O Brasil tem um litoral lindo e repleto de points ideais para ir com uma prancha a tiracolo. Listamos os imperdíveis para quem está em busca da onda perfeita
Surfista que é surfista encara o mar em qualquer estação. Mas é no verão que eles se reúnem em busca da onda perfeita. As praias ficam cheias de pranchas e o colorido no mar é uma das caras desta época do ano. Especialmente em regiões com inverno mais rigoroso, como o sul do Brasil.
Listamos os points imperdíveis do surfe em todos os pontos do litoral brasileiro. São praias belíssimas, com características variadas, algumas no Nordeste, outras no Sudeste, sem esquecer, claro, as famosas praias de Santa Catarina, bem frequentadas pelos amantes do surfe. Pegue sua prancha e boas ondas.
Cacimba do Padre
Onde: Fernando de Noronha (PE)
Cacimba do Padre é point de surfistas de novembro a março
Até quem nunca foi para lá, sabe que Fernando de Noronha é um paraíso. O que poucos sabem é que o lugar também é um dos redutos de surfistas. A Cacimba do Padre, antes chamada de Praia da Quixaba, é uma das maiores praias do arquipélago e, entre os meses de novembro e março, atrai muitos adeptos da prancha. O motivo? As ondas podem chegar a cinco metros de altura.
Além de surfistas, a praia atrai turistas em geral, pois lá está uma das atrações mais famosas de Noronha: o Morro Dois Irmãos. O acesso pode ser de buggy, mas a Cacimba do Padre fica um pouco afastada da única entrada do arquipélago.
Praia dos Artistas
Onde: Aracaju (SE)
O apelido da Praia dos Artistas já deixa claro que ela é a queridinha dos surfistas na capital de Sergipe: Havaizinho. Ela é o comecinho de Atalaia, a praia mais badalada da cidade. É uma praia urbana e também boa para a pesca. Conta com estrutura para turistas e banhistas: há quiosques com opções de comidas e bebidas. Antigamente, a Praia dos Artistas era reduto de hippies e da boêmia de Aracaju.
Jeribucaçu
Onde: Itacaré (BA)
Localizada dentro de uma fazenda particular, Jeribucaçu não tem um acesso fácil: ele só é feito de barco ou a pé, através de uma trilha de pouco mais de cinco quilômetros (cerca de 35 minutos de caminhada), que sai da rodovia BA-001.
O que pode tirar a coragem de muitos banhistas comuns é motivo de empolgação para os surfistas. As ondas são incríveis e o cenário fantástico ganha um toque especail com rio Jeribucaçu.
Praia do Oiteiro
Onde: João Pessoa (PB)
Essa bela praia fica no litoral norte da capital paraibana e se tornou reduto de surfistas, pois não oferece estrutura turística (bares, banheiros, etc). As ondas de lá são enormes. Tem dunas e alguns coqueiros. Vale subir nas dunas para apreciar a vista panorâmica.
Praia do Moleque
Onde: Tibau do Sul (RN)
Entre a Praia dos Afogados (também chamada de Praia do Amor) e a Praia das Minas, a Praia do Moleque é pequena e fica pertinho da Pedra do Moleque – daí o seu nome. O acesso é dificultado pelo fato de a praia estar isolada por falésias. Para chegar à areia, é preciso descer uma escada improvisada, instalada no penhasco do Mirante do Chapadão.
Os surfistas têm belas recompensas, depois de tanto esforço para chegar à Praia do Moleque. Eles frequentam bastante o local, especialmente durante a maré alta. Na maré baixa, formam-se piscinas naturais.
Prainha
Onde: Rio de Janeiro (RJ)
A Prainha, no Rio, é a preferida dos surfistas na Cidade Maravilhosa
Mais afastada do burburinho dos turistas, a Prainha fica na região da Barra da Tijuca, zona oeste do Rio de Janeiro. É a praia preferida dos surfistas do Rio, atraindo também aqueles que querem tranquilidade e desejam curtir as belezas naturais daquele recanto.
A praia ocupa 700 metros e fica cercada por morros cobertos por Mata Atlântica. No local, há alguns quiosques, onde é possível comprar suco, açaí, cerveja e sanduíche natural.
