O início da temporada brasileira de cruzeiros este ano surpreendeu aquelas pessoas que acreditavam que uma viagem de navio é voltada exclusivamente para idosos e casais de uma única (e exclusiva) classe social. A variedade de navios, rotas e atrações de cada um dos cruzeiros mostra que a idéia já está mais que ultrapassada. Casais em lua-de-mel, família com crianças, esportistas e até jovens em busca de festas e paqueras são contemplados pelas empresas do segmento no Brasil.
O navio Vision of the Seas chama atenção por abrigar espaços voltados aos esportistas
Para não embarcar numa furada, é preciso ficar atento na hora de escolher em qual dos 18 navios você vai passar seu tempo livre. A duração da viagem, programação, promoções, facilidades para compra influenciam, mas o perfil dos passageiros é um dos fatores decisivos. Há cruzeiros para apreciadores de arte, esportistas, festas, jogos, para quem valoriza qualidade de vida, para os que curtem beleza e moda e até para torcedores de futebol.
Veja abaixo qual é o seu perfil e qual cruzeiro que é mais indicado para você:
Família e Crianças
Espaço infantil é essencial para famílias que não querem ver os filhos entediados enquanto se divertem na piscina, no teatro ou no bar. Muitos cruzeiros já investem no público mirim, mas é importante que os adultos também encontrem tranqüilidade no navio, pois o perfil da viagem é outro quando se está com os filhos. O MSC Armonia tem uma programação animada para os pais, com shows noturnos, mas conta também com profissionais de recreação para entreter as crianças. O Grand Celebration também é recomendado para famílias com filhos (uma das piscinas, por exemplo, é infantil), bem como o Grand Mistral, que além da piscina, tem um espaço chamado Club Pop só para os pequenos. O Costa Victoria tem um cllube infantil com videogame e oferece atividades como caça ao tesouro, concursos de fantasia, pintura e colagem.
Casais
Não tem nada mais romântico do que embarcar em um navio em lua-de-mel ou mesmo para curtir o seu par após anos de casamento. Todo o clima e o balanço marítimo contribuem para que esse seja o tipo de viagem mais recomendado para casais. No entanto, é bom tomar cuidado porque não são todos os cruzeiros que proporcionam a tranqüilidade e o ambiente ideal para o romance. O MSC Melody não é tão grande em comparação com os outros navios: tem capacidade para no máximo 1.600 passageiros. Com sistema all-inclusive, o navio Imperatriz chama a atenção por ter quatro jacuzzis e duas piscinas, uma delas no interior de um solarium e o Grand Voyager tem em seus roteiros lugares como Argentina e Uruguai, além do Rio de Janeiro.
O navio MSC Lirica possui um campo de golfe
Esportes
Os navios Vision of the Seas e Splendour of the Seas fazem parte da mesma armadora (Royal Caribbean) e, apesar de também contemplarem outros tipos de público, chamam atenção por abrigarem espaços voltados aos amantes de esportes. No Vision, entre outras coisas, há uma parede escalada, minicampo de golfe, pista de cooper, uma piscina ao ar livre e outra coberta. No MSC Lirica, destaque para o campo de golfe e no ,MSC Musica, para a quadra de basquete ou de tênis.
Festas
Para quem curte dançar, open bar, paqueras e muita agitação, há cruzeiros que também se dedicam para o público mais festivo. Com sistema all-inclusive, o Soberano faz viagens semanais para o Rio de Janeiro e Salvador entre o Réveillon e o Carnaval, com pernoite na capital baiana para os passageiros curtirem as festas pré-carnavalescas. Já o MSC Opera e o MSC Lirica são os navios que fazem o roteiro do Cruzeiro Universitário, com shows e baladas que fazem a viagem mais parecer uma micareta em alto-mar.
Temáticos
Shows com artistas como Roberto Carlos e a dupla Zezé di Camargo & Luciano, bailes dançantes, atividades para quem sonha em ser modelo e até uma viagem temática para corintianos: os temas que decoram as cabines e salões e fazem a trilha sonora de alguns navios são dos mais variados. Fica até difícil dizer qual é o perfil mais indicado: depende do gosto musical de cada um, qual time que torce e por aí vai. Só o Costa Concórdia engloba alguns dos cruzeiros citados acima (É o Amor, Emoções em Alto Mar, Navio do Centenário do Corinthians e Dançando a Bordo).
O MSC Orchestra, que navega pela primeira vez no Brasil, tem os temáticos Baila Comigo, Mundo Fantástico, Fashion Cruise (voltado para o pessoal ligado ao mundo da moda), Artmar, Mar & Ação e Dolce Vita. O Costa Mágica mistura aspectos da cultura americana e italiana, com apresentações musicais e refeições típicas de cada país, além de possuir um navio temático, o Tango & Milonga, que promove bailes dançantes. Por fim, o MSC Musica tem, além dos dançantes Baila Comigo e Musical, os temáticos Qualidade de Vida e Beleza sem Fronteiras, que reúne pessoas que se interessam por estética e bem-estar.
O Grand Celebration é um dos navios da Ibero Cruzeiros, que promove viagens temáticas
Praias
É redundante indicar uma viagem de cruzeiro para quem é apaixonado pelo trio areia, mar e água de coco. Boa parte dos navios da temporada brasileira percorre belíssimas praias da costa do país, alguns vão até para o exterior. Mas o destaque para o navio Orient Queen é válido porque é o único que tem autorização para visitar Fernando de Noronha, que é um dos destinos mais cobiçados deste público, além de passar também por Búzios, Ilhabela, entre outras.
