Na Serra Gaúcha, Gramado combina o frio e a animação dos festivais periódicos com o jeito pacato de uma cidade do interior. Os vales de verde profundo e o azul das hortênsias compõem um cenário romântico, sob medida para luas-de-mel que também podem se tornar periódicas, como as festas que celebram o cinema, os deliciosos produtos da colônia, o Natal. Gramado se prepara de janeiro a dezembro para receber os turistas.
A cidade tem cerca de 32 mil habitantes e fica distante 115 km de Porto Alegre. Apesar de curta, a viagem desde a capital gaúcha separa temperaturas distintas. O inverno em Gramado é rigoroso, com temperaturas abaixo dos 10ºC, e expectativa de neve. À noite, faz frio em todos os meses do ano. Quem chega acompanhado curte confortos diversos para se aquecer nos hotéis, pousadas e restaurantes: piscinas térmicas privativas, hidromassagem, lareira, fondue, vinho, chocolate quente.
Gramado divide com a vizinha Canela algumas novidades entre as atrações que encantam adultos e crianças. O Gramado Zoo dispõe de instalações modernas que permitem ver onças, pumas e macacos sem grades na frente, além de centenas de aves da fauna brasileira voando em grandes viveiros. Em Canela, o Alpen Park, o parque do trenó, inaugurou um cinema 4-D, anunciado como pioneiro no Brasil, cujos efeitos especiais permitem ao público sentir até a umidade e a ventania do filme na tela em semicírculo. Na estrada de Gramado para Canela, a fábrica Caracol instalou o espaço temático "O Reino do Chocolate".
GRAMADO
O Lago Negro pode ser explorado de pedalinho
Tudo lembra doce no Reino do Chocolate
O Minimundo tem vários minimoradores
CONHECE GRAMADO?
PARQUES DA CIDADE
Parques, aventura e chocolates são diversões para todas as épocas do ano, como o fondue suíço e as mesas fartas de café colonial, outras marcas de Gramado, estas associadas à colonização de imigrantes alemães, italianos e portugueses. Mas existe um pedaço do calendário em que a cidade gaúcha fica diferente de qualquer outra cidade brasileira: o Natal, festejado intensamente ali ao longo de dois meses, de novembro a janeiro.
Já verde por natureza, Gramado se veste de vermelho e dourado. As ruas, as praças, os lagos, as fachadas de lojas e hotéis, todos os cantos dão boas-vindas para Papai Noel e para os visitantes em busca de boas compras. Espetáculos de música, teatro de bonecos e shows de fogos reforçam o clima de contos de fadas, que sobrevive, de alguma forma, o ano inteiro, em espaços como a Aldeia do Papai Noel, um parque temático no centro da cidade. As renas ainda não puxam trenós pelos céus, mas elas estão lá, saltitantes, perfilando-se atrás do cercado coberto de pinheiros. E um senhor de capuz e barbas brancas legítimas também faz plantão diário para as fotos a poucos metros das renas, na Fábrica de Presentes.
Para quem está visitando a cidade pela primeira vez, um passeio de hora e meia na Jardineira das Hortênsias, o city tour oficial, dará a noção das distâncias entre cartões-postais como o Lago Negro e a rua Coberta, um retângulo de lojas e bares que recebe o tapete vermelho e os artistas durante o Festival de Cinema. As caminhadas ajudam a gastar as calorias acumuladas na gastronomia local, mas alguns trajetos são longos, com ladeiras íngremes. A fim de percorrer com calma as atrações, espichar até os belos parques de Canela e ainda conhecer o Vale dos Vinhedos e Aparados da Serra, é melhor alugar um carro. Outras alternativas são a linha de ônibus entre Gramado e Canela, com saídas a cada 20 minutos das respectivas rodoviárias, e os passeios em vans das agências de receptivo.
Arregalando bem os olhos, nota-se que inclusive locomotivas circulam em Gramado, com apito e tudo, e diz a lenda que elas pararam de circular quando os túneis se entupiram de neve no rigoroso inverno de 1994. São os trens em miniatura do Minimundo, um museu especialíssimo, ao ar livre, que reproduz monumentos, castelos e igrejas, a maioria europeus, em escala 24 vezes menor do que o tamanho original.
