quarta-feira, 21 de julho de 2010

Veja o que levar na bagagem quando o destino é a neve

Veja o que não pode faltar na bagagem de quem vai praticar esqui ou snowboard

Esquiadores de primeira viagem podem entrar em pânico na hora de arrumar a mala, perturbados por dúvidas como: vou passar muito frio? Tenho que comprar roupas especiais? Que tipo de calçado é necessário? Para solucionar as principais questões, preparamos uma lista de itens obrigatórios na bagagem de quem vai curtir um destino de neve.


Cachecol, luvas, gorro e protetor são alguns dos itens indispensáveis na mala

Filtro solar e protetor labial
O cenário perfeito para praticar esqui ou snowboard é um dia de sol, que costuma ser forte na Cordilheira dos Andes. Passe filtro solar e protetor labial antes de ir para as pistas e repita a aplicação sempre que necessário.

Óculos de sol
A neve reflete o sol forte da Cordilheira, tornando o uso de óculos escuros fundamental em todos os momentos – até durante uma simples caminhada. Para praticar esqui ou snowboard não é necessário comprar óculos especiais como os usados por profissionais, mas fique atento: se você tem miopia ou astigmatismo, leve lentes de contato ou um óculos de sol com grau. Assim você se protege do sol e enxerga as pistas com clareza.

Tênis ou bota impermeável
Para praticar esportes na neve, você terá de alugar botas especiais. Por outro lado, caminhadas e passeios de raqueta, por exemplo, podem ser feitos com calçados comuns, desde que eles sejam impermeáveis. Solados de borracha são recomendáveis

Blusas, casacos e calças impermeáveis
Apesar de os resorts oferecerem aluguel de roupas esportivas, é mais garantido e econômico levar suas próprias peças, que devem ser impermeáveis. A dica é não comprar itens excessivamente quentes ou pesados, e sim vestir-se em camadas. Isso vai facilitar sua adaptação às constantes variações de temperatura durante a prática esportiva. Vale a pena investir em peças práticas, com muitos bolsos fechados por zíper, onde você poderá carregar objetos como máquina fotográfica e protetor labial.

Cachecol, luva e gorro
Pescoço, mãos e orelhas devem estar protegidos, principalmente na hora de subir a montanha por meio dos teleféricos, quando a parada no esforço físico revela o quão baixa está a temperatura. Luvas apropriadas para praticar esqui são as mais recomendáveis, por serem impermeáveis e mais quentes.

Roupas leves
Apesar do frio lá fora, dentro dos hotéis há forte calefação. Para não passar calor, inclua na mala algumas roupas mais leves.

Roupa de banho
Parece loucura usar biquíni ou sunga em meio à neve, mas as piscinas aquecidas são atrações imperdíveis das estações de esqui. Não perca a chance de conhecê-las.

Adaptador para tomada
No Chile, a voltagem é de 220 voltz e as tomadas possuem três entradas redondas. Para conectar fios de laptops, carregadores de celulares e outros aparelhos eletrônicos que possuam pinos “chatos” é preciso um adaptador. Os resorts emprestam os adaptadores aos hóspedes, mas a procura é grande. Para não correr o risco de ficar na lista de espera, leve um com você.

Kit “altitude”
A mudança de altitude pode causar mal estar, por isso leve os remédios que está acostumado a tomar. Além disso, beba bastante água, já que no clima muito seco da montanha é fácil ficar desidratado. Por fim, use o bom senso e não force a adaptação. Segundo os próprios instrutores de esqui e snowboard, a melhor opção é começar a prática esportiva no segundo dia de viagem, para dar ao corpo a chance de se adaptar ao clima. Assim, reserve o primeiro dia para conhecer o local, passear pela neve, curtir a piscina e descansar.

sábado, 17 de julho de 2010

Conheça Lisboa durante um Fim de Semana

Cheia de um charme elegante, a compacta e aconchegante capital de Portugal é um lugar ideal para explorar num fim de semana no país.

