A Air Show e a Prefeitura de Torres, com o patrocínio da Ultragaz, abrem nesta quinta-feira (29), às 15h, no Parque Municipal Odilo Webber Rodrigues, em Torres, Litoral Norte do Rio Grande do Sul, o 22º Festival Internacional de Balonismo - o maior da América Latina. Serão quatro dias com seis provas e uma ampla e diversificada programação paralela. Veja a programação completa no site do evento: www.festivaldebalonismo.com.br.
"Teremos um recorde de mais de 40 balões na competição, com os maiores pilotos brasileiros e representantes estrangeiros vindos da Argentina, Bélgica, Chile, Estados Unidos, França, Inglaterra e Suíça", conta Bruno Schwartz, da Air Show, um brasileiro filho de franceses que há 22 anos transformou seu hobby europeu em atividade profissional no Brasil e passou a organizar os festivais de balonismo em Torres. Na relação dos inscritos, os maiores destaques são o hexacampeão do Festival de Torres e a única mulher a vencer até hoje a competição, os paulistas Sacha Haim e Gabriela Slavec, além do francês Olivier Devillas, que voa com o balão da Ultragaz e foi vice-campeão na última edição.
A premiação este ano certamente aumentará o espírito competitivo entre os pilotos, pois o carro zero quilômetro, oferecido pela Pinho Veículos na Prova da Chave, se não for conquistado em uma das duas opções oferecidas pela competição, sairá para o grande vencedor do Festival. A primeira oportunidade será sábado à tarde e a segunda, domingo de manhã. Outras provas que compõem o conjunto da competição são Caça à Raposa, Fly In, Cotovelo, Distância Máxima, Distância Mínima e Até a Linha.
A cidade gaúcha de Torres passou a ser considerada definitivamente a capital brasileira do Balonismo há quatro anos, quando o Festival foi homologado pela Federação Aeronáutica Internacional (FAI) por ser um dos únicos três do mundo que foram realizados anualmente por mais de 15 anos consecutivos. Albuquerque, nos Estados Unidos - o maior festival de balonismo do mundo - e Chateau d'Oeix, na Suíça, são os outros dois com esse mesmo status.
As 20 toneladas de gás propano fornecidos pela Ultragaz, que é a patrocinadora oficial do evento há 20 anos, já estão no Parque Odilo Webber Rodrigues, em Torres. Os últimos balonistas estão chegando à cidade. E a infra-estrutura dos eventos paralelos está pronta, garante a Prefeitura de Torres. Os organizadores esperam, durante os quatro dias de competição, receber um público de 100 mil pessoas, uma média de 20 mil visitante por dia.
Público poderá voar de balão
Vôos turísticos estarão à disposição do público durante a programação do Festival. Sempre entre 7h e 10h da manhã ou depois das 16h, eles têm duração média de 45 minutos. Informações de horários e reservas podem ser feitas através do e-mail airshow@airshow.com.br.
O limite de segurança para decolagem é de ventos de até 25 km/h, por isso os voos têm horários marcados ao amanhecer e no final das tardes, quando as correntes de vento são mais suaves. Embora um balão possa alcançar até 16 mil metros de altura, os balonistas garantem que a melhor altitude para se voar é entre 150 e 500 metros. E o vento ideal é de 12 nós por hora, o que significa velocidade máxima de 24 km/h.
sexta-feira, 30 de abril de 2010
quinta-feira, 29 de abril de 2010
Cicloturismo em Santa Catarina
Santa Catarina já é destino certo quando o assunto é lindas praias, surfe e uma natureza exuberante. No mês de março descobri que o estado oferece ainda mais para quem gosta de uma boa aventura sob duas rodas. Trata-se do Circuito Vale Europeu de Cicloturismo. O trajeto de 300 km foi todo planejado para percorrer regiões pouco habitadas, quase sem transito de veículos e com forte influência cultural da colonização alemã, italiana e polonesa. O circuito é proposto para ser realizado em sete dias, são cerca de 45 km por dia, com local de saída e chegada pré-definidos, geralmente pousada ou hotel de alto nível.
A idéia de fazer um pedal pelo interior de Santa Catarina surgiu com a notícia que iria acontecer na região de Rio dos Cedros, que abriga o Circuito Vale Europeu, um encontro de escaladores. Pedalar para escalar. Perfeito! A escaladora Luana Hudler, de Joinville, sempre parceira, aceitou a empreita e saímos da cidade, numa quarta feira chuvosa, com a intenção de pedalar um trecho do circuito Vale Europeu e chegar na sexta feira no Morro do Rio Bonito para encontrar a turma e escalar.
O percurso completo do Circuito Vale Europeu pode ser visto no site www.circuitovaleeuropeu.com.br. Optamos por iniciar o percurso na cidade de Indaial e conhecer o trecho que, segundo informações, transcorria por uma área mais rural e menos habitada. Saindo de ônibus de Joinville chegamos em Indaial às duas horas da tarde de quarta feira, nosso objetivo era realizar o trecho até Rodeio (proposto no circuito como roteiro do terceiro dia). Chegamos em Rodeio no final da tarde, mas acabamos fazendo um caminho diferente do proposto, o que nos fez subir uma serra bem íngreme, inclusive não provamos nada igual em todo o trajeto. Em Rodeio optamos por passar a noite acampada no quintal da casa de moradores. Dona Ana Maria e Seu João José, além de pouso, nos ofereceram café da manhã e muita prosa.
Subida - No segundo dia começamos a pedalar as oito da manhã e já de cara toca para cima no Morro Ipiranga. Durante os 40 km do dia passamos por um povoado com mais de cinqüenta estátuas de santos e um Cristo Redentor, lindos rios, grupos de crianças voltando da escola de bicicleta e muita plantação de pinus. Com o sol a pino chegamos em Dr. Pedrinho e atacamos um super x-salada, e depois disso só foi possível passar o resto do dia sentada na praça da cidade, na sombra, é claro. Em Dr. Pedrinho existe um hotel fora do circuito que oferece cama e banho por R$ 20,00 por pessoa, ficamos por aí mesmo.
Com o objetivo de chegar no Morro do Rio Bonito no final do dia e com a idéia de ficar a sombra no horário do sol forte, começamos o pedalar antes do sol nascer. As oito da manhã já tínhamos subido a primeira serra do dia. Fizemos um break no Paradeiro da Montanha, na região chamada de Alto Cedro. Uma linda pousada que abriga pessoas tão lindas quanto. Os proprietários nos receberam muito bem e ganhamos até jarra de limonada geladíssima. Descansamos no deck a beira do Lago Pinhal. Dali, descemos para Palmeiras, saindo do proposto pelo circuito, mas nos economizou uns 20km de pedalada e garantiu o jantar e o pernoite aos pés do Morro Bonito, na fazenda do seu Bona.