Gastronomia
Comida farta e diversificada costuma estar presente nos cardápios de quase todos os cruzeiros, mas alguns deles capricham e investem um pouco mais na variedade e na temática dos pratos. O Zenith, além de ser all-inclusive, é conhecido por ter saladas frescas e muita variedade. Quem aprecia a gastronomia italiana pode se esbaldar no navio MSC Opera, assim como no MSC Lírica, que também aproveita a influência da Itália na decoração.
terça-feira, 30 de março de 2010
segunda-feira, 29 de março de 2010
Campos de Jordão a Suíça Brasileira
No alto da Serra da Mantiqueira, a 1.700 metros de altitude, Campos do Jordão é destino certeiro para quem gosta de curtir o inverno com muito requinte e glamour. Pousadas e hotéis aconchegantes, bares e restaurantes badalados e uma intensa programação cultural transformam a cidade paulista em uma das estâncias turísticas mais procuradas quando as temperaturas caem e o frio aparece. Só em junho e julho, um milhão de turistas passam por lá. As construções em estilo colonial, a beleza natural e a pureza do clima de montanha só completam a lista de motivos para que o município serrano seja tão disputado nos meses mais gelados do ano.
Campos do Jordão é puro luxo. Não é à toa que ganhou o título de "Suíça Brasileira". Entre suas vilas, a mais badalada é sem sombra de dúvida Capivari. Cercada por um forte clima europeu e dona de uma variedade gastronômica pra ninguém botar defeito, a vila é o point preferido dos turistas na alta temporada. Por ali, se concentram ainda diversas lojas especializadas em malhas e chocolates, a disputada cervejaria Baden Baden e o teleférico do Morro do Elefante, parada obrigatória para os que vão ao município. Do alto dos 1.800 metros do morro, o turista tem uma visão panorâmica e privilegiada de Campos.
A cidade também ferve com o Festival Internacional de Inverno de Campos do Jordão. O evento dedicado à música erudita leva à cidade um mix de atrações culturais e promove apresentações em diversos pontos. Os artistas nacionais e internacionais se revezam em palcos como o da Praça Central, onde geralmente acontecem as performances gratuitas, e o do Auditório Cláudio Santoro, onde é preciso pagar para ver os shows.
Para quem é ligado em natureza, Campos do Jordão oferece diversas atrações ecológicas. O visitante pode escolher entre trilhas, pescaria, arvorismo e passeios a cavalo, entre outras modalidades. Há paisagens, como a do Complexo da Pedra do Baú e do Pico de Itapeva, que são de deixar qualquer um boquiaberto.
Apesar de fazer mais sucesso durante o inverno, Campos do Jordão pode ser visitada durante o ano todo. A cidade possui uma excelente infra-estrutura, com cerca de 8.000 leitos em hotéis e pousadas, casas para aluguel, incontáveis opções de restaurantes e atrações. Sem contar que, fora do período badalado, o sossego impera, contribuindo para uma estada mais tranqüila e barata, sem o tumulto e o trânsito dos meses mais frios.
Campos do Jordão é puro luxo. Não é à toa que ganhou o título de "Suíça Brasileira". Entre suas vilas, a mais badalada é sem sombra de dúvida Capivari. Cercada por um forte clima europeu e dona de uma variedade gastronômica pra ninguém botar defeito, a vila é o point preferido dos turistas na alta temporada. Por ali, se concentram ainda diversas lojas especializadas em malhas e chocolates, a disputada cervejaria Baden Baden e o teleférico do Morro do Elefante, parada obrigatória para os que vão ao município. Do alto dos 1.800 metros do morro, o turista tem uma visão panorâmica e privilegiada de Campos.
A cidade também ferve com o Festival Internacional de Inverno de Campos do Jordão. O evento dedicado à música erudita leva à cidade um mix de atrações culturais e promove apresentações em diversos pontos. Os artistas nacionais e internacionais se revezam em palcos como o da Praça Central, onde geralmente acontecem as performances gratuitas, e o do Auditório Cláudio Santoro, onde é preciso pagar para ver os shows.
Para quem é ligado em natureza, Campos do Jordão oferece diversas atrações ecológicas. O visitante pode escolher entre trilhas, pescaria, arvorismo e passeios a cavalo, entre outras modalidades. Há paisagens, como a do Complexo da Pedra do Baú e do Pico de Itapeva, que são de deixar qualquer um boquiaberto.
Apesar de fazer mais sucesso durante o inverno, Campos do Jordão pode ser visitada durante o ano todo. A cidade possui uma excelente infra-estrutura, com cerca de 8.000 leitos em hotéis e pousadas, casas para aluguel, incontáveis opções de restaurantes e atrações. Sem contar que, fora do período badalado, o sossego impera, contribuindo para uma estada mais tranqüila e barata, sem o tumulto e o trânsito dos meses mais frios.
sábado, 27 de março de 2010
Cruzeiro de Páscoa - Ainda tem vagas!
A Semana Santa já está aí. Mas ainda dá tempo de aproveitar as últimas vagas para curtir a Páscoa num cruzeiro marítimo. Isso ainda é possível porque, pela primeira vez, seis navios estarão na costa brasileira neste período. No ano passado, apenas um fez roteiro pelo litoral do Brasil.