Praia Brava
Onde: Arraial do Cabo (RJ)
Acesso difícil à Praia Brava faz com que ela fique quase sempre deserta
As ondas são fortes e os banhistas são poucos. Isso faz da Praia Brava, em Arraial do Cabo, uma das favoritas dos surfistas na região. A frequência é baixa porque o acesso é bem difícil: é preciso fazer uma trilha no Morro do Atalaia, só possível quando a maré está baixa.
O visual é selvagem, lindo e ocupa 200 metros de extensão, do lado de fora do Pontal do Atalaia.
Surfistas paulistas costumam adotar a Praia do Félix, em Ubatuba, litoral norte do Estado. Ela fica a 15 quilômetros do centro da cidade, mas vale a pena encarar a distância um pouco maior para aproveitar as ondas fortes, encontradas principalmente do lado esquerdo da praia.
Já o lado direito, costuma ser frequentado por aqueles que não fazempraticam o esporte. É lá que o mar costuma formar belas piscinas naturais.
Itamambuca
Onde: Ubatuba (SP)
Itamambuca, em Ubatuba, sedia campeonatos brasileiros de surfe
Famosa por sediar importantes campeonatos de surfe no Brasil, Itamambuca também fica em Ubatuba e é muito disputada, sempre por surfistas, por causa de suas ondas incríveis.
O rio que desemboca no canto direito da praia também dá uma “forcinha” para que o lugar seja muito procurado para a prática do surfe: o rio forma um canal que leva os surfistas com facilidade para além da arrebentação.
Praia da Cerca
Onde: Guarapari (ES)
A praia tem apenas 300 metros e fica a cinco quilômetros do centro do balneário de Guarapari. Esse bonito cenário, localizado logo depois do Morro da Pescaria, atrai muitos surfistas. Além das ondas fortes, outra característica marcante da Praia da Cerca é a areia com um tom de cor meio amarelado.
Praia da Vila
Onde: Imbituba (SC)
A Praia da Vila era única na América Latina a sediar o mundial de surfe
A 90 quilômetros de Florianópolis, a Praia da Vila é um dos redutos mais famosos do surfe no Brasil. Para se ter uma ideia, a praia era, até pouco tempo, o único lugar da América Latina a sediar uma das etapas do Campeonato Mundial de Surfe (WCT). Em 2011, o Rio de Janeiro voltará a ser um dos pontos de disputa do campeonato.
A proximidade da Praia da Vila com as ilhas Santana de Dentro e Santana de Fora é o principal fator responsável pela formação das ondas perfeitas, que podem chegar facilmente aos cinco metros de altura.
Praia do Silveira
Onde: Garopaba (SC)
Muitos surfistas consideram a Praia do Silveira, também em Santa Catarina, a melhor do Brasil para a prática do surfe. Ela também aparece em algumas listas como a quinta melhor do mundo. Com uma beleza estonteante e um aspecto selvagem, a praia tem 1,5 quilômetro de extensão e em seu canto esquerdo se formam as melhores ondas. Surfistas iniciantes costumam não se dar bem por lá.
A cerca de dois quilômetros do centro de Garopaba, a paisagem é dominada por uma montanha com vegetação típica da Mata Atlântica. Pescadores também costumam frequentar a Praia do Silveira, pois lá é estuário de desova de tainha.
sábado, 25 de dezembro de 2010
quarta-feira, 24 de novembro de 2010
Atrações no Fundo do Mar
O fundo do mar guarda tantas atrações que nem Julio Verne poderia imaginar. Um hotel luxuoso, um restaurante chique e um recém-inaugurado museu. Mergulhe fundo em algumas atrações:
México – Museu Subaquático
Esculturas deixam o mar do Caribe ainda mais bonito
As águas transparentes do Caribe se transformaram em um imenso museu natural. Inaugurado em outubro, o Museu Subaquático de Arte Contemporânea no litoral de Cancún é o maior do mundo debaixo d’água.
400 esculturas de cimento, que juntas pesam 120 toneladas, estão fincadas no fundo do mar. Elas foram esculpidas uma a uma durante anos pelo artista inglês Jason de Caires Taylor. A ideia é chamar a atenção para a degradação da vida marinha. Moradores locais serviram de modelo. Com o tempo, corais e algas vão cobrir seus contornos. A entrada é gratuita. Você só vai precisar de equipamento de mergulho e muito fôlego.