A idéia de fazer um pedal pelo interior de Santa Catarina surgiu com a notícia que iria acontecer na região de Rio dos Cedros, que abriga o Circuito Vale Europeu, um encontro de escaladores. Pedalar para escalar. Perfeito! A escaladora Luana Hudler, de Joinville, sempre parceira, aceitou a empreita e saímos da cidade, numa quarta feira chuvosa, com a intenção de pedalar um trecho do circuito Vale Europeu e chegar na sexta feira no Morro do Rio Bonito para encontrar a turma e escalar.
O percurso completo do Circuito Vale Europeu pode ser visto no site www.circuitovaleeuropeu.com.br. Optamos por iniciar o percurso na cidade de Indaial e conhecer o trecho que, segundo informações, transcorria por uma área mais rural e menos habitada. Saindo de ônibus de Joinville chegamos em Indaial às duas horas da tarde de quarta feira, nosso objetivo era realizar o trecho até Rodeio (proposto no circuito como roteiro do terceiro dia). Chegamos em Rodeio no final da tarde, mas acabamos fazendo um caminho diferente do proposto, o que nos fez subir uma serra bem íngreme, inclusive não provamos nada igual em todo o trajeto. Em Rodeio optamos por passar a noite acampada no quintal da casa de moradores. Dona Ana Maria e Seu João José, além de pouso, nos ofereceram café da manhã e muita prosa.
Subida - No segundo dia começamos a pedalar as oito da manhã e já de cara toca para cima no Morro Ipiranga. Durante os 40 km do dia passamos por um povoado com mais de cinqüenta estátuas de santos e um Cristo Redentor, lindos rios, grupos de crianças voltando da escola de bicicleta e muita plantação de pinus. Com o sol a pino chegamos em Dr. Pedrinho e atacamos um super x-salada, e depois disso só foi possível passar o resto do dia sentada na praça da cidade, na sombra, é claro. Em Dr. Pedrinho existe um hotel fora do circuito que oferece cama e banho por R$ 20,00 por pessoa, ficamos por aí mesmo.
Com o objetivo de chegar no Morro do Rio Bonito no final do dia e com a idéia de ficar a sombra no horário do sol forte, começamos o pedalar antes do sol nascer. As oito da manhã já tínhamos subido a primeira serra do dia. Fizemos um break no Paradeiro da Montanha, na região chamada de Alto Cedro. Uma linda pousada que abriga pessoas tão lindas quanto. Os proprietários nos receberam muito bem e ganhamos até jarra de limonada geladíssima. Descansamos no deck a beira do Lago Pinhal. Dali, descemos para Palmeiras, saindo do proposto pelo circuito, mas nos economizou uns 20km de pedalada e garantiu o jantar e o pernoite aos pés do Morro Bonito, na fazenda do seu Bona.
quarta-feira, 28 de abril de 2010
Exposição em Buenos Aires revela a história do tango
O tango, de raízes suburbanas, tem também uma "história negra" que se relaciona com os ritmos afroargentinos, um "segredo" que foi resgatado pelo antropólogo Norberto Pablo Círio.
"Apesar de sempre existir esse rumor sobre a presença negra no tango, esse assunto nunca foi bem estudado e compreendido", explica à Agência Efe Círio, promotor da exposição "Historia Negra Del Tango", que acaba de ser inaugurada em Buenos Aires.
O antropólogo decidiu entrar em contato com a comunidade argentina de ascendência africana para saldar essa "dívida histórica e social com um dos grupos fundadores do país".
Sob o lema que "tudo tem sua história negra, mas desta vez estamos orgulhosos", o antropólogo organizou uma mostra composta por mais de uma centena de peças que pretendem provar este pioneiro enfoque sobre uma realidade que havia sido vagamente tratada na academia e sempre a partir de uma perspectiva branca, lembra Círio.
Partituras, discos e fotografias originais de época e em sua maior parte inéditas cedidas para a ocasião formam o percurso feito nas últimas décadas do século 19 e analisa o candombe, "a música e o baile distintivos e emblemáticos desta comunidade", e a música de carnaval, que para Círio desenham o contexto no qual nasceu o tango.
A exposição aprofunda na presença de afroargentinos nos diferentes períodos do tango como gênero, a partir da figura de Rosendo Mendizabal, "um marco indiscutível" nas origens do tango, opina o especialista.
"Joia"
A maior "joia" da mostra, instalada no museu Casa Carlos Gardel, é uma partitura original de 1897 de "El Entrerriano", uma das mais importantes composições de Mendizabal, cuja publicação marcou para Círio a origem da "Guardia Vieja" como período estilístico do tango.
A exposição destaca também as figuras do compositor e músico Ruperto Leopoldo Thompson, quem introduziu o chamado estilo "canyengue", e do pianista e compositor Horacio Salgán, cujo tango "A fuego brando" foi "o germe de todo o movimento estético de Astor Piazzolla e sua escola", assegura o antropólogo.
Outro dos compositores destacados na mostra é Enrique Maciel, cuja valsa "La pulpera de Santa Lúcia", de 1929, é de acordo com Círio "o hino, a obra emblemática das valsas crioulas".
"Desde a origem do tango até o presente sempre houve músicos, compositores e dançarinos negros", explica à Efe Horacio Torres, diretor do museu, quem lembra que dois dos seis guitarristas de Gardel eram afroargentinos.
Completam a mostra partituras e discos de compositores brancos como Sebastián Piana e músicos como Alberto Castillo, que tratam a partir de diferentes perspectivas a temática da negritude.
Consulta inédita
Círio considera que o inovador desta proposta é que "nunca antes a comunidade afroargentina tinha sido consultada e estudada, não havia sido dada uma oportunidade, espaço para uma palavra, voz e o voto a esta parte da história".
Para ele, "no melhor dos casos que escreveram a favor desta teoria sempre o fizeram com base unicamente em documentos escritos por brancos, o que tornava a abordagem parcial.
"Esta questão foi mal estudada por falta de provas, mas fundamentalmente pela curta visão europeísta, resultante de como pensam os argentinos como nação", em cuja construção da identidade "se enfatizou um projeto branco europeu e cobriu-se com um manto de esquecimento as outras tradições culturais anteriores, como a negra e a aborígine", conclui.