Santos será o ponto de partida das viagens entre os próximos dias 29 e 02 de abril. Os percursos serão de três (mini cruzeiros) a sete noites, com passagens por Cabo Frio, llha de Jaguanum, Angra dos Reis, Itajaí e Salvador para o percurso mais longo.
No dia 31 de março sai o inédito Cruzeiro Humor, da MSC Orchestra. Com duração de cinco noites, este será o último dos 40 temáticos desta temporada. Dentre as atrações, humoristas como Pedro Manso e Márcio Manguaça, que fazem parte do programa "Show do Tom", da Rede Record, farão apresentações interativas com os hóspedes, apostando na espontaneidade e imitação de celebridades.
Iniciada em outubro do ano passado, a temporada de cruzeiros marítimos 2009/2010 é a maior da história. Seus 18 navios, dois a mais do que na anterior, já venderam cerca de 90% das cabines. A temporada também foi caracterizada pelo aumento do número de cruzeiros temáticos, que saltaram de 26, no período 2008/2009, para 40.
Até 03 de maio, término da estação, a previsão é de que 900 mil turistas passem pela região contra os 540 mil de 2009.
Santos será o ponto de partida das viagens entre os próximos dias 29 e 02 de abril. Os percursos serão de três (mini cruzeiros) a sete noites, com passagens por Cabo Frio, llha de Jaguanum, Angra dos Reis, Itajaí e Salvador para o percurso mais longo.
No dia 31 de março sai o inédito Cruzeiro Humor, da MSC Orchestra. Com duração de cinco noites, este será o último dos 40 temáticos desta temporada. Dentre as atrações, humoristas como Pedro Manso e Márcio Manguaça, que fazem parte do programa "Show do Tom", da Rede Record, farão apresentações interativas com os hóspedes, apostando na espontaneidade e imitação de celebridades.
Iniciada em outubro do ano passado, a temporada de cruzeiros marítimos 2009/2010 é a maior da história. Seus 18 navios, dois a mais do que na anterior, já venderam cerca de 90% das cabines. A temporada também foi caracterizada pelo aumento do número de cruzeiros temáticos, que saltaram de 26, no período 2008/2009, para 40.
Até 03 de maio, término da estação, a previsão é de que 900 mil turistas passem pela região contra os 540 mil de 2009.
quinta-feira, 25 de março de 2010
Africa do Sul - Dicas importantes para estudantes e turistas
A escolha da África do Sul como destino para aprender inglês pode parecer exótica para alguns brasileiros, mas o país já está entre as dez principais rotas educacionais, segundo informações da Belta (Brazilian Educational & Language Travel Association) -considerada pela Language Travel Magazine, por dois anos consecutivos, a melhor associação de agentes de intercâmbio do mundo.
O sistema educacional da África do Sul vem se reestruturando desde o fim do "apartheid" (separação de raças) no país. "Nos últimos cinco anos, o governo sul-africano tem investido muito em educação, mas só agora está expondo isso ao mundo", explica o diretor financeiro da Belta, César Bastos. "A qualidade do ensino no país ainda não é conhecida por grande parte dos brasileiros, que só tem notícias de suas belezas naturais e seus problemas sociais".
Com paisagens exuberantes e clima semelhante ao do Brasil, o país tem se mostrado uma boa opção para estudantes que buscam mais do que aprender uma segunda língua. No nível de pós-graduação, muitos estudantes brasileiros optam pelo país por causa das pesquisas em áreas relacionadas à epidemiologia de doenças tropicais e reestruturação urbana.
O câmbio favorável e o custo de vida acessível têm ajudado o país a se popularizar entre os estudantes brasileiros. Além disso, estudar na África do Sul é mais barato se comparado aos destinos tradicionais, como os Estados Unidos e a Inglaterra. "Em média, o aluno paga US$ 1.200 por um curso de quatro semanas na África do Sul. Esse preço sobe para US$ 1.300 no Canadá, US$ 1.900 nos Estados Unidos e cerca de US$ 2.000 na Inglaterra", aponta Bastos.
A facilidade de entrada é um outro atrativo do país. Para estudar na África do Sul por até 90 dias, os brasileiros não precisam de visto. Porém o estudante que deseja visitar o país deve estar ciente de que é preciso tomar vacina contra a febre amarela. Os tratamentos médicos são pagos no país. Por isso, recomenda-se fazer um bom seguro de saúde antes de sair do Brasil.
Aprendizado rico
O país tem onze línguas oficiais (inglês, africâner, zulu, xhosa, isindebele, northern sotho, southern sotho, isiswati, tsonga, tswan e venda). O inglês, falado em todas as províncias, é a língua usada para negócios.
O aprendizado não se restringe ao horário das aulas. A versatilidade cultural da África do Sul oferece a possibilidade de conhecer animais raros e diferentes aldeias. Nas principais cidades e vilas, encontram-se mercados de rua com arte africana de diferentes estilos, além de centros comerciais que funcionam como zona de lazer, a exemplo do Victoria e do Alfred Waterfront, nas docas da Cidade do Cabo.
Em Pretória, capital administrativa do país, há prédios modernos e construções elegantes de influência européia. Na reserva de Kruger Park -a mais famosa-, há centenas de espécies de pássaros e animais selvagens, como búfalo, elefante, leão, leopardo e rinoceronte. No país, podem-se ver também as impalas, zebras, girafas, hipopótamos e plantas que não são encontradas em outras regiões.