Se algumas cidades são definidas pelo engenho humano, como é o caso da Brasília de Oscar Niemeyer e de Foz do Iguaçu e sua Itaipu Binacional, Gramado conta com ajuda do Minimundo para se apresentar. A fantasia, o artesanato, a nobreza do trabalho braçal e sobretudo a dor da Europa perdida pelos imigrantes estão estampados no museu inaugurado em 1983. O fundador, o alemão Otto Hoppner, faleceu em 1986, mas os filhos e os netos deram sequência à sua arte, acrescentando ao acervo miniaturas de monumentos brasileiros e argentinos, além de publicações.
Em agosto, o Festival de Cinema movimenta a cidade há quase 40 anos. As TVs locais mostram diretores, atores, atrizes, cinéfilos e tietes desfilando com gorros, cachecóis, casacos de couro e lã no Palácio dos Festivais. O figurino, as discussões estéticas e as premiações injetam glamour na Serra Gaúcha. Em março, é a vez da Festa da Colônia, que se estende por três semanas na Praça das Comunicações, da manhã à noite. Corais italianos, bandas típicas alemãs e danças dos Açores celebram os produtos coloniais da zona rural que preservam a cultura dos imigrantes e movimentam a economia.
Os astros da Festa da Colônia são aquele suco de uva que parece conter o cacho engarrafado, uma cuca macia que combina vinho, banana e coco, os salames e queijos que vão fazer o turista voltar no ano que vem. Na avenida Borges de Medeiros, desfilam carretas decoradas com flores, puxadas por bovinos de pelo escovado, algo assustados com o asfalto, com os aplausos e com as centenas de moradores e visitantes apontando câmeras e celulares.
De avental, uma matriarca de duas gerações de agricultores levanta com orgulho um pão sovado de três quilos. Festas desde tipo também ajudam a lembrar do quanto pode ser dura a vida nas cidades turísticas.
sábado, 29 de maio de 2010
domingo, 23 de maio de 2010
Cicloturismo também é história
Dois municípios em Santa Catarina são palco de belas paisagens, muita cultura, história envolvida no Circuito Vale de Aventuras de Cicloturismo. Ibirama e Presidente Getúlio estão a cerca de 230 quilômetros de Florianópolis e são locais ideais para quem busca uma viagem de cicloturismo confortável e recheada de atrações.
Conheça a cidade de Ibirama
Saiba como preparar a bicicleta para o cicloturismo
É bom ou ruim viajar sozinho de bike?
Cada cidade tem quatro circuitos cada, geralmente na parte rural da região, onde são aproveitadas as longas estradas de terra e as belezas naturais que circundam o local. Todo o percurso é sinalizado e guiado por planilhas, que são entregues logo no início do passeio.
Em Ibirama, o roteiro tem 113 quilômetros e em Presidente Getúlio são 182km; ambas as viagens começam no centro das cidades. Cada cicloturista receberá uma espécie de passaporte no qual serão colados adesivos em locais pré-determinados nas planilhas. Por estarem localizadas em vales, o percurso, além das estradas, terá subidas e descidas por morros, com níveis de dificuldades diferenciados.
Uma volta na história - Ambas cidades passaram por fortes colonizações de alemães, italianos e suiços, e os traços dessa colonização podem ser vistos ao longo da cicloviagem. A cultura européia ainda é muito presente nas famílias que morarm na região rural dos municípios.
Durante o pedal, o turista poderá aproveitar a gastronomia típica, como a Truta, a Tilápia frita com pão caseiro e o Frischtick (lanche) em um restaurante colonial. Entre as opções de hospedagens, hoteis, pousadas e até mesmo camping no pé das serras são ótimas dicas.
Cercada por áreas intocadas da Mata Atlântica, o percurso conta com várias nascentes de águas cristalinas, rios e belas cachoeiras. Além do passeio de bike, o local conta com atividades de aventura, como rapel, rafting, voo livre e trekking.
Conheça a cidade de Ibirama
Saiba como preparar a bicicleta para o cicloturismo
É bom ou ruim viajar sozinho de bike?
Cada cidade tem quatro circuitos cada, geralmente na parte rural da região, onde são aproveitadas as longas estradas de terra e as belezas naturais que circundam o local. Todo o percurso é sinalizado e guiado por planilhas, que são entregues logo no início do passeio.