"Apesar de sempre existir esse rumor sobre a presença negra no tango, esse assunto nunca foi bem estudado e compreendido", explica à Agência Efe Círio, promotor da exposição "Historia Negra Del Tango", que acaba de ser inaugurada em Buenos Aires.
O antropólogo decidiu entrar em contato com a comunidade argentina de ascendência africana para saldar essa "dívida histórica e social com um dos grupos fundadores do país".
Sob o lema que "tudo tem sua história negra, mas desta vez estamos orgulhosos", o antropólogo organizou uma mostra composta por mais de uma centena de peças que pretendem provar este pioneiro enfoque sobre uma realidade que havia sido vagamente tratada na academia e sempre a partir de uma perspectiva branca, lembra Círio.
Partituras, discos e fotografias originais de época e em sua maior parte inéditas cedidas para a ocasião formam o percurso feito nas últimas décadas do século 19 e analisa o candombe, "a música e o baile distintivos e emblemáticos desta comunidade", e a música de carnaval, que para Círio desenham o contexto no qual nasceu o tango.
A exposição aprofunda na presença de afroargentinos nos diferentes períodos do tango como gênero, a partir da figura de Rosendo Mendizabal, "um marco indiscutível" nas origens do tango, opina o especialista.
"Joia"
A maior "joia" da mostra, instalada no museu Casa Carlos Gardel, é uma partitura original de 1897 de "El Entrerriano", uma das mais importantes composições de Mendizabal, cuja publicação marcou para Círio a origem da "Guardia Vieja" como período estilístico do tango.
A exposição destaca também as figuras do compositor e músico Ruperto Leopoldo Thompson, quem introduziu o chamado estilo "canyengue", e do pianista e compositor Horacio Salgán, cujo tango "A fuego brando" foi "o germe de todo o movimento estético de Astor Piazzolla e sua escola", assegura o antropólogo.
Outro dos compositores destacados na mostra é Enrique Maciel, cuja valsa "La pulpera de Santa Lúcia", de 1929, é de acordo com Círio "o hino, a obra emblemática das valsas crioulas".
"Desde a origem do tango até o presente sempre houve músicos, compositores e dançarinos negros", explica à Efe Horacio Torres, diretor do museu, quem lembra que dois dos seis guitarristas de Gardel eram afroargentinos.
Completam a mostra partituras e discos de compositores brancos como Sebastián Piana e músicos como Alberto Castillo, que tratam a partir de diferentes perspectivas a temática da negritude.
Consulta inédita
Círio considera que o inovador desta proposta é que "nunca antes a comunidade afroargentina tinha sido consultada e estudada, não havia sido dada uma oportunidade, espaço para uma palavra, voz e o voto a esta parte da história".
Para ele, "no melhor dos casos que escreveram a favor desta teoria sempre o fizeram com base unicamente em documentos escritos por brancos, o que tornava a abordagem parcial.
"Esta questão foi mal estudada por falta de provas, mas fundamentalmente pela curta visão europeísta, resultante de como pensam os argentinos como nação", em cuja construção da identidade "se enfatizou um projeto branco europeu e cobriu-se com um manto de esquecimento as outras tradições culturais anteriores, como a negra e a aborígine", conclui.
domingo, 25 de abril de 2010
Novidade no mundo dos Cruzeiros
Na próxima segunda-feira (26), uma das mais aguardadas novidades do mundo dos cruzeiros partirá para sua primeira viagem comercial. O Celebrity Eclipse, terceiro navio da elegante frota da Classe Solstice, deixa o porto de Southampton, no Reino Unido, com seus privilegiados primeiros hóspedes. Em um roteiro de três noites, partindo para Le Havre, França, apresentará aos amantes de cruzeiros inovações preparadas para agradar a gostos mais exigentes e às necessidades impostas pela modernidade.
Assim como os outros navios da classe, Celebrity Solstice e Celebrity Equinox, o Celebrity Eclipse reúne em sua estrutura as exclusivas cabines AquaClass, o Lawn Club, um parque com grama natural de mais de 2 mil metros quadrados de área, espaço para shows de sopradores de vidro e uma combinação de restaurantes capaz de agradar os mais exigentes paladares.
Com capacidade para 2.850 hóspedes, distribuídos em 13 deques, o Celebrity Eclipse oferece 1.426 cabines, sendo 85% com varanda e 90% com vista para o mar.
Entre as novidades do Celebrity Eclipse, o Celebrity iLounge oferece três áreas distintas. Uma com 26 modernas estações de trabalho Macintosh, nas quais os hóspedes podem checar emails, manter contatos por meio de ferramentas de mídia social ou imprimir cartões de embarque. O segundo local conta com uma loja com os últimos modelos de MacBooks, iPods e acessórios. Por último, há um espaço no qual uma equipe de profissionais ficará à disposição dos hóspedes para oferecer dicas de uso para iPods e equipamentos Mac.
A Celebrity Cruises oferece ainda a “Celebrity Life,” uma nova série de programações que proporcionam experiências estimulantes e enriquecedoras em alto mar.
Assim como os outros navios da classe, Celebrity Solstice e Celebrity Equinox, o Celebrity Eclipse reúne em sua estrutura as exclusivas cabines AquaClass, o Lawn Club, um parque com grama natural de mais de 2 mil metros quadrados de área, espaço para shows de sopradores de vidro e uma combinação de restaurantes capaz de agradar os mais exigentes paladares.
Com capacidade para 2.850 hóspedes, distribuídos em 13 deques, o Celebrity Eclipse oferece 1.426 cabines, sendo 85% com varanda e 90% com vista para o mar.
Entre as novidades do Celebrity Eclipse, o Celebrity iLounge oferece três áreas distintas. Uma com 26 modernas estações de trabalho Macintosh, nas quais os hóspedes podem checar emails, manter contatos por meio de ferramentas de mídia social ou imprimir cartões de embarque. O segundo local conta com uma loja com os últimos modelos de MacBooks, iPods e acessórios. Por último, há um espaço no qual uma equipe de profissionais ficará à disposição dos hóspedes para oferecer dicas de uso para iPods e equipamentos Mac.
A Celebrity Cruises oferece ainda a “Celebrity Life,” uma nova série de programações que proporcionam experiências estimulantes e enriquecedoras em alto mar.
sábado, 24 de abril de 2010
Começou a Virada Cultural no Rio
Rio - Começou hoje com samba, hip hop, reggae e funk a segunda edição do Viradão Carioca, maratona cultural que até domingo à noite levará 524 atrações gratuitas a palcos de toda a cidade, da praia do Leme a Rio das Pedras, favela da zona oeste. Inspirada na Virada Cultural de São Paulo, o evento tem em seu elenco nomes consagrados e iniciantes. São mais de 50 horas de duração.