Durban, principal cidade da Província de Kwazulu-Natal, é um importante porto do Oceano Índico. A cidade é jovial e descontraída, com várias opções de restaurantes e bares de frente para o mar. A Cidade do Cabo -uma das regiões mais bonitas do país- tem clima agradável e flora exuberante. É nessa região em que são produzidos os melhores vinhos sul-africanos.
A África do Sul tem três capitais: Pretória (administrativa), Cidade do Cabo (legislativa) e Bloemfontein (judiciária). No total, o país tem hoje 44,7 milhões de habitantes.
O sistema educacional da África do Sul vem se reestruturando desde o fim do "apartheid" (separação de raças) no país. "Nos últimos cinco anos, o governo sul-africano tem investido muito em educação, mas só agora está expondo isso ao mundo", explica o diretor financeiro da Belta, César Bastos. "A qualidade do ensino no país ainda não é conhecida por grande parte dos brasileiros, que só tem notícias de suas belezas naturais e seus problemas sociais".
Com paisagens exuberantes e clima semelhante ao do Brasil, o país tem se mostrado uma boa opção para estudantes que buscam mais do que aprender uma segunda língua. No nível de pós-graduação, muitos estudantes brasileiros optam pelo país por causa das pesquisas em áreas relacionadas à epidemiologia de doenças tropicais e reestruturação urbana.
O câmbio favorável e o custo de vida acessível têm ajudado o país a se popularizar entre os estudantes brasileiros. Além disso, estudar na África do Sul é mais barato se comparado aos destinos tradicionais, como os Estados Unidos e a Inglaterra. "Em média, o aluno paga US$ 1.200 por um curso de quatro semanas na África do Sul. Esse preço sobe para US$ 1.300 no Canadá, US$ 1.900 nos Estados Unidos e cerca de US$ 2.000 na Inglaterra", aponta Bastos.
A facilidade de entrada é um outro atrativo do país. Para estudar na África do Sul por até 90 dias, os brasileiros não precisam de visto. Porém o estudante que deseja visitar o país deve estar ciente de que é preciso tomar vacina contra a febre amarela. Os tratamentos médicos são pagos no país. Por isso, recomenda-se fazer um bom seguro de saúde antes de sair do Brasil.
Aprendizado rico
O país tem onze línguas oficiais (inglês, africâner, zulu, xhosa, isindebele, northern sotho, southern sotho, isiswati, tsonga, tswan e venda). O inglês, falado em todas as províncias, é a língua usada para negócios.
O aprendizado não se restringe ao horário das aulas. A versatilidade cultural da África do Sul oferece a possibilidade de conhecer animais raros e diferentes aldeias. Nas principais cidades e vilas, encontram-se mercados de rua com arte africana de diferentes estilos, além de centros comerciais que funcionam como zona de lazer, a exemplo do Victoria e do Alfred Waterfront, nas docas da Cidade do Cabo.
Em Pretória, capital administrativa do país, há prédios modernos e construções elegantes de influência européia. Na reserva de Kruger Park -a mais famosa-, há centenas de espécies de pássaros e animais selvagens, como búfalo, elefante, leão, leopardo e rinoceronte. No país, podem-se ver também as impalas, zebras, girafas, hipopótamos e plantas que não são encontradas em outras regiões.
Durban, principal cidade da Província de Kwazulu-Natal, é um importante porto do Oceano Índico. A cidade é jovial e descontraída, com várias opções de restaurantes e bares de frente para o mar. A Cidade do Cabo -uma das regiões mais bonitas do país- tem clima agradável e flora exuberante. É nessa região em que são produzidos os melhores vinhos sul-africanos.
A África do Sul tem três capitais: Pretória (administrativa), Cidade do Cabo (legislativa) e Bloemfontein (judiciária). No total, o país tem hoje 44,7 milhões de habitantes.
terça-feira, 23 de março de 2010
Ilha do Mel - Um paraíso encantado
A Ilha do Mel, no litoral do Paraná, possui um status especial entre os destinos do ecoturismo. É uma Reserva da Biosfera, título reconhecido pela Unesco (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura). Calma: não significa que o visitante precise desembarcar em suas praias com roupa de gala ou de grife, para reverenciar a situação. Significa, sim, que a preservação do rico ecossistema é importante para o mundo, não apenas para a região ou o país.
O conjunto de mar, morros, costões, manguezais, brejos litorâneos e restingas da mata atlântica convida a longas caminhadas, boa parte delas em trilhas bem sinalizadas. O único meio de transporte terrestre é a bicicleta. Não há cavalos puxando carroças. Automóveis, jardineiras? Nem pensar.
Dividida em duas unidades de conservação da natureza --Estação Ecológica e Parque Estadual--, a Ilha do Mel é administrada pelo IAP (Instituto Ambiental do Paraná), que controla o acesso de turistas. Uma pulseirinha com código de barras deve entrar em vigor ainda em 2008. A lotação máxima é de 5.000 pessoas, marca raramente atingida.
O controle e o cadastro dos visitantes são feitos no terminal de embarque de Pontal do Sul, um balneário de Pontal do Paraná, ou no terminal de embarque de Paranaguá, o município a que a ilha está vinculada. De lá os barcos partem para as vilas de Encantadas, ao sul, ou de Brasília, ao norte, que concentram a estrutura de pousadas, restaurantes, postos de saúde e de informações, com mapas.