Em Ibirama, o roteiro tem 113 quilômetros e em Presidente Getúlio são 182km; ambas as viagens começam no centro das cidades. Cada cicloturista receberá uma espécie de passaporte no qual serão colados adesivos em locais pré-determinados nas planilhas. Por estarem localizadas em vales, o percurso, além das estradas, terá subidas e descidas por morros, com níveis de dificuldades diferenciados.
Uma volta na história - Ambas cidades passaram por fortes colonizações de alemães, italianos e suiços, e os traços dessa colonização podem ser vistos ao longo da cicloviagem. A cultura européia ainda é muito presente nas famílias que morarm na região rural dos municípios.
Durante o pedal, o turista poderá aproveitar a gastronomia típica, como a Truta, a Tilápia frita com pão caseiro e o Frischtick (lanche) em um restaurante colonial. Entre as opções de hospedagens, hoteis, pousadas e até mesmo camping no pé das serras são ótimas dicas.
Cercada por áreas intocadas da Mata Atlântica, o percurso conta com várias nascentes de águas cristalinas, rios e belas cachoeiras. Além do passeio de bike, o local conta com atividades de aventura, como rapel, rafting, voo livre e trekking.
sábado, 22 de maio de 2010
Conheça o site que divide aventuras de viagens com amigos
Quem gostaria de dividir aventuras de viagens com os amigos tem no site TravelPod, criado em 1997, uma ferramenta. Ele possibilita, mediante cadastro, montar um blog de viagens, com fotos, vídeos e textos. Atualmente, a rede conecta experiências de viagens de turistas de 194 países.
O sistema oferece, ainda, formas de conectar o blog à sua conta de Twitter, Facebook e Myspace, de exibir as fotos como um slideshow e mapear a origem dos leitores do blog. Outra ferramenta possibilita coletar doações para financiar suas viagens.
Para quem quer obter informações de destinos, é possível buscar blogs de lugares distintos através de um mapa.
Acesse em www.travelpod.com.
O sistema oferece, ainda, formas de conectar o blog à sua conta de Twitter, Facebook e Myspace, de exibir as fotos como um slideshow e mapear a origem dos leitores do blog. Outra ferramenta possibilita coletar doações para financiar suas viagens.
Para quem quer obter informações de destinos, é possível buscar blogs de lugares distintos através de um mapa.
Acesse em www.travelpod.com.
segunda-feira, 10 de maio de 2010
Intercâmbio - uma atividade turística
Uma das formas mais ricas que a atividade turística coloca hoje à disposição dos consumidores é a possibilidade de intercâmbio internacional. Trata-se de uma visão das diferenças que compõem o mundo globalizado e uma melhoria do entendimento de que uma sociedade pode sobreviver, apesar de todas as diferenças.
O intercâmbio permite também um crescimento do individuo, na maneira de conceber sua inserção no mercado de trabalho altamente competitivo, já que vai aprimorar a aprendizagem de um idioma e muitas vezes vivenciar uma grande experiência cultural, que é se hospedar na casa de uma família anfitriã. O fato de conviver com nativos de uma localidade e conhecer seus hábitos, crenças e paradigmas de sobrevivência extremamente diferenciados,o levará a uma qualidade ,tão bem apregoada no Código de Ética Mundial do Turismo,de que o turismo pressupõe uma adaptação a novas padrões culturais.
Temos experiências interessantes como quando estivemos na Inglaterra para uma estadia de sete meses e recebíamos reclamações pela quantidade de banhos que tomávamos ou ainda por uma alegria tão grande, que parecia que o mundo era outro. Lembramos também de nosso curso de inglês em Fort Lauderdale, onde fomos surpreendidos por uma quantidade enorme de coreanos em nossa sala,que ao nos identificar como brasileiros,passaram a buscar palavras de futebol,para conversar conosco.A adaptação levou-nos a uma maturidade nunca imaginada,não só no campo afetivo mas na educação que transmitimos a nossos filhos. Foi uma forma de revitalização da personalidade individual em relação a um mundo tão diferente mas tão parecido em tantas ocasiões econômicas e políticas.