No ano passado, na estreia do Viradão, a Praça 15, no Centro, foi um dos pontos de maior concentração de público. Hoje, quem abriu os trabalhos por lá foi a sambista Dona Ivone Lara; em seguida devem entrar Preta Gil, Marcelo D2, Cidade Negra e DJ Marlboro; na Penha, foi levado um palco itinerante, onde tocará o Época de Ouro.
Os artistas aproveitam o Viradão para mostrar novas músicas a um público diversificado. Mas também procuram cantar seus sucessos, conhecidos por fãs ou não. Boa parte já se apresentava na Virada de São Paulo, como a carioca Sandra de Sá e a paulistana Mariana Aydar. As duas cantam amanhã no Centro: Sandra, na Praça 15, e Mariana, na Cinelândia.
Realizado pela prefeitura, o Viradão tem ainda apresentações de peças teatrais e espetáculos de dança e de circo. Dez dos palcos foram montados em comunidades carentes, entre elas, Maré, Tavares Bastos, Providência e Mangueira.
O evento também ocupa praças (com exibições de filmes em telões), igrejas (concertos de câmara), teatros (peças adultas e infantis e musicais) e bibliotecas (leituras e debates).
A música é mesmo o forte - são 141 atrações, entre cantores, grupos e instrumentistas. Os maiores nomes são Milton Nascimento (que fará show no domingo, na Praça 15), Lulu Santos (domingo, em Rio das Pedras) e Pitty (amanhã, na Praça 15).
No ano passado, na estreia do Viradão, a Praça 15, no Centro, foi um dos pontos de maior concentração de público. Hoje, quem abriu os trabalhos por lá foi a sambista Dona Ivone Lara; em seguida devem entrar Preta Gil, Marcelo D2, Cidade Negra e DJ Marlboro; na Penha, foi levado um palco itinerante, onde tocará o Época de Ouro.
Os artistas aproveitam o Viradão para mostrar novas músicas a um público diversificado. Mas também procuram cantar seus sucessos, conhecidos por fãs ou não. Boa parte já se apresentava na Virada de São Paulo, como a carioca Sandra de Sá e a paulistana Mariana Aydar. As duas cantam amanhã no Centro: Sandra, na Praça 15, e Mariana, na Cinelândia.
Realizado pela prefeitura, o Viradão tem ainda apresentações de peças teatrais e espetáculos de dança e de circo. Dez dos palcos foram montados em comunidades carentes, entre elas, Maré, Tavares Bastos, Providência e Mangueira.
O evento também ocupa praças (com exibições de filmes em telões), igrejas (concertos de câmara), teatros (peças adultas e infantis e musicais) e bibliotecas (leituras e debates).
A música é mesmo o forte - são 141 atrações, entre cantores, grupos e instrumentistas. Os maiores nomes são Milton Nascimento (que fará show no domingo, na Praça 15), Lulu Santos (domingo, em Rio das Pedras) e Pitty (amanhã, na Praça 15).
quinta-feira, 22 de abril de 2010
Santos Food Festival
Refeições durante a semana em restaurantes tradicionais e com preço fixo no almoço e jantar. Esta é a proposta do ‘Santos Food Festival’, o primeiro festival gastronômico da cidade, que acontece de 5 a 30 de abril em 20 restaurantes de Santos. O cardápio, desenvolvido especialmente para o evento, contará com entrada, prato principal e sobremesa, e custará R$ 25,00 no almoço e R$ 29,00 no jantar – a conta será acrescida de R$ 1,00, a ser destinado ao Fundo Social de Solidariedade de Santos.
A criação do evento foi inspirada no ‘Restaurant Week’, que acontece há 17 anos em diversas cidades do mundo.
Em Santos, os estabelecimentos oferecerão especialidade diferentes e, entre as opções, os interessados poderão desfrutar da cozinha árabe, argentina, italiana, japonesa, portuguesa e mexicana, além de lanches e de comida natural.
O organizador do evento e proprietário da Pizzaria Pit,zaz, Sérgio Dionysio, frisa que o objetivo do evento é incrementar o setor gastronômico e turístico da cidade também durante a semana, oferecendo um cardápio de qualidade a preço acessível. “A estimativa de aumento de público é 80% e, caso se alcance este número, o evento estará pronto para uma segunda edição”.
O Santos Food Festival é apoiado pela Prefeitura de Santos, por meio da Setur (Secretaria de Turismo), e pela Nestlé.
A criação do evento foi inspirada no ‘Restaurant Week’, que acontece há 17 anos em diversas cidades do mundo.
Em Santos, os estabelecimentos oferecerão especialidade diferentes e, entre as opções, os interessados poderão desfrutar da cozinha árabe, argentina, italiana, japonesa, portuguesa e mexicana, além de lanches e de comida natural.
O organizador do evento e proprietário da Pizzaria Pit,zaz, Sérgio Dionysio, frisa que o objetivo do evento é incrementar o setor gastronômico e turístico da cidade também durante a semana, oferecendo um cardápio de qualidade a preço acessível. “A estimativa de aumento de público é 80% e, caso se alcance este número, o evento estará pronto para uma segunda edição”.
O Santos Food Festival é apoiado pela Prefeitura de Santos, por meio da Setur (Secretaria de Turismo), e pela Nestlé.
sábado, 17 de abril de 2010
Petrópolis - uma cidade histórica
Com mais de 160 anos de história, e importância que ultrapassa qualquer barreira do tempo, Petrópolis é uma das principais atrações turísticas do Estado do Rio de Janeiro. A cidade está localizada a apenas uma hora da capital fluminense, mas nem por isso vive à sua sombra. Fundada por Dom Pedro II em meados do século 19, o local abrigou alguns dos principais eventos e personagens da história brasileira: aqui viveram, além da família real, o Barão de Mauá, Santos Dumont, Ruy Barbosa, Osvaldo Cruz - e assinou-se, em 1903, o Tratado de Petrópolis (que transformou um naco de terra adquirido à Bolívia no Estado do Acre).
Foram o mordomo da Casa Imperial, Paulo Barbosa da Silva, e o engenheiro alemão Júlio Frederico Köeler que comandaram, a partir dos anos 1840, a construção da cidade. Localizado no alto da Serra da Estrela, a mais de 800 metros sobre o nível do mar, o lugar constituía um refresco perfeito para a corte de D.Pedro II, pouco acostumada ao calor pegajoso da cidade do Rio de Janeiro.