São paisagens distintas, no tipo de movimentação da orla, nas praias e nas opções de lazer, que se complementam. Quem decide ficar em Encantadas, por exemplo, tem um trapiche imponente recortando o horizonte, a Gruta das Encantadas ao final da mais tranqüila das trilhas e o Mar de Fora, com uma confortável praça de alimentação, disponível para mergulho e surfe.
A opção por Brasília (ou Nova Brasília) traz a proximidade das principais construções históricas: o Farol das Conchas e a Fortaleza de Nossa Senhora dos Prazeres. E também a diversidade das praias, sendo que as da Fortaleza, do Farol e Praia Grande contam com pousadas.
Para muitos, o charme do lugar, procurado especialmente nos feriadões, vem da rusticidade e da sensação de isolamento. A iluminação elétrica, antes a diesel, chegou em 1998 (ano de Copa do Mundo), por cabos submarinos. Como na vila de Jericoacoara, no Ceará, não há postes de iluminação pública, e é sempre uma aventura caminhar à noite, de lanterna na mão, por ruelas e pontezinhas. O breu esconde o verde luminoso da vegetação durante o dia. Com chuva, adiciona-se lama aos trajetos.
Os surfistas e a garotada de porte atlético, com saúde para trilhas morro acima, ajudam a caracterizar o público deste refúgio incluído na programação de festas de formaturas de estudantes, quando a vida noturna se agita com forró, reggae e rock (os decibéis são limitados a 70). Bares e restaurantes adotaram no cardápio o chamado 'prato surfe', com arroz, saladinha, batata frita, carne ou camarão.
Mas a visitação pode ser mais democrática do que parece. Fora da estrutura de descanso das pousadas, algumas com piscinas e chalés, famílias com crianças e grupos da terceira idade têm à disposição passeios de barco, como o que vai de Encantadas até Brasília e vice-versa e outros que fazem a volta completa à Ilha. Trilhas fáceis como a da Gruta das Encantadas e a do Farol são para qualquer idade ou preparo físico. Interessados em geologia e biologia, por exemplo, não ficam a ver navios na baía de Paranaguá. Existe todo um catálogo a observar: os migmatitos na Gruta e na Fortaleza, os diques de diabásio próximos do Farol, falésias, piçarras e areias negras na praia da Fortaleza.
Algumas agências de turismo incluem a programação de um dia na Ilha do Mel em pacotes para cidades paranaenses. Manhã e tarde são suficientes para um banho de mar, um passeio curto de barco, uma trilha na mata até uma praia mais deserta e passagens pelo Farol, Fortaleza e Gruta. Mas passar a noite, claro, reserva boas surpresas.
Dias a mais permitem imagens diferentes do pôr-do-sol, nos vários recortes da ilha em formato de baleia. Vale a pena perder-se pelas ruelas estreitas (de dia!), descobrir aos poucos as engenhosas soluções dos ilhéus para as casas de madeira no meio das árvores. Não esqueça o kit básico de sobrevivência: chapéu, óculos escuros, repelente para mosquitos, protetor solar, mangas e calças compridas de fácil secagem, sandálias e tênis antiderrapantes.
Leve também dinheiro (não há caixas eletrônicos) e remédios para emergências (não há farmácias). E não custa comprar um maiô novo para estrear na Reserva da Biosfera. Uma homenagem mínima à preservação do planeta.
O conjunto de mar, morros, costões, manguezais, brejos litorâneos e restingas da mata atlântica convida a longas caminhadas, boa parte delas em trilhas bem sinalizadas. O único meio de transporte terrestre é a bicicleta. Não há cavalos puxando carroças. Automóveis, jardineiras? Nem pensar.
Dividida em duas unidades de conservação da natureza --Estação Ecológica e Parque Estadual--, a Ilha do Mel é administrada pelo IAP (Instituto Ambiental do Paraná), que controla o acesso de turistas. Uma pulseirinha com código de barras deve entrar em vigor ainda em 2008. A lotação máxima é de 5.000 pessoas, marca raramente atingida.
O controle e o cadastro dos visitantes são feitos no terminal de embarque de Pontal do Sul, um balneário de Pontal do Paraná, ou no terminal de embarque de Paranaguá, o município a que a ilha está vinculada. De lá os barcos partem para as vilas de Encantadas, ao sul, ou de Brasília, ao norte, que concentram a estrutura de pousadas, restaurantes, postos de saúde e de informações, com mapas.
São paisagens distintas, no tipo de movimentação da orla, nas praias e nas opções de lazer, que se complementam. Quem decide ficar em Encantadas, por exemplo, tem um trapiche imponente recortando o horizonte, a Gruta das Encantadas ao final da mais tranqüila das trilhas e o Mar de Fora, com uma confortável praça de alimentação, disponível para mergulho e surfe.
A opção por Brasília (ou Nova Brasília) traz a proximidade das principais construções históricas: o Farol das Conchas e a Fortaleza de Nossa Senhora dos Prazeres. E também a diversidade das praias, sendo que as da Fortaleza, do Farol e Praia Grande contam com pousadas.