É um investimento muito comum nas famílias européias onde faz parte da vida familiar, pelo menos uma experiência de intercâmbio durante a adolescência. A convivência. por exemplo de franceses e ingleses melhorou muito: imaginem viver num país em que se dirige do lado oposto e come peixe ,batata frita e maionese, que recebe os mestres da culinária mundial, com uma dificuldade muito grande com o idioma inglês.
A forma de participar de tal fluxo foi mudando e hoje, por exemplo, na Europa, os alunos em função do Erasmus cursam disciplinas diferentes que são revalidadas posteriormente em vários países. É de uma riqueza ímpar ver uma sala repleta de franceses, portugueses e italianos estudando na Bélgica. Como inovação ainda, surgiu o Work Experience, onde nos Estados Unidos, estudantes do mundo inteiro trabalham em cassinos, hotéis e empreendimentos temáticos. Finalmente, foi concebido um programa, onde se pode estagiar em empresa da área de formação ou de estudo.
Hoje, o Brasil se limita a enviar estudantes e profissionais, de todas as idades, para o exterior, mas não desenvolvemos ainda com muito afinco, o referido segmento em nosso país. Seria mais uma oportunidade não só para aprender português mas para fazer de tais visitantes, nossos grandes promotores. Devemos confessar que criaria uma forma de inovação em nossa atividade.
Sentimos que o intercâmbio foi levando a novas formas de venda dos produtos como a chamada hospedagem domiciliar e as viagens com experiências culturais, tão bem formatadas na Ásia. O profissional ou o estudante que tiver em seu currículo uma experiência internacional fará a grande diferença na hora da escolha dos empregadores e será um individuo melhor para uma sociedade tão conturbada e com uma miopia grande para as diferenças e o não convencional.
O intercâmbio permite também um crescimento do individuo, na maneira de conceber sua inserção no mercado de trabalho altamente competitivo, já que vai aprimorar a aprendizagem de um idioma e muitas vezes vivenciar uma grande experiência cultural, que é se hospedar na casa de uma família anfitriã. O fato de conviver com nativos de uma localidade e conhecer seus hábitos, crenças e paradigmas de sobrevivência extremamente diferenciados,o levará a uma qualidade ,tão bem apregoada no Código de Ética Mundial do Turismo,de que o turismo pressupõe uma adaptação a novas padrões culturais.
Temos experiências interessantes como quando estivemos na Inglaterra para uma estadia de sete meses e recebíamos reclamações pela quantidade de banhos que tomávamos ou ainda por uma alegria tão grande, que parecia que o mundo era outro. Lembramos também de nosso curso de inglês em Fort Lauderdale, onde fomos surpreendidos por uma quantidade enorme de coreanos em nossa sala,que ao nos identificar como brasileiros,passaram a buscar palavras de futebol,para conversar conosco.A adaptação levou-nos a uma maturidade nunca imaginada,não só no campo afetivo mas na educação que transmitimos a nossos filhos. Foi uma forma de revitalização da personalidade individual em relação a um mundo tão diferente mas tão parecido em tantas ocasiões econômicas e políticas.
É um investimento muito comum nas famílias européias onde faz parte da vida familiar, pelo menos uma experiência de intercâmbio durante a adolescência. A convivência. por exemplo de franceses e ingleses melhorou muito: imaginem viver num país em que se dirige do lado oposto e come peixe ,batata frita e maionese, que recebe os mestres da culinária mundial, com uma dificuldade muito grande com o idioma inglês.
A forma de participar de tal fluxo foi mudando e hoje, por exemplo, na Europa, os alunos em função do Erasmus cursam disciplinas diferentes que são revalidadas posteriormente em vários países. É de uma riqueza ímpar ver uma sala repleta de franceses, portugueses e italianos estudando na Bélgica. Como inovação ainda, surgiu o Work Experience, onde nos Estados Unidos, estudantes do mundo inteiro trabalham em cassinos, hotéis e empreendimentos temáticos. Finalmente, foi concebido um programa, onde se pode estagiar em empresa da área de formação ou de estudo.
Hoje, o Brasil se limita a enviar estudantes e profissionais, de todas as idades, para o exterior, mas não desenvolvemos ainda com muito afinco, o referido segmento em nosso país. Seria mais uma oportunidade não só para aprender português mas para fazer de tais visitantes, nossos grandes promotores. Devemos confessar que criaria uma forma de inovação em nossa atividade.