Endereço: Parque Nacional de la costa Occidental de Isla Mujeres, Punta Cancún y Punta Nizuc Benito Juárez, Quintana Roo
Ilhas Maldivas – Restaurante Ithaa Undersea
Vista de 180° no restaurante a cinco metros de profundidade
Esqueça os restaurantes em topos de arranha-céus. A cinco metros de profundidade, o teto de vidro ovalado do Ithaa Undersea oferece uma bela vista panorâmica de 180° do Oceano Índico. No almoço, o sol ilumina todo o mar e o ambiente resplandece de luz. Curiosos tubarões e arraias passam rente ao vidro para olhar a sua comida.
O visitante chega ao restaurante impecável, sem uma gotinha de água na roupa. O acesso é feito por uma plataforma na superfície e uma escada. Exclusivo, o restaurante comporta apenas 12 pessoas por refeição. Com culinária sofisticada, experimente o filé de peixe frito, coberto com xarope de mapple e molho de capim cidreira, acompanhado com purê de batatas. A refeição custa US$ 250 – ou US$ 120, se estiver hospedado no Hotel Conrad Maldives.
Endereço: Conrad Maldives Rangali Island, Rangali Island
Emirados Árabes - Hotel Atlantis The Palm
Arraias e tubarões deslizam rente à janela do quarto
Imagine-se em um aquário gigantesco, com mais de 65 mil animais marinhos. E que da janela do quarto é possível ver de pertinho arraias, tubarões e uma infinidade de peixes deslizando elegantemente. É possível? Sim, na extravagante Dubai tudo é possível.
As suítes submersas do Hotel Atlantis The Palm ficam no fundo da Lagoa Ambassador, na ilha artificial Palm Jumeraih. Luxuosíssimas, contam ainda com internet, TV a cabo e hidromassagem. Mas se quiser interagir com os animais, vá até as piscinas e nade com os simpáticos golfinhos. Só o preço é um tantinho salgado: a diária para casal custa 29.500 dirhams, cerca de R$ 9 mil.
Endereço: Crescent Road, Palm Jumeirah
EUA – Jules Undersea Lodge
O camareiro traz a bagagem em uma maleta à prova d'água
Coloque a roupa de borracha e os pés de pato. Sim, é preciso mergulhar para chegar até o Jules Undersea Lodge, a nove metros de profundidade na Lagoa Emerald, na Flórida. Fique tranquilo, pois o “camareiro” se encarrega da bagagem, transportada em uma maleta à prova d’água.
Você vai se sentir como se estivesse em um submarino. São apenas dois quartos, pequenos e confortáveis. O espaço conta com telefone e ar condicionado. Mas a vedete é a janelona de 42 polegadas, que parece uma televisão com o vaivém de peixinhos. A diária por pessoa custa US$ 500, incluindo café da manhã e jantar gourmet preparado pelo chef de cozinha.
Endereço: Key Largo Undersea Park, 51 Shoreland Drive
Ilhas Maldivas – Hurvafen Fushi Spa
Relaxamento total no único spa submerso
Se você relaxa enquanto observa um aquário, imagine contemplar o movimento vagaroso de tartarugas gigantes em pleno Oceano Índico. Essa é a ideia do Hurvafen Fushi, que abriga o único spa submerso do mundo. Tudo ali evoca o mar - dos tecidos fininhos que lembram algas às almofadas macias que parecem feitas de esponja. Experimente a esfoliação com creme à base de coco e lima, seguida por suave massagem (US$ 180). Para relaxar ainda mais, há tratamentos como reiki e reflexologia, cada um a US$ 135.
Quer uma dose de adrenalina? Opções não faltam nesse luxuoso complexo, encravado em um atol nas Ilhas Maldivas: mergulho, parasail, windsurfe, esqui aquático...Tanto luxo, é claro, tem seu preço. A diária para o casal em bangalôs à beira do mar azul-turquesa custa a partir de R$ 1 mil.
Endereço: Conrad Maldives Rangali Island, North Malé Atoll
México – Museu Subaquático
Esculturas deixam o mar do Caribe ainda mais bonito
As águas transparentes do Caribe se transformaram em um imenso museu natural. Inaugurado em outubro, o Museu Subaquático de Arte Contemporânea no litoral de Cancún é o maior do mundo debaixo d’água.