Para muitos, o charme do lugar, procurado especialmente nos feriadões, vem da rusticidade e da sensação de isolamento. A iluminação elétrica, antes a diesel, chegou em 1998 (ano de Copa do Mundo), por cabos submarinos. Como na vila de Jericoacoara, no Ceará, não há postes de iluminação pública, e é sempre uma aventura caminhar à noite, de lanterna na mão, por ruelas e pontezinhas. O breu esconde o verde luminoso da vegetação durante o dia. Com chuva, adiciona-se lama aos trajetos.
Os surfistas e a garotada de porte atlético, com saúde para trilhas morro acima, ajudam a caracterizar o público deste refúgio incluído na programação de festas de formaturas de estudantes, quando a vida noturna se agita com forró, reggae e rock (os decibéis são limitados a 70). Bares e restaurantes adotaram no cardápio o chamado 'prato surfe', com arroz, saladinha, batata frita, carne ou camarão.
Mas a visitação pode ser mais democrática do que parece. Fora da estrutura de descanso das pousadas, algumas com piscinas e chalés, famílias com crianças e grupos da terceira idade têm à disposição passeios de barco, como o que vai de Encantadas até Brasília e vice-versa e outros que fazem a volta completa à Ilha. Trilhas fáceis como a da Gruta das Encantadas e a do Farol são para qualquer idade ou preparo físico. Interessados em geologia e biologia, por exemplo, não ficam a ver navios na baía de Paranaguá. Existe todo um catálogo a observar: os migmatitos na Gruta e na Fortaleza, os diques de diabásio próximos do Farol, falésias, piçarras e areias negras na praia da Fortaleza.
Algumas agências de turismo incluem a programação de um dia na Ilha do Mel em pacotes para cidades paranaenses. Manhã e tarde são suficientes para um banho de mar, um passeio curto de barco, uma trilha na mata até uma praia mais deserta e passagens pelo Farol, Fortaleza e Gruta. Mas passar a noite, claro, reserva boas surpresas.
Dias a mais permitem imagens diferentes do pôr-do-sol, nos vários recortes da ilha em formato de baleia. Vale a pena perder-se pelas ruelas estreitas (de dia!), descobrir aos poucos as engenhosas soluções dos ilhéus para as casas de madeira no meio das árvores. Não esqueça o kit básico de sobrevivência: chapéu, óculos escuros, repelente para mosquitos, protetor solar, mangas e calças compridas de fácil secagem, sandálias e tênis antiderrapantes.
Leve também dinheiro (não há caixas eletrônicos) e remédios para emergências (não há farmácias). E não custa comprar um maiô novo para estrear na Reserva da Biosfera. Uma homenagem mínima à preservação do planeta.
segunda-feira, 22 de março de 2010
Buenos Aires é com a Viva Paris Turismo
Capital do tango e da Argentina, Buenos Aires oferece sempre uma lista inesgotável de atrações. Tanto para quem está voltando para lá como para quem chega pela primeira vez. Nos últimos anos, o câmbio favorável na troca de reais ou dólares por pesos fez com que multidões de brasileiros descobrissem o poder sensual da música e da dança portenhas, a diversidade de seus shoppings e feiras ao ar livre, a beleza européia da arquitetura, o sabor das carnes e vinhos. Prazeres simples, mas abundantes, de fácil acesso, cuja intensidade faz voltar.
A metrópole latina funciona 24 horas, considerando que depois do jantar, tarde da noite, tem a balada começando às 2h e terminando às 6h, dali a pouco abrem os cafés, os museus e mais um dia de trabalho, com os moradores preenchendo as ruas. Os bairros de maior freqüência turística, como o Centro, Retiro, Recoleta, Palermo e San Telmo, oferecem segurança para longas caminhadas. Plural, Buenos Aires contenta várias tribos de visitantes ao mesmo tempo: de famílias com crianças a casais em lua-de-mel, de boêmios a colecionadores de livros e raridades.
Também é dessas cidades que gotejam história por todos os poros: a passada, de opulência, e a recente, mais sofrida, de perdas econômicas, que provocou um revival na melancolia do tango e trouxe o ritmo de volta às ruas, casas de shows, lojas, cafés, galerias de arte.
Nos passeios diurnos, é comum começar as coisas pela Casa Rosada e Plaza de Mayo, a primeira um imponente centro de poder, a segunda um espaço com árvores, jardins e pombas para manifestações populares contra ou a favor do poder. Por ali passaram os fanáticos por Evita Perón, a primeira-dama falecida em 1952, e os manifestantes do 'panelaço' que provocaram a renúncia de um presidente, em dezembro 2001. Por ali ainda marcham as mães e avós da Plaza de Mayo, lembrando todas as semanas que milhares de homens e mulheres da esquerda argentina foram 'desaparecidos' durante a ditadura militar.
A avenida de Mayo do famoso Café Tortoni deixa ver, de longe, o Obelisco, cartão-postal da cidade, e leva ao 'quarteirão espanhol', onde restaurantes de frutos do mar ostentam retratos da família real da Espanha. Os espanhóis são o segundo grupo mais expressivo de imigrantes que chegaram à Argentina a partir de 1880. O primeiro é o de italianos.
O Obelisco de quase 70 m de altura serve de referência para encontrar a avenida Corrientes e o Teatro Collón, na Plaza Lavalle, ambos lugares de espetáculos importantes. A poucas quadras dali, duas instituições portenhas aguardam os turistas: o shopping Galerias Pacífico e a Plaza San Martín, um respiradouro verde em meio a espigões e faróis de grandes avenidas, que paralisa o visitante pela beleza de suas árvores e monumentos.