Sentimos que o intercâmbio foi levando a novas formas de venda dos produtos como a chamada hospedagem domiciliar e as viagens com experiências culturais, tão bem formatadas na Ásia. O profissional ou o estudante que tiver em seu currículo uma experiência internacional fará a grande diferença na hora da escolha dos empregadores e será um individuo melhor para uma sociedade tão conturbada e com uma miopia grande para as diferenças e o não convencional.
domingo, 9 de maio de 2010
Bonito - Opção de turismo na baixa temporada
O município de Bonito (MT), conhecido pelas belezas das águas transparentes, variedade da fauna e pelos esportes de aventura, vê nos meses de maio e junho a baixa temporada. Com preços baixos, empresários da área incentivam a visita e indicam o período como um dos melhores para encarar a aventura e, possivelmente, estender a permanência na região.
Além dos próximos meses, setembro e novembro também é recomendável por conta do período de chuvas. Com preços acessíveis, o turista pode ter opção de visitar outras atrações, dentre elas, passeios de flutuação, mergulho com cilindro, trilhas com cachoeiras, passeio de bote nos rios, arvorismo, rapel, entre outros.
A 290 quilômetros de Campo Grande, a rede hoteleira de Bonito conta com mais de 4 mil leitos em hotéis e pousadas, para o turista aproveitar ao máximo a viagem. O município é referência no ecoturismo, e faz parte da Região Turística da Serra da Boquena.
Além dos próximos meses, setembro e novembro também é recomendável por conta do período de chuvas. Com preços acessíveis, o turista pode ter opção de visitar outras atrações, dentre elas, passeios de flutuação, mergulho com cilindro, trilhas com cachoeiras, passeio de bote nos rios, arvorismo, rapel, entre outros.
A 290 quilômetros de Campo Grande, a rede hoteleira de Bonito conta com mais de 4 mil leitos em hotéis e pousadas, para o turista aproveitar ao máximo a viagem. O município é referência no ecoturismo, e faz parte da Região Turística da Serra da Boquena.
terça-feira, 4 de maio de 2010
Escolha a pista ideal para esquiar
As férias de julho oferecem uma boa oportunidade para esquiar. E quem deseja se aventurar no esporte, não precisa nem ir muito longe para se divertir: Argentina e Chile oferecem estações em que é possível alugar equipamentos, fazer aulas e ainda curtir muita neve. Abaixo, saiba mais sobre seis estações localizadas na América do Sul:
Divulgação
Esportistas no Cerro Catedral, o centro de esqui de Bariloche, na Argentina, um dos destinos mais procurados pelos brasileiros
ARGENTINA
CAVIAHUE
Ao pé do vulcão Copahue e do lago de mesmo nome, a estação fica a 1.500 km de Buenos Aires. Com 1.000 hectares, permite esquiar entre bosques e em pistas marcadas pelos efeitos do vulcão. Uma atração à parte é descer 8 km desde a cratera do vulcão até a base da estação. Caviahue oferece ainda banhos termais.
CERRO CATEDRAL
Visita ideal para quem passeia por Bariloche, a estação fica a 19 km da cidade argentina. Reúne 53 pistas sinalizadas de dificuldades variadas, que atingem até 2.000 m de altura sobre o nível do mar. Seus 600 hectares de superfície oferecem possibilidade de praticar também snowboard e freestyle, com direito a obstáculos. Com esta infraestrutura, Cerro Catedral é palco de competições internacionais.
LAS LEÑAS
Em Malargüe, a 450 km de Mendoza e 1.200 km de Buenos Aires, a estação oferece 230 hectares de superfície para o esqui, ideais especialmente para principiantes e praticantes de nível intermediário. Os esportistas mais avançados podem aproveitar o esqui fora de pista. Com 28 pistas que chegam à altura de 7.050 m, os visitantes podem aproveitar também snowboard e motoneve. Uma máquina de fabricação de neve artificial garante a quantidade de gelo necessária para esquiar.