400 esculturas de cimento, que juntas pesam 120 toneladas, estão fincadas no fundo do mar. Elas foram esculpidas uma a uma durante anos pelo artista inglês Jason de Caires Taylor. A ideia é chamar a atenção para a degradação da vida marinha. Moradores locais serviram de modelo. Com o tempo, corais e algas vão cobrir seus contornos. A entrada é gratuita. Você só vai precisar de equipamento de mergulho e muito fôlego.
Endereço: Parque Nacional de la costa Occidental de Isla Mujeres, Punta Cancún y Punta Nizuc Benito Juárez, Quintana Roo
Ilhas Maldivas – Restaurante Ithaa Undersea
Vista de 180° no restaurante a cinco metros de profundidade
Esqueça os restaurantes em topos de arranha-céus. A cinco metros de profundidade, o teto de vidro ovalado do Ithaa Undersea oferece uma bela vista panorâmica de 180° do Oceano Índico. No almoço, o sol ilumina todo o mar e o ambiente resplandece de luz. Curiosos tubarões e arraias passam rente ao vidro para olhar a sua comida.
O visitante chega ao restaurante impecável, sem uma gotinha de água na roupa. O acesso é feito por uma plataforma na superfície e uma escada. Exclusivo, o restaurante comporta apenas 12 pessoas por refeição. Com culinária sofisticada, experimente o filé de peixe frito, coberto com xarope de mapple e molho de capim cidreira, acompanhado com purê de batatas. A refeição custa US$ 250 – ou US$ 120, se estiver hospedado no Hotel Conrad Maldives.
Endereço: Conrad Maldives Rangali Island, Rangali Island
Emirados Árabes - Hotel Atlantis The Palm
Arraias e tubarões deslizam rente à janela do quarto
Imagine-se em um aquário gigantesco, com mais de 65 mil animais marinhos. E que da janela do quarto é possível ver de pertinho arraias, tubarões e uma infinidade de peixes deslizando elegantemente. É possível? Sim, na extravagante Dubai tudo é possível.
As suítes submersas do Hotel Atlantis The Palm ficam no fundo da Lagoa Ambassador, na ilha artificial Palm Jumeraih. Luxuosíssimas, contam ainda com internet, TV a cabo e hidromassagem. Mas se quiser interagir com os animais, vá até as piscinas e nade com os simpáticos golfinhos. Só o preço é um tantinho salgado: a diária para casal custa 29.500 dirhams, cerca de R$ 9 mil.
Endereço: Crescent Road, Palm Jumeirah
EUA – Jules Undersea Lodge
O camareiro traz a bagagem em uma maleta à prova d'água
Coloque a roupa de borracha e os pés de pato. Sim, é preciso mergulhar para chegar até o Jules Undersea Lodge, a nove metros de profundidade na Lagoa Emerald, na Flórida. Fique tranquilo, pois o “camareiro” se encarrega da bagagem, transportada em uma maleta à prova d’água.
Você vai se sentir como se estivesse em um submarino. São apenas dois quartos, pequenos e confortáveis. O espaço conta com telefone e ar condicionado. Mas a vedete é a janelona de 42 polegadas, que parece uma televisão com o vaivém de peixinhos. A diária por pessoa custa US$ 500, incluindo café da manhã e jantar gourmet preparado pelo chef de cozinha.
Endereço: Key Largo Undersea Park, 51 Shoreland Drive
Ilhas Maldivas – Hurvafen Fushi Spa
Relaxamento total no único spa submerso
Se você relaxa enquanto observa um aquário, imagine contemplar o movimento vagaroso de tartarugas gigantes em pleno Oceano Índico. Essa é a ideia do Hurvafen Fushi, que abriga o único spa submerso do mundo. Tudo ali evoca o mar - dos tecidos fininhos que lembram algas às almofadas macias que parecem feitas de esponja. Experimente a esfoliação com creme à base de coco e lima, seguida por suave massagem (US$ 180). Para relaxar ainda mais, há tratamentos como reiki e reflexologia, cada um a US$ 135.
Quer uma dose de adrenalina? Opções não faltam nesse luxuoso complexo, encravado em um atol nas Ilhas Maldivas: mergulho, parasail, windsurfe, esqui aquático...Tanto luxo, é claro, tem seu preço. A diária para o casal em bangalôs à beira do mar azul-turquesa custa a partir de R$ 1 mil.