Cansou de caminhar? Não canse. Os táxis estão baratos, na comparação com o mesmo serviço em capitais brasileiras, e os ônibus, por alguns centavos, sempre correndo muito, também levam à tangueira San Telmo, ao bairro Palermo dos parques, do escritor Jorge Luis Borges e dos jovens estilistas, e à Recoleta das grifes luxuosas e do cemitério que virou atração turística.
Conhecer cidades gigantes envolve risco de maratona, mas em Buenos Aires se impõe evitar a fadiga diurna porque... porque 'la noche es uma niña', um mundo de possibilidades, período de longas horas para aproveitar os vinhos, a gastronomia, os teatros, a música, as pistas de dança. É o tempo por excelência para se emocionar com o tango, na intimidade de alguns bares, nas calorosas milongas ou nos shows com jantar incluído, quando qualquer bife de dois andares deveria ser processado por atrapalhar a visão das piruetas dos bailarinos.
O tango mudou um bocado, desde as origens, nos bairros pobres, associado à gíria do lunfardo. O cantor Carlos Gardel, o compositor Astor Piazzolla e o bailarino Julio Bocca são apenas três dos artistas que renovaram esta que é uma das marcas mais fortes da cultura argentina. Na hora do show, uma forma de saber se os limites dos movimentos estão sendo esgarçados na sua frente é notar se os garçons estão prestando atenção aos bailarinos.
Eles vêm aquilo todas as noites. Se os garçons fixam os olhos no palco, é porque a dupla vai inventar, a bailarina que já desconcertou até o saxofonista vai arriscar um gran finale de ponta-cabeça, suspensa pelas canelas, e o bailarino vai suar o terno para fazer parecer sutileza toda a força que ele guarda nos braços e nas pernas.
Está aí um projeto para a próxima viagem a Buenos Aires: seguir os passos dos bailarinos prediletos. Ás vezes a moça que chega bocejando, de vestido colante vermelho, para a Feira de San Telmo dos domingos é a mesma que estava fazendo loucuras num bar da avenida de Mayo na noite anterior, ou bem-comportada, dando aulas para iniciantes na Confitería Ideal.
Buenos Aires até cabe num final de semana ou feriadão, para quem viaja desde as regiões Sul ou Sudeste do Brasil. Soa insano, tanta coisa boa para ver e fazer em três ou quatro dias, mas ficar pouco tempo é bem melhor do que não ir.
Se você não conhece Buenos Aires terá uma chance especial para tanto, pois a Viva Paris Turismo está oferecendo um pacote de 11 a 14 de junho. Conheça mais detalhes acessando o nosso site www.vivaparis.com.br. e cadastre-se para participar desse passeio.
A metrópole latina funciona 24 horas, considerando que depois do jantar, tarde da noite, tem a balada começando às 2h e terminando às 6h, dali a pouco abrem os cafés, os museus e mais um dia de trabalho, com os moradores preenchendo as ruas. Os bairros de maior freqüência turística, como o Centro, Retiro, Recoleta, Palermo e San Telmo, oferecem segurança para longas caminhadas. Plural, Buenos Aires contenta várias tribos de visitantes ao mesmo tempo: de famílias com crianças a casais em lua-de-mel, de boêmios a colecionadores de livros e raridades.
Também é dessas cidades que gotejam história por todos os poros: a passada, de opulência, e a recente, mais sofrida, de perdas econômicas, que provocou um revival na melancolia do tango e trouxe o ritmo de volta às ruas, casas de shows, lojas, cafés, galerias de arte.
Nos passeios diurnos, é comum começar as coisas pela Casa Rosada e Plaza de Mayo, a primeira um imponente centro de poder, a segunda um espaço com árvores, jardins e pombas para manifestações populares contra ou a favor do poder. Por ali passaram os fanáticos por Evita Perón, a primeira-dama falecida em 1952, e os manifestantes do 'panelaço' que provocaram a renúncia de um presidente, em dezembro 2001. Por ali ainda marcham as mães e avós da Plaza de Mayo, lembrando todas as semanas que milhares de homens e mulheres da esquerda argentina foram 'desaparecidos' durante a ditadura militar.
A avenida de Mayo do famoso Café Tortoni deixa ver, de longe, o Obelisco, cartão-postal da cidade, e leva ao 'quarteirão espanhol', onde restaurantes de frutos do mar ostentam retratos da família real da Espanha. Os espanhóis são o segundo grupo mais expressivo de imigrantes que chegaram à Argentina a partir de 1880. O primeiro é o de italianos.
O Obelisco de quase 70 m de altura serve de referência para encontrar a avenida Corrientes e o Teatro Collón, na Plaza Lavalle, ambos lugares de espetáculos importantes. A poucas quadras dali, duas instituições portenhas aguardam os turistas: o shopping Galerias Pacífico e a Plaza San Martín, um respiradouro verde em meio a espigões e faróis de grandes avenidas, que paralisa o visitante pela beleza de suas árvores e monumentos.
Cansou de caminhar? Não canse. Os táxis estão baratos, na comparação com o mesmo serviço em capitais brasileiras, e os ônibus, por alguns centavos, sempre correndo muito, também levam à tangueira San Telmo, ao bairro Palermo dos parques, do escritor Jorge Luis Borges e dos jovens estilistas, e à Recoleta das grifes luxuosas e do cemitério que virou atração turística.