Mão de obra europeia foi usada no empreendimento. Diz a história que, em 1837, 238 imigrantes alemães aportaram na Baía de Guanabara. Seu destino não era o Brasil, mas a Austrália. Eles sofreram maus tratos durante a travessia do Atlântico, rumo ao Pacífico, e, ao chegar a terras brasileiras, decidiram não seguir viagem. Sob influência do engenheiro Köeler, D. Pedro II lhes deu abrigo e os encaminhou à Serra da Estrela, para trabalhar na abertura da estrada de Petrópolis.
A comunidade alemã seria responsável por grande parte da construção da cidade que, finalmente erguida, tornar-se-ia um dos pontos de labuta e lazer prediletos da elite brasileira. D. Pedro II chegava a passar seis meses por ano em Petrópolis e, após a Proclamação da República, em 1889, praticamente todos os presidentes, de Rodrigues Alves a Costa e Silva, adotariam o lugar como estância de verão. A afluência política à cidade, porém, iria diminuir com a mudança da sede do governo do Rio para Brasília.
Artistas e intelectuais, por sua vez, transformaram Petrópolis em centro de criação. Ruy Barbosa escreveu na cidade, por volta de 1920, sua "Oração aos Moços". Já Santos Dumont empregou toda sua genialidade na construção, no centro do município, de uma casa de arquitetura única e extremamente funcional.
Tais obras legaram a Petrópolis paisagens e atmosfera únicas. Na cidade, o visitante irá conhecer a arquitetura neoclássica do Museu Imperial, o estilo neogótico da Catedral São Pedro de Alcântara e a estrutura delicada do Palácio de Cristal - e aprender a rica história embutida em cada uma dessas construções. E também poderá pisar em lugares por onde passaram personalidades como a Princesa Isabel, o escritor austríaco Stefan Zweig e o cineasta estadunidense Orson Welles.
Além do mais, Petrópolis está cravada em uma luxuriante área de mata tropical e, junto com o clima ameno, oferece muito contato com a natureza: no Parque Municipal de Petrópolis e no Parque Nacional da Serra dos Órgãos, localizados nos arredores do município, é possível, entre outras atividades, realizar caminhadas, nadar sob cachoeiras e praticar esportes. A cidade imperial, após tanto tempo, ainda tem o dom de propiciar bem-estar.
Foram o mordomo da Casa Imperial, Paulo Barbosa da Silva, e o engenheiro alemão Júlio Frederico Köeler que comandaram, a partir dos anos 1840, a construção da cidade. Localizado no alto da Serra da Estrela, a mais de 800 metros sobre o nível do mar, o lugar constituía um refresco perfeito para a corte de D.Pedro II, pouco acostumada ao calor pegajoso da cidade do Rio de Janeiro.
Mão de obra europeia foi usada no empreendimento. Diz a história que, em 1837, 238 imigrantes alemães aportaram na Baía de Guanabara. Seu destino não era o Brasil, mas a Austrália. Eles sofreram maus tratos durante a travessia do Atlântico, rumo ao Pacífico, e, ao chegar a terras brasileiras, decidiram não seguir viagem. Sob influência do engenheiro Köeler, D. Pedro II lhes deu abrigo e os encaminhou à Serra da Estrela, para trabalhar na abertura da estrada de Petrópolis.
A comunidade alemã seria responsável por grande parte da construção da cidade que, finalmente erguida, tornar-se-ia um dos pontos de labuta e lazer prediletos da elite brasileira. D. Pedro II chegava a passar seis meses por ano em Petrópolis e, após a Proclamação da República, em 1889, praticamente todos os presidentes, de Rodrigues Alves a Costa e Silva, adotariam o lugar como estância de verão. A afluência política à cidade, porém, iria diminuir com a mudança da sede do governo do Rio para Brasília.
Artistas e intelectuais, por sua vez, transformaram Petrópolis em centro de criação. Ruy Barbosa escreveu na cidade, por volta de 1920, sua "Oração aos Moços". Já Santos Dumont empregou toda sua genialidade na construção, no centro do município, de uma casa de arquitetura única e extremamente funcional.
Tais obras legaram a Petrópolis paisagens e atmosfera únicas. Na cidade, o visitante irá conhecer a arquitetura neoclássica do Museu Imperial, o estilo neogótico da Catedral São Pedro de Alcântara e a estrutura delicada do Palácio de Cristal - e aprender a rica história embutida em cada uma dessas construções. E também poderá pisar em lugares por onde passaram personalidades como a Princesa Isabel, o escritor austríaco Stefan Zweig e o cineasta estadunidense Orson Welles.
Além do mais, Petrópolis está cravada em uma luxuriante área de mata tropical e, junto com o clima ameno, oferece muito contato com a natureza: no Parque Municipal de Petrópolis e no Parque Nacional da Serra dos Órgãos, localizados nos arredores do município, é possível, entre outras atividades, realizar caminhadas, nadar sob cachoeiras e praticar esportes. A cidade imperial, após tanto tempo, ainda tem o dom de propiciar bem-estar.
quarta-feira, 14 de abril de 2010
Pesquisa mostra que Turista recomenda Santa Catarina
Uma pesquisa qualitativa aplicada pelo Núcleo de Turismo da Fundação Getúlio Vargas junto a turistas em Santa Catarina revelou altos índices de satisfação com a visita: 99,5% dos entrevistados recomendam o destino, 93% manifestam o desejo de voltar ao Estado e 86% afirmam que tiveram suas expectativas atendidas durante a viagem.
Foram ouvidas 1.700 pessoas em visita a 18 municípios de dez regiões turísticas: Grande Florianópolis, Vale Europeu, Costa Verde e Mar, Serra Catarinense, Encantos do Sul, Caminhos dos Cânions, Vale do Contestado, Grande Oeste, Caminhos da Fronteira e Caminho dos Príncipes. O levantamento, realizado pela primeira vez, integra o Plano Catarina, executado pela Chias Marketing numa iniciativa da Secretaria de Estado de Turismo, Cultura, Esporte e Lazer e da Santur – Santa Catarina Turismo.
No conjunto dos entrevistados, um número expressivo – 64% - buscou informações sobre o destino na Internet. A grande maioria (83%) viajou de forma auto-organizada, sendo que, destes, 70% compraram serviços (passagens, reservas de hospedagens, passeios) pela rede mundial de computadores; 17% dos turistas entrevistados utilizaram agências de viagens para se deslocar para as cidades catarinenses.