Funicular circula em rua de Lisboa; leia sugestões de passeios em Lisboa para aproveitar num único fim de semana
Brisas amenas que chegam do rio Tejo tornam a caminhada tolerável até no mais quente dos verões; ao mesmo tempo que a luz natural de Lisboa garante inesquecíveis fotos, especialmente no pôr do sol.

Lembre-se que Lisboa é conhecida como a "cidade das sete colinas", as quais são bastante íngremes, e muitas ruas são pavimentadas com paralelepípedos --por isso, escolha seu calçado com cuidado.

Os moradores locais vão ajudá-lo a aproveittar o melhor da cidade:

SEXTA-FEIRA

17h - Comece sua viagem em um dos pontos mais altos da cidade, no topo do parque Eduardo 7º, que oferece uma panorâmica de Lisboa que você quer desvendar, incluindo o antigo castelo de São Jorge e o rio Tejo.

Tome um café no lago do parque, continue nas trilhas que passam por estufas com plantas exóticas e vá até a estátua do marquês de Pompal, que reconstruiu Lisboa depois de um grande terremoto, em 1755.

Pegue a avenida Liberdade cruzando a via pavimentada com pedras branca e pretas ou escolha as calçadas que levam a caras e variadas pâtisseries de onde emana o aroma de doces e cafés.

18h30 - No lado direito do bulevar que encontra a praça Restauradores, vire na Calçada da Glória e pegue os elevadores de Lisboa, que o levará aos jardins de São Pedro de Alcântara e a um pequeno parque de onde se vê uma cachoeira.

19h - Aproveite a vista e a taça de um refrescante e leve vinho verde, acompanhado de bolinho de bacalhau.

19h30 - No alto da rua principal, visite a praça Príncipe Real com uma árvore de cedro centenária, que esconde vários bancos com suas sombras. As estreitas ruazinhas no entorno levam ao Tejo e oferecem um dos mais pitorescos cenários de Lisboa.

20h - Desça até a rua Garett, com suas lojas caras. Visite o café A Brasileira, local já uma vez freqüentado pelo poeta Fernando Pessoa, cuja estátua de bronze está disposta em uma das mesas na calçada.

21h - Jante no pátio aconchegante do café Royale e experimente um prato com polvo e batata ou um bacalhau com vinho branco produzido na região de Ribatejo.

Depois das 22h - Confira a vida noturna do bairro vizinho, o Alto, onde prédios abrigam dúzias de bares com música ao vivo, casas noturnas e lojas de arte moderna.

SÁBADO

9h - Tome seu café da manhã no café Nicola, na praça Rossio, ou na Confeitaria Nacional, na praça da Figueira, no centro neoclássico de Baixa.

10h - Visite a majestosa praça do Comércio, perto do rio Tejo, e suba até o alto do castelo de São Jorge, fazendo uma pequena parada na catedral Se --o sol da manhã atravessa os vitrais e enchem a igreja de linhas góticas com reflexos coloridos.
Peça um drinque refrescante no terraço romântico de Santa Luzia, antes de entrar no castelo medieval. Certifique-se e pegue o caminho das muralhas, onde ocorreram batalhas das Cruzadas contra os mouros. O lugar transpira história e oferece uma ótima visão do rio Tejo e das pontes de Lisboa.

12h - De volta a Santa Luzia, embarque no funicular de número 28 --a veterana composição o levará ao mirante Graça, onde uma taça de vinho pode ser degustada ao som de apresentações de jazz ao vivo, tendo como cenário os telhados vermelhos das casas de Lisboa.

13h - Suba novamente no funicular 28, cruzando a Baixa, e então pegue o 15 que vai de Tejo a Belém, onde as torres do monastério dos Jerônimos exibem todo seu esplendor. O local foi construído nos anos de 1500 como uma casa para orações de marinheiros que chegavam de ou partiam para longas viagens, na época em que Portugal era um dos pioneiros na exploração marítima.

14h - Caminhe pelo rio e prove uma mariscada ou um caranguejo no bar-restaurante Portugalia. Depois do lanche, estique até a torre de Belém --uma das mais elegantes fortificações do mundo.