Conhecer cidades gigantes envolve risco de maratona, mas em Buenos Aires se impõe evitar a fadiga diurna porque... porque 'la noche es uma niña', um mundo de possibilidades, período de longas horas para aproveitar os vinhos, a gastronomia, os teatros, a música, as pistas de dança. É o tempo por excelência para se emocionar com o tango, na intimidade de alguns bares, nas calorosas milongas ou nos shows com jantar incluído, quando qualquer bife de dois andares deveria ser processado por atrapalhar a visão das piruetas dos bailarinos.
O tango mudou um bocado, desde as origens, nos bairros pobres, associado à gíria do lunfardo. O cantor Carlos Gardel, o compositor Astor Piazzolla e o bailarino Julio Bocca são apenas três dos artistas que renovaram esta que é uma das marcas mais fortes da cultura argentina. Na hora do show, uma forma de saber se os limites dos movimentos estão sendo esgarçados na sua frente é notar se os garçons estão prestando atenção aos bailarinos.
Eles vêm aquilo todas as noites. Se os garçons fixam os olhos no palco, é porque a dupla vai inventar, a bailarina que já desconcertou até o saxofonista vai arriscar um gran finale de ponta-cabeça, suspensa pelas canelas, e o bailarino vai suar o terno para fazer parecer sutileza toda a força que ele guarda nos braços e nas pernas.
Está aí um projeto para a próxima viagem a Buenos Aires: seguir os passos dos bailarinos prediletos. Ás vezes a moça que chega bocejando, de vestido colante vermelho, para a Feira de San Telmo dos domingos é a mesma que estava fazendo loucuras num bar da avenida de Mayo na noite anterior, ou bem-comportada, dando aulas para iniciantes na Confitería Ideal.
Buenos Aires até cabe num final de semana ou feriadão, para quem viaja desde as regiões Sul ou Sudeste do Brasil. Soa insano, tanta coisa boa para ver e fazer em três ou quatro dias, mas ficar pouco tempo é bem melhor do que não ir.
Se você não conhece Buenos Aires terá uma chance especial para tanto, pois a Viva Paris Turismo está oferecendo um pacote de 11 a 14 de junho. Conheça mais detalhes acessando o nosso site www.vivaparis.com.br. e cadastre-se para participar desse passeio.
terça-feira, 16 de março de 2010
VIVA PARIS TURISMO AGORA TEM BLOG
A charmosa do planeta.
Uma cidade histórica e romântica, a cidade dos sonhos. Quem não sonha em caminhar pela Avenue Champs-Élysées, visitar suas lojas e fazer compras?
Ou, quem sabe, degustar um Crêpe em um charmoso Café da cidade ou passar por uma Boulangerie e comprar uma deliciosa baguete? Sem esquecer, claro, de experimentar os diferentes e inesquecíveis queijos franceses.
Paris, capital e maior cidade da França, é a segunda maior metrópole da Europa. Conhecida como “Cidade Luz”, é considerada uma das principais cidades turísticas do mundo. No metrô da cidade é possível escutar uma mistura de vários idiomas do mundo. Todos estão ali para admirar um lugar que faltam palavras para descrever.
Alugar uma bicicleta em uma tarde ensolarada para fazer une petite promenade é uma ótima dica. Depois, para relaxar, ficar nos jardins lendo um livro, ouvindo música...
Entre as opções das quais os turistas dispõem estão os museus, monumentos, praças, jardins e igrejas. Fazer um passeio de Bateau-Mouche, no Rio Sena, é uma experiência encantadora. E o que dizer então da emoção de ver La Tour Eiffel?
Realmente indescritível!
Quem não conhece Paris, pretende conhecê-la. Quem já visitou, certamente pretende voltar.
Conosco foi assim.
Fica aqui uma homenagem a tão especial Paris, a cidade que J’aime.
Uma cidade histórica e romântica, a cidade dos sonhos. Quem não sonha em caminhar pela Avenue Champs-Élysées, visitar suas lojas e fazer compras?
Ou, quem sabe, degustar um Crêpe em um charmoso Café da cidade ou passar por uma Boulangerie e comprar uma deliciosa baguete? Sem esquecer, claro, de experimentar os diferentes e inesquecíveis queijos franceses.
Paris, capital e maior cidade da França, é a segunda maior metrópole da Europa. Conhecida como “Cidade Luz”, é considerada uma das principais cidades turísticas do mundo. No metrô da cidade é possível escutar uma mistura de vários idiomas do mundo. Todos estão ali para admirar um lugar que faltam palavras para descrever.
Alugar uma bicicleta em uma tarde ensolarada para fazer une petite promenade é uma ótima dica. Depois, para relaxar, ficar nos jardins lendo um livro, ouvindo música...
Entre as opções das quais os turistas dispõem estão os museus, monumentos, praças, jardins e igrejas. Fazer um passeio de Bateau-Mouche, no Rio Sena, é uma experiência encantadora. E o que dizer então da emoção de ver La Tour Eiffel?
Realmente indescritível!
Quem não conhece Paris, pretende conhecê-la. Quem já visitou, certamente pretende voltar.
Conosco foi assim.
Fica aqui uma homenagem a tão especial Paris, a cidade que J’aime.
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