Segundo o governo do Estado e a Santur, Santa Catarina registrou em 2008 um movimento estimado de 21 milhões de turistas: 95% são brasileiros e 5% estrangeiros. Dos estrangeiros, 71% são argentinos, atraídos, como os brasileiros, pela principal imagem do turismo catarinense, que é a beleza das dezenas de praias e do mar de cidades como Florianópolis, Balneário Camboriú e Imbituba.
A 60 km de Balneário Camboriú, na região chamada de Vale Europeu, está a atração mais lembrada entre as festas do Estado, a Oktoberfest de Blumenau. E em Penha, a 30 km de Balneário Camboriu, o parque de diversões Beto Carrero lidera as opções de entretenimento citadas pelos turistas.
Patrícia Servilha, que apresentou a pesquisa e o Plano Catarina em Florianópolis, afirma que as festas e baladas surgem como uma nova moda no mapa turístico do Estado, e que o surfe segue como imagem imbatível no segmento dos esportes.
Entre os pontos negativos revelados pela pesquisa de opinião junto aos entrevistados, as principais críticas recaem sobre a infra-estrutura rodoviária, citada por 24% dos entrevistados, e a má qualidade das estradas, citada por 14%. Segundo Servilha, outra limitação para o desenvolvimento do turismo é a falta de profissionais bilíngües no Estado para atender ao mercado internacional.
O Plano Catarina, que projeta para o ano de 2020 a liderança do destino Santa Catarina no turismo sustentável do país, elege como mercados prioritários o Estado de São Paulo e os vizinhos Rio Grande do Sul e Paraná, além do próprio mercado interno catarinense. No exterior, turistas da Argentina, Chile, Estados Unidos, Canadá, Portugal, Itália e Alemanha também serão prioridade dos órgãos que promovem o Estado. Entre os estrangeiros ouvidos pela pesquisa, 23% estavam na sua primeira visita ao Brasil.
"O Brasil está se posicionando de forma diferente no mercado internacional e isso nos motiva a fazer o mesmo", afirma o presidente da Santur, Valdir Walendowsky. Desde 2004, segundo os órgãos oficiais, o ingresso de turistas chilenos e paraguaios teve aumento expressivo nas cidades catarinenses.
Foram ouvidas 1.700 pessoas em visita a 18 municípios de dez regiões turísticas: Grande Florianópolis, Vale Europeu, Costa Verde e Mar, Serra Catarinense, Encantos do Sul, Caminhos dos Cânions, Vale do Contestado, Grande Oeste, Caminhos da Fronteira e Caminho dos Príncipes. O levantamento, realizado pela primeira vez, integra o Plano Catarina, executado pela Chias Marketing numa iniciativa da Secretaria de Estado de Turismo, Cultura, Esporte e Lazer e da Santur – Santa Catarina Turismo.
No conjunto dos entrevistados, um número expressivo – 64% - buscou informações sobre o destino na Internet. A grande maioria (83%) viajou de forma auto-organizada, sendo que, destes, 70% compraram serviços (passagens, reservas de hospedagens, passeios) pela rede mundial de computadores; 17% dos turistas entrevistados utilizaram agências de viagens para se deslocar para as cidades catarinenses.
Segundo o governo do Estado e a Santur, Santa Catarina registrou em 2008 um movimento estimado de 21 milhões de turistas: 95% são brasileiros e 5% estrangeiros. Dos estrangeiros, 71% são argentinos, atraídos, como os brasileiros, pela principal imagem do turismo catarinense, que é a beleza das dezenas de praias e do mar de cidades como Florianópolis, Balneário Camboriú e Imbituba.
A 60 km de Balneário Camboriú, na região chamada de Vale Europeu, está a atração mais lembrada entre as festas do Estado, a Oktoberfest de Blumenau. E em Penha, a 30 km de Balneário Camboriu, o parque de diversões Beto Carrero lidera as opções de entretenimento citadas pelos turistas.
Patrícia Servilha, que apresentou a pesquisa e o Plano Catarina em Florianópolis, afirma que as festas e baladas surgem como uma nova moda no mapa turístico do Estado, e que o surfe segue como imagem imbatível no segmento dos esportes.
Entre os pontos negativos revelados pela pesquisa de opinião junto aos entrevistados, as principais críticas recaem sobre a infra-estrutura rodoviária, citada por 24% dos entrevistados, e a má qualidade das estradas, citada por 14%. Segundo Servilha, outra limitação para o desenvolvimento do turismo é a falta de profissionais bilíngües no Estado para atender ao mercado internacional.
O Plano Catarina, que projeta para o ano de 2020 a liderança do destino Santa Catarina no turismo sustentável do país, elege como mercados prioritários o Estado de São Paulo e os vizinhos Rio Grande do Sul e Paraná, além do próprio mercado interno catarinense. No exterior, turistas da Argentina, Chile, Estados Unidos, Canadá, Portugal, Itália e Alemanha também serão prioridade dos órgãos que promovem o Estado. Entre os estrangeiros ouvidos pela pesquisa, 23% estavam na sua primeira visita ao Brasil.
"O Brasil está se posicionando de forma diferente no mercado internacional e isso nos motiva a fazer o mesmo", afirma o presidente da Santur, Valdir Walendowsky. Desde 2004, segundo os órgãos oficiais, o ingresso de turistas chilenos e paraguaios teve aumento expressivo nas cidades catarinenses.
terça-feira, 13 de abril de 2010
Bariloche tem rafting
Após suportar dias de clima ruim na montanha, resolvi descer até Bariloche e aproveitar o conforto que a cidade oferece. Nos dias de vento e nevasca no Refúgio Frey é possível que em Bariloche o dia se apresente melhor. E foi em um desses dias que fui provar um pouco das corredeiras do Rio Manso.
O passeio de rafting é oferecido por várias agências de turismo na cidade, e o preço varia de R$ 120 a R$200. Tudo depende dos serviços agregados que você vai contratar, as agências oferecem café da manhã e churrasco no fim do passeio e também podem incluir uma cavalgada na programação do dia.
As operadoras de turismo, em sua maioria disponibilizam o transporte até a localidade onde inicia o rafting e esperam o grupo com carro no final do trajeto para retornarem até Bariloche. Além do transporte, também está incluído no valor todo o aluguel de equipamento. A única despesa extra do passeio é o ingresso de entrada no parque, sendo que, para não moradores de Bariloche, o valor é de cerca de R$10 por pessoa.
O Rio Manso passa pela Cordilheira dos Andes e segue para o Chile, o percurso do rafting mais popular inicia há 50 km ao sul de Bariloche e termina na divisa com o Chile, são ao todo 12 km de corredeiras e cerca de 2 horas de descida.