15h - Nas proximidades do monastério dos Jerônimos, encontre uma loja que venda os tradicionais pastéis de Belém com recheio de creme e prove um com vinho do Porto, e você dificilmente vai resistir a levar mais meia dúzia para casa. Tome o mesmo funicular de volta à Baixa, compre suvernires e procure o Elevador de Santa Justa, com linhas neogóticas e construída por um aprendiz de Gustave Eiffel. O elevador vai levá-lo a uma praça calma, nos arredores das ruínas da igreja do Carmo, para um descanso.

19h - Tome um táxi em direção ao Largo do Chafariz de Dentro, no bairro de Alfama. No Museu do Fado, há um restaurante com a música tradicional tocada ao vivo. Alguns acham que o gênero é lúgubre, mas nem todas as canções são. No restaurante Esquina de Alfama (reserve mesas com antecedência), garçons, lavadores de pratos e maîtres costumam cantar fados --alguns especialistas dizem que são de raiz. Peça um bacalhau grelhado ou favas enquanto estiver lá.

DOMINGO

9h - Tome seu café da manhã na centenária doçaria A Tentadora, popular entre os moradores de Lisboa de todas as idades. Caminhe para a rua Domingos Sequeira, em direção ao parque Estrela, atravessando a estrada a partir de uma bela basílica branca, em estilo barroco, o qual merece uma visita.

11h - Siga abaixo pela Calçada da Estrela até chegar ao suntuoso palácio de São Bento --um antigo monastério que abrigou o parlamento português. Os guardas que ficam perto da entrada permitem que sejam fotografados.

12h - Pegue o funicular 28 para a praça do Comércio, suba até a rua Augusta para a estação de trem Rossio.

13h - Para uma refeição de despedida e no espírito da viagem, faça uma parada perto do Beira Gare, próximo à estação de trem, e peça uma cataplana --um prato com bacalhau, camarões e mariscos-- ou uma bifana, uma das melhores receitas de Lisboa.

domingo, 11 de julho de 2010

Número de turistas Brasileiros é recorde em Buenos Aires

Buenos Aires - "Tiene mais uma sacuela?" Esta frase, uma tentativa de se expressar em "portunhol", pronunciada com o intuito de conseguir um receptáculo adicional para incrementar a capacidade de carga do consumidor, pode ser ouvida com frequência nas lojas portenhas. O estranho idioma é comum principalmente no Centro, Puerto Madero, Recoleta e Palermo -onde o fluxo de turistas brasileiros é cada vez maior.

A tendência é a de um recorde neste ano, segundo o ministro do Turismo da Argentina, Enrique Meyer. Em 2010, o país receberá um milhão de turistas brasileiros. Outrora mais preocupados em atrair europeus e norte-americanos, os argentinos perceberam o filão de trazer os turistas brasileiros, muitos dos quais estão fazendo sua primeira viagem ao exterior.

Os brasileiros vão para Buenos Aires atrás da suculenta carne bovina dos Pampas, dos vinhos das províncias de Mendoza, San Juan e Salta, dos acrobáticos shows de tango ou de passeios pelas europeizadas -embora decadentes- ruas portenhas, com sua arquitetura que recorda Paris. Mas, principalmente, os turistas brasileiros vão atrás dos produtos Made in Argentina com seus preços atrativos. Produtos como casacos de couro e de lã ficam mais em conta pela competitividade da moeda brasileira neste país, ao redor de 35% superior ao peso, comparado com os níveis de 2009, segundo a avaliação do relatório mensal do Observatório Turístico da Cidade de Buenos Aires.

Segundo o Instituto Nacional de Promoção Turística, nos primeiros quatro meses deste ano a Argentina registrou um aumento de 46% no número de visitantes brasileiros em comparação com o mesmo período do ano passado. Além disso, o Instituto indica que os turistas brasileiros são os que mais gastam na Argentina (em média, por dia, US$ 148,90). As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.