-espetáculo (Sixpoint Righteous Rye Ale) ali por perto, no Bling Tiger Ale House, por US$7,50, gorjeta inclusa.
SÁBADO
Baixe o podcast e faça um passeio a pé pela região do Lower East Side
Escolhi o Lower East Side como meu primeiro destino. O bairro reúne várias características da cidade em um único lugar: diversidade (chineses, latinos), revitalização de um bairro (com coffee shops e boutiques) e história (prédios antigos).
E, é claro, donuts. Uma amiga chilena, Valeria Matínez, acompanhou-me em grande parte do dia. Tomamos café da manhã no Doughnut Plant (que engorda os nova-iorquinos com omeletes e donuts suculentos deste 1994). Dali, seguimos caminhando em um tour guiado pelo excelente podcast do Lower East Side Business Improvement District (A organização oferece tours gratuitos, acompanhados por guias, de abril a novembro).
Nós nos divertimos bastante com nossa “narradora invisível”, enquanto ela falava sobre os detalhes arquitetônicos de prédios de apartamentos incrivelmente ornamentados; contando a história de Sender Jarmulowsky, banqueiro russo cujo nome ainda adorna seu edifício de 12 andares na esquina das ruas Canal e Orchard; e mesmo nos conduzindo à sofisticada coffee shop Roasting Plant.
Donuts e café podem ser deliciados no Doughnut Plant
Enquanto caminhávamos pela Orchard Street com nossos fones de ouvido, percebemos que um chinês estava descarregando caixotes verdes cobertos de um caminhão grafitado. Tinha alguma coisa se movendo dentro dos caixotes: centenas de sapos nojentos, do tamanho de bolinhas de tênis! Depois de nos recuperarmos do susto com os sapos, continuamos nosso tour, que terminou na Katz’s Delicatessen.
Em seguida fomos para a estação de metrô South Ferry, para pegar a Staten Island Ferry, uma balsa gratuita que leva até a Staten Island, oferecendo uma bela vista da Estátua da Liberdade.
Diferentemente do Statue Cruises, embarcação que leva visitantes a Ellis Island e custa US$ 12, a linha pública não oferece muito espaço para ficar de pé do lado de fora e também não para na Estátua da Liberdade. Mas o bom é que não há filas e você pode embarcar 24 horas (a viagem de ida e volta dura cerca de uma hora).
Após desembarcarmos, pegamos o metrô até a Times Square e fomos até o Margon, um restaurante para almoçar no balcão, situado na rua 46, que serve especialidades cubanas. Dividimos um sanduíche cubano (US$6) e costeletas de porco com uma porção gigante de arroz e feijão (US$9) e completamos com duas cervejas Corona para cada um (US$2,50 cada), que estourou meu orçamento de bebidas. O almoço terminou depois das 4 da tarde, quando Valeria e eu partimos para outros programas (menos frugais).
Pegue a balsa pública para ter uma bela vista da Estátua da Liberdade e da cidade de Manhattan
Peguei o metrô para o Museu Guggenheim, onde nas tardes de sábado muita gente aguarda na fila pelo período em que paga-se quanto quiser pelo ingresso, das 5:45 às 7:45. Segundo a atendente que recebeu meus US$5, o pessoal costuma pagar um dólar (US$17 a menos que o preço da entrada).
Embora diversos museus nova-iorquinos tenham essa política do “pague o quanto quiser” (incluindo o Metropolitan e o Museu de História Natural), todo mundo se sente um pouco sem graça de fazer essa opção. Mas, como o Guggenheim anuncia o período temporário deste tipo de entrada, você pode entregar sua nota de US$1 sem nenhum contrangimento.
No museu, centenas de jovens fizeram o tour quase gratuito para ver a exposição “Caos e Classicismo: Arte na França, Itália & Alemanha, de 1918 a 1936”, que mostra o retorno parcial de artistas às formas clássicas depois da Primeira Guerra Mundial.
Depois de comer algo, decidi gastar US$9 dos US$10 restantes do meu orçamento para cultura (e em outra roubada do MetroCard) em qualquer coisa que estivesse em cartaz no Anthology Fim Archives. Fui até lá para ver “Pyramidial”, de Castel, filme que eu mudaria o nome para “Homem Acidentalmente Deixa Ligada Sua Câmera de Vídeo dos Anos 90 de Baixa Qualidade”. Talvez eu não tenha entendido a questão experimental, mas acho que não fui o único. Ou melhor, fui sim. Quando finalmente saí no meio do filme, eu era o último membro restante da plateia de oito pessoas. O programa custou alguns dólares a menos que uma estreia, mas a pechincha não saiu de graça.
DOMINGO
Não deixe de provar o bagel com cream cheese do Grounded
Aquele parecia um dia ideal para explorar a cultura dos cafés contemporâneos de Manhattan e preencher um requisito alimentar de um final de semana nova-iorquino, o bagel com cream cheese. Decidi ir ao Grounded. A casa fica em uma viela, que filtra os pedestres e mantém o público quase só de habitués.