O Rafting - O grau de dificuldade do rafting no Rio Manso varia entre III e IV dependendo da época do ano. Por exemplo, no início da primavera quando começa o degelo da neve o nível de água do rio sobe consideravelmente aumentando a dificuldade em alguns trechos. Porém quando estive experimentando as águas geladas do Rio Manso as coisas estavam bem tranqüilas, já era fevereiro e o nível de água estava bem inferior e a dificuldade não passou do grau III ao longo das 10 corredeiras do percurso.
O que foi muito bem vindo por mim e pelos outros cinco que ocupavam o bote, todos fazendo rafting pela primeira vez. Na verdade o passeio é bem tranqüilo e seguro, desde que você esteja acompanhado de um guia competente, salva vidas e kayakista de segurança. No mais basta obedecer aos comandos do guia e desfrutar do visual, do contato com a natureza, da água azul, dos canyons de granito cinza e das aves nas margens do Rio Manso.
O passeio de rafting é oferecido por várias agências de turismo na cidade, e o preço varia de R$ 120 a R$200. Tudo depende dos serviços agregados que você vai contratar, as agências oferecem café da manhã e churrasco no fim do passeio e também podem incluir uma cavalgada na programação do dia.
As operadoras de turismo, em sua maioria disponibilizam o transporte até a localidade onde inicia o rafting e esperam o grupo com carro no final do trajeto para retornarem até Bariloche. Além do transporte, também está incluído no valor todo o aluguel de equipamento. A única despesa extra do passeio é o ingresso de entrada no parque, sendo que, para não moradores de Bariloche, o valor é de cerca de R$10 por pessoa.
O Rio Manso passa pela Cordilheira dos Andes e segue para o Chile, o percurso do rafting mais popular inicia há 50 km ao sul de Bariloche e termina na divisa com o Chile, são ao todo 12 km de corredeiras e cerca de 2 horas de descida.
O Rafting - O grau de dificuldade do rafting no Rio Manso varia entre III e IV dependendo da época do ano. Por exemplo, no início da primavera quando começa o degelo da neve o nível de água do rio sobe consideravelmente aumentando a dificuldade em alguns trechos. Porém quando estive experimentando as águas geladas do Rio Manso as coisas estavam bem tranqüilas, já era fevereiro e o nível de água estava bem inferior e a dificuldade não passou do grau III ao longo das 10 corredeiras do percurso.
O que foi muito bem vindo por mim e pelos outros cinco que ocupavam o bote, todos fazendo rafting pela primeira vez. Na verdade o passeio é bem tranqüilo e seguro, desde que você esteja acompanhado de um guia competente, salva vidas e kayakista de segurança. No mais basta obedecer aos comandos do guia e desfrutar do visual, do contato com a natureza, da água azul, dos canyons de granito cinza e das aves nas margens do Rio Manso.
segunda-feira, 12 de abril de 2010
O que faz você feliz? férias ou compra de bens materiais?
Um estudo realizado nos Estados Unidos concluiu que gastar dinheiro em "experiências", como férias ou festas, faz as pessoas mais felizes do que a compra de bens materiais.
Em artigo publicado no Journal of Personality and Social Psychology, psicólogos da Cornell University, em Nova York, dizem que ao avaliar outras oito pesquisas, perceberam que o ser humano tende a comparar seus bens com os de outras pessoas. Por isso, segundo os cientistas, as experiências trazem mais satisfação, já que são mais pessoais e difíceis de serem comparadas.
"Imagine que você compra uma TV de tela plana, e está feliz com ela. Mas aí você vem à minha casa e eu tenho uma TV com uma imagem maior e melhor. Isso vai decepcionar e chatear você", explicou Thomas Gilovich, um dos autores do estudo.
"Mas se você for de férias para o Caribe e eu também, você tem as suas memórias - sua conexão única com o Caribe - que ninguém mais tem e que fez as suas férias especiais", afirma.
Ainda segundo o estudo, a decisão de gastar dinheiro com uma "experiência" é mais fácil de ser tomada do que a de um bem material.
Além disso, de acordo com os autores, quando as pessoas compram algo, elas tendem a ficar ruminado sobre as outras alternativas de que tinham à disposição ou a continuar comparando o que têm com o que não puderam comprar.
"Os resultados que obtivemos mostram que a compra de uma 'experiência' leva mais à sensação de bem-estar", disse Gilovich.
Em artigo publicado no Journal of Personality and Social Psychology, psicólogos da Cornell University, em Nova York, dizem que ao avaliar outras oito pesquisas, perceberam que o ser humano tende a comparar seus bens com os de outras pessoas. Por isso, segundo os cientistas, as experiências trazem mais satisfação, já que são mais pessoais e difíceis de serem comparadas.
"Imagine que você compra uma TV de tela plana, e está feliz com ela. Mas aí você vem à minha casa e eu tenho uma TV com uma imagem maior e melhor. Isso vai decepcionar e chatear você", explicou Thomas Gilovich, um dos autores do estudo.
"Mas se você for de férias para o Caribe e eu também, você tem as suas memórias - sua conexão única com o Caribe - que ninguém mais tem e que fez as suas férias especiais", afirma.
Ainda segundo o estudo, a decisão de gastar dinheiro com uma "experiência" é mais fácil de ser tomada do que a de um bem material.
Além disso, de acordo com os autores, quando as pessoas compram algo, elas tendem a ficar ruminado sobre as outras alternativas de que tinham à disposição ou a continuar comparando o que têm com o que não puderam comprar.
"Os resultados que obtivemos mostram que a compra de uma 'experiência' leva mais à sensação de bem-estar", disse Gilovich.
quarta-feira, 7 de abril de 2010
Bariloche - Cidade para todas as idades
O fascínio de Bariloche, na Argentina, reside na infra-estrutura que se aperfeiçoa há décadas para provocar prazer no contato dos visitantes com o clima inóspito dos picos gelados, que se dão a conhecer por meio de teleféricos, trenós, pistas de esqui, motos e calçados especiais para caminhadas.
Para turistas brasileiros, a cidade fundada por imigrantes europeus em 1902 pode ser o caminho mais próximo rumo às paisagens de neve farta, cujo acúmulo se prolonga por meses. Em San Carlos de Bariloche, as temperaturas abaixo de 10 graus Celsius se iniciam ainda em abril, e a temporada para esportes na neve segue até setembro ou outubro. Com os termômetros marcando entre 5 graus positivos e 10 graus negativos, o branco das montanhas custa a derreter. Mesmo no verão as noites são frias, com a vantagem da luz solar até 22h.