Endereço: Conrad Maldives Rangali Island, North Malé Atoll
quinta-feira, 18 de novembro de 2010
Guia para esquiar no Hemisfério Norte
Se você gosta de esqui, está na hora de mudar de lado. O hemisfério sul saiu de cena em outubro e os amantes do esporte preparam as malas e afiam os equipamentos para a temporada no hemisfério norte. Das Montanhas Rochosas dos Estados Unidos ao charme da francesa Chamonix, confira as estações mais famosas do mundo e se prepare para cair na neve com estilo.
CANADÁ
Norquay
Onde: Banff, Província de Alberta.
Temporada: em Norquay, a temporada vai de abril até dezembro. E em SunShine de novembro até o final de maio, todos os anos.
SXC
Banff, no Canadá: esqui dentro de uma área de proteção ambiental
A cidade de Banff fica no coração do Parque Nacional de Banff, área de proteção ambiental declarada, pela UNESCO, Patrimônio da Humanidade. Para os esquiadores, é um verdadeiro paraíso, com diversas pistas para todos os níveis. É possível esquiar em Mount Norquay, a apenas cinco quilômetros do centro da cidade, e em SunShine, a 27 quilômetros e com uma extensa área esquiável.
Importante centro cultural do Canadá, Banff agrada também aos amantes de entretenimento, com inúmeros festivais e eventos no decorrer do ano. Os esquiadores gourmets não podem reclamar: há mais de 100 restaurantes, dos mais variaods estilos.
ÁUSTRIA
Kitzbühel Tirol
Onde: Tirol.
Temporada: de outubro de 2010 até 25 de abril de 2011.
Uma das estações de esqui mais populares da Áustria, Kitzbühel fica em uma cidade situada entre as montanhas de Hahnenkamm e Kitzbühler Horn. As aldeias vizinhas à cidade - Aurach, Reith e Jochberg - também exploram a prática dos esportes de inverno.
Para a temporada 2010/2011, Kitzbühel abriu no final de outubro. Os invernos por lá são bem longos, com temperaturas consideravelmente mais baixas, se comparadas aos Alpes franceses ou suíços.
SUÍÇA
Gstaad
Onde: Saanen.
Temporada: de outubro de 2010 a 15 de março de 2011.
A atriz Elizabeth Taylor tem casa por lá. Gstaad, estação de esqui localizada em Saanen, em Berna, é uma das maiores estâncias de esqui na Suíça. Fica perto de Mortitz e Zermatt, além de ser sede de muitas competições no país.
A região de Gstaad não é muito alta, mas, mesmo assim, oferece muitas possibilidades para os amantes do esqui. São 250 quilômetros de pistas, com cerca de 30 caminhos abertos para esqui nórdico ou caminhadas em raquetes (tipo de calçado que impede as pessoas de afundarem na neve).
SUÍÇA
Engelberg Titlis
Onde: Engelberg.
Temporada: de novembro de 2010 a maio de 2011.
SXC
Titlis Rotair é a montanha mais alta da Suíça central
A apenas uma hora e meia de Zurique, em Engelberg, Titlis Rotair é a montanha mais alta da Suíça central, a 3.020 metros acima do nível do mar. É lá que fica o Rotair, bondinho giratório com capacidade para 80 pessoas. Ele sobe a montanha lentamente, oferecendo aos visitantes uma vista deslumbrante dos Alpes Suíços, com 360 graus de giro.
No topo da montanha, a diversão continua. Entre as atrações estão o Ice Flyer Chair Lift, um teleférico aberto que permite uma visão aérea das geleiras e leva as pessoas até o Titlis Glaciar Park, um parque de diversão na neve. A temporada de esqui por lá vai de novembro a maio e é uma das mais longas da Europa.
AÚSTRIA
Axamer Lizum
Onde: Innsbruck.
Temporada: de novembro a 11 de abril de 2011.
Axamer Lizum não é uma estação de esqui de grande porte, mas, por estar bem perto do centro de Innsbruck, a apenas 20 minutos do centro da cidade, o acesso é fácil.
Sede dos Jogos Olímpicos de Inverno de 1964 e 1972, Axamer Lizum oferece também pistas para iniciantes. No total, são 13 meios de elevação, 68 quilômetros de pistas e variação entre 900 e 2.340 metros, ao longo das três áreas de Axamer Lizum, Mutteralm e Glungezer.