A chuva e a pura inércia me deixaram entalados por lá por deliciosas horas, até eu resolver gastar meus US$5,46 restantes em um almoço no Village, mais especificamente no Streecha, restaurante ucraniano em um subsolo aberto apenas das 10 da manhã às 4 da tarde das sextas, sábados e domingos. Gastei US$5 em uma excelente xícara de borscht, dois pastéis e repolho recheado. O público era basicamente formado por mulheres grisalhas batendo papo em ucraniano, mas tinha também um grupo de forasteiros que pareciam agradar as mulheres.
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“E talvez também ricas demais”, eu pensei. Eu tinha apenas 46 centavos de sobra no bolso.
* Tradução: Claudia Batista Arantes
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terça-feira, 4 de janeiro de 2011
Saiba onde fica a terra das Cachoeiras Gigantes!
Mais de 50 cachoeiras, vales e cânions com florestas de araucárias e paisagens que lembram recantos da Europa. Tudo isso e muito mais são encontrados na região de Prudentópolis, no Paraná.
Dizem que elas são mais de cem. Oficialmente relacionadas e com acesso permitido conseguimos contar em torno de cinqüenta. Existem ainda as de difícil acesso e as que estão em áreas particulares e fechadas.
Vamos relacionar as mais importantes porque o roteiro depende muito da disposição de quem vai fazer os passeios. Alguns conseguem visitar 5 ou 6 cachoeiras por dia, mas outros, depois de duas já estarão bastante esgotados.
Procure sair com algum guia ou se informe bem sobre o local a ser visitado. Leve água e um lanche para emergências.
Seguem o nomes das cachoeiras, cachoeira Mlot e São Sebastião e o Ninho do Corvo, local para pratica de tirolesa, rapel e cascading. Seguindo pelo caminho da Linha Vista Alegre, distante 56 quilômetros da cidade, está o Salto São Francisco, sem dúvida o mais bonito da região. É a maior cachoeira do sul do Brasil, onde o Rio São Francisco despenca de uma altura de 196 metros e segue por um cânion margeado de florestas.
No mesmo caminho, ainda no Rio São Francisco, fica a Cachoeira Menor, com 14 metros. Em outro roteiro, saindo da BR-373, o Salto Mandurí e o Salto Barão do Rio Branco, no Rio dos Patos. Nesse rio é possível a prática de rafting.
Se você tiver mais tempo, visite também o Salto São João (84 metros), Salto São Sebastião (120 metros), Salto Jacutinga (85metros), Salto Virgílio (60 metros) e Salto dos Papagaios (100 metros).
Essa é mais uma opção de cachoeiras para os aventureiros em busca do desconhecido
Localização: Prudentópolis localiza-se ao lado da BR-373 entre Ponta Grossa e Guarapuava(com acesso também pela BR-277 ao sul do município), a 203 km do município de Curitiba.
Dizem que elas são mais de cem. Oficialmente relacionadas e com acesso permitido conseguimos contar em torno de cinqüenta. Existem ainda as de difícil acesso e as que estão em áreas particulares e fechadas.
Vamos relacionar as mais importantes porque o roteiro depende muito da disposição de quem vai fazer os passeios. Alguns conseguem visitar 5 ou 6 cachoeiras por dia, mas outros, depois de duas já estarão bastante esgotados.
Procure sair com algum guia ou se informe bem sobre o local a ser visitado. Leve água e um lanche para emergências.
Seguem o nomes das cachoeiras, cachoeira Mlot e São Sebastião e o Ninho do Corvo, local para pratica de tirolesa, rapel e cascading. Seguindo pelo caminho da Linha Vista Alegre, distante 56 quilômetros da cidade, está o Salto São Francisco, sem dúvida o mais bonito da região. É a maior cachoeira do sul do Brasil, onde o Rio São Francisco despenca de uma altura de 196 metros e segue por um cânion margeado de florestas.
No mesmo caminho, ainda no Rio São Francisco, fica a Cachoeira Menor, com 14 metros. Em outro roteiro, saindo da BR-373, o Salto Mandurí e o Salto Barão do Rio Branco, no Rio dos Patos. Nesse rio é possível a prática de rafting.
Se você tiver mais tempo, visite também o Salto São João (84 metros), Salto São Sebastião (120 metros), Salto Jacutinga (85metros), Salto Virgílio (60 metros) e Salto dos Papagaios (100 metros).
Essa é mais uma opção de cachoeiras para os aventureiros em busca do desconhecido
Localização: Prudentópolis localiza-se ao lado da BR-373 entre Ponta Grossa e Guarapuava(com acesso também pela BR-277 ao sul do município), a 203 km do município de Curitiba.
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