Verão
A face invernal é apenas a mais divulgada, não a única. Na primavera e verão a natureza vai trocando de cor aos poucos: se impõem o azul do céu e o verde das árvores, refletidos em águas cristalinas, em contraste com picos ainda brancos de neve. Caminhadas nos parques, na comprida avenida Bustillo e expedições de barco ficam mais aprazíveis. O rafting nas corredeiras do Rio Manso permite o choque térmico do mergulho em água gelada sob o sol fortíssimo, em meio a paredões de verde profundo.
No Natal, a decoração da lareira, as vestes de veludo vermelho de Papai Noel e o sonho das renas chegando de trenó fazem sentido... A temperatura média no verão é de 18 graus Celsius, com mínimas de 9 graus, ou seja, há frio suficiente para pedir fondue.
Cenários selvagens
Longe de Buenos Aires, mais de 1.600 km ao sul da capital, Bariloche é também ponto de partida para cenários ainda mais selvagens e singulares, como a isolada Península Valdez, a leste, no Oceano Atlântico, com suas colônias de pingüins, elefantes-marinhos e lobos marinhos, ou as geleiras de Perito Moreno, no extremo-sul do país.
Vips e mochileiros
Destino campeão de visitas na região da Patagônia, Bariloche costuma ser associada a destino de "ricos e famosos", uma clientela vip cativa de seus hotéis de luxo em estilo alpino e de esportes que exigem roupas e equipamentos caros, como esqui e snowboard. A deslumbrante paisagem em torno do Lago Nahuel Huapi, porém, é muito mais generosa do que colunas sociais dão a entender.
Turbas de mochileiros e gente menos endinheirada também se atraem pela cidade pequena, que combina aventura e lazer em passeios de barco, trilhas a pé ou de bicicleta e, nos meses de verão, rafting, rapel e cavalgadas. Há hospedagem e restaurantes para todos os bolsos. Quem nunca viu neve nem pretende esquiar é permanentemente convidado a subir aos cerros Otto, Campanário ou Catedral por teleféricos.
Gastronomia
Seja nas carnes suculentas, tipicamente argentinas, ou nas receitas trazidas por imigrantes europeus, como tortas e chocolates, a culinária regional é alta fornecedora de energia. No inverno, é preciso repor as energias para enfrentar a subida aos morros, as difíceis caminhadas no gelo fofo e a tremedeira nos trajetos contra o vento.
Uma tábua de defumados patagônicos vai dispor carnes de javali, cervo e coelho, além de salmão e truta. Um fondue tradicional à moda dos Alpes suíços privilegia o queijo gruyère e acrescenta aguardente de cereja, pimenta e noz moscada à massa borbulhante.
Para beber, os produtos dos vinhedos argentinos têm preços acessíveis na vizinhança. Junto de adegas respeitáveis, Bariloche festeja a boemia com pubs irlandeses e uma cervejaria artesanal que se inspira em receitas alemãs do século XVI para misturar cevada e lúpulo à água pura da Cordilheira dos Andes.
Para turistas brasileiros, a cidade fundada por imigrantes europeus em 1902 pode ser o caminho mais próximo rumo às paisagens de neve farta, cujo acúmulo se prolonga por meses. Em San Carlos de Bariloche, as temperaturas abaixo de 10 graus Celsius se iniciam ainda em abril, e a temporada para esportes na neve segue até setembro ou outubro. Com os termômetros marcando entre 5 graus positivos e 10 graus negativos, o branco das montanhas custa a derreter. Mesmo no verão as noites são frias, com a vantagem da luz solar até 22h.
Verão
A face invernal é apenas a mais divulgada, não a única. Na primavera e verão a natureza vai trocando de cor aos poucos: se impõem o azul do céu e o verde das árvores, refletidos em águas cristalinas, em contraste com picos ainda brancos de neve. Caminhadas nos parques, na comprida avenida Bustillo e expedições de barco ficam mais aprazíveis. O rafting nas corredeiras do Rio Manso permite o choque térmico do mergulho em água gelada sob o sol fortíssimo, em meio a paredões de verde profundo.
No Natal, a decoração da lareira, as vestes de veludo vermelho de Papai Noel e o sonho das renas chegando de trenó fazem sentido... A temperatura média no verão é de 18 graus Celsius, com mínimas de 9 graus, ou seja, há frio suficiente para pedir fondue.
Cenários selvagens
Longe de Buenos Aires, mais de 1.600 km ao sul da capital, Bariloche é também ponto de partida para cenários ainda mais selvagens e singulares, como a isolada Península Valdez, a leste, no Oceano Atlântico, com suas colônias de pingüins, elefantes-marinhos e lobos marinhos, ou as geleiras de Perito Moreno, no extremo-sul do país.
Vips e mochileiros
Destino campeão de visitas na região da Patagônia, Bariloche costuma ser associada a destino de "ricos e famosos", uma clientela vip cativa de seus hotéis de luxo em estilo alpino e de esportes que exigem roupas e equipamentos caros, como esqui e snowboard. A deslumbrante paisagem em torno do Lago Nahuel Huapi, porém, é muito mais generosa do que colunas sociais dão a entender.
Turbas de mochileiros e gente menos endinheirada também se atraem pela cidade pequena, que combina aventura e lazer em passeios de barco, trilhas a pé ou de bicicleta e, nos meses de verão, rafting, rapel e cavalgadas. Há hospedagem e restaurantes para todos os bolsos. Quem nunca viu neve nem pretende esquiar é permanentemente convidado a subir aos cerros Otto, Campanário ou Catedral por teleféricos.
Gastronomia
Seja nas carnes suculentas, tipicamente argentinas, ou nas receitas trazidas por imigrantes europeus, como tortas e chocolates, a culinária regional é alta fornecedora de energia. No inverno, é preciso repor as energias para enfrentar a subida aos morros, as difíceis caminhadas no gelo fofo e a tremedeira nos trajetos contra o vento.
Uma tábua de defumados patagônicos vai dispor carnes de javali, cervo e coelho, além de salmão e truta. Um fondue tradicional à moda dos Alpes suíços privilegia o queijo gruyère e acrescenta aguardente de cereja, pimenta e noz moscada à massa borbulhante.
Para beber, os produtos dos vinhedos argentinos têm preços acessíveis na vizinhança. Junto de adegas respeitáveis, Bariloche festeja a boemia com pubs irlandeses e uma cervejaria artesanal que se inspira em receitas alemãs do século XVI para misturar cevada e lúpulo à água pura da Cordilheira dos Andes.
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