ESTADOS UNIDOS
Vail Resorts Inc
Onde: Colorado.
Temporada: 19 de novembro de 2010 a 24 de abril de 2011.
O Vail Resorts Inc reúne quatro montanhas de esqui no Colorado
O Vail Resorts Inc é verdadeiro gigante da neve, reunindo quatro montanhas de esqui no Colorado. Vail Mountain, Beaver Creek, Breckenridge e Keystone detém, juntas, a maior área esquiável dos Estados Unidos (algo em torno de 70 milhões de metros quadrados). Somando-se as pistas, são 726 opções para todos os níveis.
As montanhas ficam no estado do Colorado, em um raio de 81 quilômetros de distância. A Vail Montain é a mais famosa e a maior de todas, com 193 pistas distribuídas em mais de cinco mil acres de terreno e 25 lifts de diversas capacidades e velocidades. Este ano os olhos dos esportistas estão voltados para Breckenridge, que completa 150 anos. A histórica cidade mineradora é um dos mais respeitados centros de esqui e snowboard dos Estados Unidos, além de ter sido a primeira a permitir a prática do snowboard, há exatos 25 anos.
ESTADOS UNIDOS
Heavenly Mountain
Onde: fronteira dos estados da Califórnia e Nevada.
Temporada: de 19 de novembro de 2010 a 24 de abril de 2011.
Heavenly Mountain oferece vista panorâmica do Lago Tahoe
Localizado na fronteira entre os estados da Califórnia e Nevada, o Heavenly é um dos maiores resorts a América do Norte, com quase dois mil hectares de área esquiável. Uma característica da Heavenly Mountain, valorizada pela deslumbrante vista panorâmica do Lago Tahoe, é oferecer diversas opções de recreação e entretenimento.
Além de esqui para todos os níveis, com picos e elevações para os avançados e terrenos abertos para iniciantes e intermédiários, o resort tem o esqui entre árvores e a vida noturna 24 horas. Ele fica bem perto de boates, restaurantes e inúmeras opções de hospedagem. Em fevereiro de 2011, a novidade em Heavenly será um restaurante de mais de 14 mil metros quadrados, localizado na parte superior da gôndola Heavenly. O local contará com 500 lugares internos e mais 250 no pátio ao ar livre.
ESPANHA
Estância de Fuentes de Invierno
Onde: Principado de Astúrias.
Temporada: 21 de novembro de 2010 a 11 de abril de 2011.
Cinco reboques mecânicos levam os esquiadores às pistas em Astúrias
A estância fica localizada na região das Astúrias, no Puerto de San Isidro (município de Aller). Tem boa qualidade de neve em todas as pistas (área total de 8,7 quilômetros) e oferece, ainda, fácil acesso aos visitantes. Para chegar às pistas, cinco reboques mecânicos capazes de transportar 8.200 passageiros por hora.
Quem quiser explorar os arredores encontrará bons restaurantes, bares, supermercados, farmácias e lojas de material e roupas esportivas. O município de Aller também tem muitas atrações gastronômicas e de ecoturismo. Além disso, a estância de Fuentes de Invierno está a apenas uma hora da capital das Astúrias, Oviedo, onde há diversas opções de passeio e lazer.
CANADÁ
Whistler Blackcomb Ski Resort
Onde: Columbia Britânica.
Temporada: de 25 de novembro de 2010 a junho de 2011.
SXC
Uma das características de Whistler é a baixa altitude
Whistler está roubando a cena de Vancouver, no Canadá. Esse vilarejo, situado aos pés das montanhas Whistler e Blackcomb, é pequeno, mas possui excelentes hotéis, restaurantes e lojas.
Uma das características de Whistler – que acaba sendo uma grande vantagem – é sua baixa altitude, variando entre 609 e 2.285 metros. Com isso, o esquiador sente menos falta de ar - comum nas estâncias de esqui mais altas -, cansando menos durante a prática do esporte. Para esquiar, o espaço é abundante: 2.862 hectares de terreno e 200 trilhas nas duas montanhas.
ESTADOS UNIDOS
Aspen/Snowmass
Onde: Colorado.
Temporada: de 25 de novembro de 2010 a 24 de abril de 2011.