Vista de Valle Nevado, no Chile; localidade possui maior pista do hemisfério sul e acolhe esquiadores de todos os níveis
CHILE
CENTRO DE ESQUI PUCÓN
Em Pucón, é possível esquiar na base do vulcão Villarrica. Sua área é marcada ainda por florestas, lagos e parques. Além de esqui e snowboard, oferece rafting, canyoning, escalada, mountain bike, cavalgada, "fly fishing" e trekking. Possui 20 pistas de esqui para todos os níveis.
PORTILLO
Estação de esqui mais antiga da América do Sul, fica aos pés do Aconcágua, a 2.850 m de altitude. A neve fofa, que chega a uma média de 7 metros por temporada, propicia boas condições para percorrer suas 23 pistas. Portillo é conhecida mundialmente entre os esportistas: ali, o esquiador Jean Claude Killy --três vezes campeão olímpico em Jogos de Inverno-- ganhou suas primeiras medalhas de ouro, no Campeonato Mundial de Esqui de 1966.
VALLE NEVADO
Localizado nos Andes Chilenos está a 3.485 m acima do nível do mar e a 57 km de Santiago. Seus 9.300 hectares comportam mais de 37 km de pistas divididas em níveis de dificuldade --muitas delas consideradas "negras", mais difíceis. Também permite praticar snowboard --sediou a Copa do Mundo do esporte em 2003--, esquiar em neve virgem e se aventurar pela neve em pó dos Andes.
Divulgação
Esportistas no Cerro Catedral, o centro de esqui de Bariloche, na Argentina, um dos destinos mais procurados pelos brasileiros
ARGENTINA
CAVIAHUE
Ao pé do vulcão Copahue e do lago de mesmo nome, a estação fica a 1.500 km de Buenos Aires. Com 1.000 hectares, permite esquiar entre bosques e em pistas marcadas pelos efeitos do vulcão. Uma atração à parte é descer 8 km desde a cratera do vulcão até a base da estação. Caviahue oferece ainda banhos termais.
CERRO CATEDRAL
Visita ideal para quem passeia por Bariloche, a estação fica a 19 km da cidade argentina. Reúne 53 pistas sinalizadas de dificuldades variadas, que atingem até 2.000 m de altura sobre o nível do mar. Seus 600 hectares de superfície oferecem possibilidade de praticar também snowboard e freestyle, com direito a obstáculos. Com esta infraestrutura, Cerro Catedral é palco de competições internacionais.
LAS LEÑAS
Em Malargüe, a 450 km de Mendoza e 1.200 km de Buenos Aires, a estação oferece 230 hectares de superfície para o esqui, ideais especialmente para principiantes e praticantes de nível intermediário. Os esportistas mais avançados podem aproveitar o esqui fora de pista. Com 28 pistas que chegam à altura de 7.050 m, os visitantes podem aproveitar também snowboard e motoneve. Uma máquina de fabricação de neve artificial garante a quantidade de gelo necessária para esquiar.
Vista de Valle Nevado, no Chile; localidade possui maior pista do hemisfério sul e acolhe esquiadores de todos os níveis
CHILE
CENTRO DE ESQUI PUCÓN
Em Pucón, é possível esquiar na base do vulcão Villarrica. Sua área é marcada ainda por florestas, lagos e parques. Além de esqui e snowboard, oferece rafting, canyoning, escalada, mountain bike, cavalgada, "fly fishing" e trekking. Possui 20 pistas de esqui para todos os níveis.
PORTILLO
Estação de esqui mais antiga da América do Sul, fica aos pés do Aconcágua, a 2.850 m de altitude. A neve fofa, que chega a uma média de 7 metros por temporada, propicia boas condições para percorrer suas 23 pistas. Portillo é conhecida mundialmente entre os esportistas: ali, o esquiador Jean Claude Killy --três vezes campeão olímpico em Jogos de Inverno-- ganhou suas primeiras medalhas de ouro, no Campeonato Mundial de Esqui de 1966.
VALLE NEVADO
Localizado nos Andes Chilenos está a 3.485 m acima do nível do mar e a 57 km de Santiago. Seus 9.300 hectares comportam mais de 37 km de pistas divididas em níveis de dificuldade --muitas delas consideradas "negras", mais difíceis. Também permite praticar snowboard --sediou a Copa do Mundo do esporte em 2003--, esquiar em neve virgem e se aventurar pela neve em pó dos Andes.
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