Temporada 2010/2011 em Aspen começa dia 25 de novembro
Aspen é ideal para quem vai viajar em grupo, com pessoas que não praticam o esporte. Reduto de boa gastronomia, Aspen/Snowmass oferece, ainda, boas lojas e galerias de arte, além de cursos de culinária e pista de patinação no gelo para a garotada.
Na temporada 2010/2011, os lifts das quatro montanhas do complexo Aspen/Snowmass começam a funcionar em 25 de novembro, quando Aspen Mountain e Snowmass abrem as portas aos esquiadores. Já Aspen Highlands e Buttermilk iniciam suas atividades em 11 de dezembro. Aspen Highlands fecha em 24 de abril, Buttermilk em 3 de abril, enquanto Aspen Mountain e Snowmass encerram suas atividades dia 10 de abril.
ESTADOS UNIDOS
Jackson Hole
Onde: Wyoming.
Temporada: de 27 de novembro de 2010 a 3 de abril de 2011.
O Jackson Hole Mountain Resort tem 2.500 hectares de terreno
Bem perto do Parque Nacional Yellowstone, famoso por ser o habitat do personagem Zé Colméia, o Jackson Hole Mountain Resort é uma opção de hospedagem nesse vale localizado em Wyoming, perto da fronteira ocidental com Idaho.
Com 2.500 hectares de terreno, duas montanhas distintas - Rendezvous e Après Vous - compõem o Jackson Hole Mountain Resort e são points de esqui e snowboard há 40 anos. Quem não pratica o esporte pode passear de trenó.
SUÍÇA
St. Moritz
Onde: St. Moritz.
Temporada: de 27 de novembro de 2010 a 25 de abril de 2011.
Perto da fronteira com a Itália, St. Moritz é a mais badalada entre as estações de esqui na Suíça. E visitar uma estação de esqui nesse país é como ir a uma bela praia no Nordeste. Com 400 pistas, St. Moritz também é um paraíso turístico por outros motivos: oferece lojas de luxo, galerias de artes, além de excelentes restaurantes, bares e hotéis.
Um dos berços dos esportes de neve no mundo, St. Moritz lida com o esqui desde o final do século 19. Esse vilajero de montanha esbanja charme. Quem estiver em Zurique pode ir até lá de trem, em uma viagem que dura cerca de três horas e meia.
ESPANHA
Estância de San Isidro
Onde: León.
Temporada: 27 de novembro de 2010 a 1º de maio de 2011.
Localizada na Cordilheira Cantábrica, norte da província de León, San Isidro tem 24 quilômetros de extensão e chega até 2.030 metros de altitude. Além da boa estrutura para a prática do esqui, a estância ainda oferece como atrativos a excelente gastronomia local e a espetacular formação montanhosa Picos de Europa.
SUÍÇA
Zermatt
Onde: Cantão Valais.
Temporada: 27 de novembro de 2010 a 1º de maio de 2011.
SXC
Zermatt oferece mais de 350 quilômetros de pistas de esqui
Também na fronteira da Suíça com a Itália, Zermatt é puro glamour. Com 1.700 metros de altura, a estação oferece hotéis de luxo para os que quiserem ficar na região. Bons restaurantes também podem ser encontrados facilmente.
A estação oferece mais de 350 quilômetros de pistas de esqui, com níveis variados de dificuldade. Há desde pistas para os experientes esquiadores como também pistas azuis e verdes, que são as destinadas para os iniciantes. Cursos de ski também são oferecidos.
FRANÇA
Val D'Isère
Onde: fronteira entre França, Itália e Suíça.
Temporada: de 27 de novembro de 2010 a 1º de maio de 2011.
Com acesso pelas cidades de Genève, na Suíça, Lyon, na França, e Turin, na Itália, a estância fica em região muito montanhosa, no coração dos Alpes. O Val d'Isère é um vilarejo de montanha, com séculos de história (lá é possível visitar uma igreja do século 11, por exemplo) e muita vocação para os esportes de neve, como esqui e snowboard.
Foi ali que o esquiador Jean-Claude Killy, tricampeão olímpico nos Jogos Olímpicos de Inverno, aprendeu a esquiar. A área de esqui não se chama Espace Killy por acaso.
ESTADOS UNIDOS
Deer Valley
Onde: Utah.
Temporada: 4 de dezembro de 2010 a 10 de abril de 2011.
Leitores da Ski Magazine elegeram Deer Valley a melhor estação
Pelo quarto ano consecutivo, os leitores da Ski Magazine escolheram Deer Valley, em Utah, como o destino a melhor estação de esqui da América do Norte. Com diversas estações nas vizinhanças, Deer Valley é frequentada por um público mais sofisticado. Há serviços como manobristas de esqui gratuito, restaurantes estrelados e lojas de grife.
O resort Stein Eriksen Lodge oferece acomodações de luxo. Seu diretor e anfitrião não é ninguém menos do que o próprio medalhista de ouro Stein Eriksen. A venda de ingressos em Deer Valley é limitada a 6.500 por dia, para evitar a superlotação.
FRANÇA
Chamonix
Onde: Chamonix.
Temporada: de 4 de dezembro de 2010 a 8 de maio de 2011.
SXC
Chamonix tem certificado de excelência em gestão ambiental
Bonita, charmosa e politicamente correta. Assim é Chamonix, a estação de esqui localizada entre a França e a Suíça. Cidade de esqui mais famosa do país, Chamonix tem paisagens belíssimas e oferece inúmeras possibilidades para os fãs de esporte da neve. A cidade de pouco mais de 9 mil habitantes fica aos pés de Mont-Blanc, a famosa montanha “Dama Branca” dos Alpes franceses.
Os amantes de esqui se deliciam com neve cobrindo as montanhas de dezembro até o começo de maio. Entre as áreas de esqui, quatro são indicadas para iniciantes. A pista mais famosa para os experientes é a do Vale Branco, com 20 quilômetros de geleira e excelentes serviços de guia nas montanhas. Há, ainda, escolas de esqui.
CANADÁ
Norquay
Onde: Banff, Província de Alberta.
Temporada: em Norquay, a temporada vai de abril até dezembro. E em SunShine de novembro até o final de maio, todos os anos.
SXC
Banff, no Canadá: esqui dentro de uma área de proteção ambiental
A cidade de Banff fica no coração do Parque Nacional de Banff, área de proteção ambiental declarada, pela UNESCO, Patrimônio da Humanidade. Para os esquiadores, é um verdadeiro paraíso, com diversas pistas para todos os níveis. É possível esquiar em Mount Norquay, a apenas cinco quilômetros do centro da cidade, e em SunShine, a 27 quilômetros e com uma extensa área esquiável.
Importante centro cultural do Canadá, Banff agrada também aos amantes de entretenimento, com inúmeros festivais e eventos no decorrer do ano. Os esquiadores gourmets não podem reclamar: há mais de 100 restaurantes, dos mais variaods estilos.
ÁUSTRIA
Kitzbühel Tirol
Onde: Tirol.
Temporada: de outubro de 2010 até 25 de abril de 2011.
Uma das estações de esqui mais populares da Áustria, Kitzbühel fica em uma cidade situada entre as montanhas de Hahnenkamm e Kitzbühler Horn. As aldeias vizinhas à cidade - Aurach, Reith e Jochberg - também exploram a prática dos esportes de inverno.
Para a temporada 2010/2011, Kitzbühel abriu no final de outubro. Os invernos por lá são bem longos, com temperaturas consideravelmente mais baixas, se comparadas aos Alpes franceses ou suíços.
SUÍÇA
Gstaad
Onde: Saanen.
Temporada: de outubro de 2010 a 15 de março de 2011.
A atriz Elizabeth Taylor tem casa por lá. Gstaad, estação de esqui localizada em Saanen, em Berna, é uma das maiores estâncias de esqui na Suíça. Fica perto de Mortitz e Zermatt, além de ser sede de muitas competições no país.
A região de Gstaad não é muito alta, mas, mesmo assim, oferece muitas possibilidades para os amantes do esqui. São 250 quilômetros de pistas, com cerca de 30 caminhos abertos para esqui nórdico ou caminhadas em raquetes (tipo de calçado que impede as pessoas de afundarem na neve).
SUÍÇA
Engelberg Titlis
Onde: Engelberg.
Temporada: de novembro de 2010 a maio de 2011.
SXC
Titlis Rotair é a montanha mais alta da Suíça central
A apenas uma hora e meia de Zurique, em Engelberg, Titlis Rotair é a montanha mais alta da Suíça central, a 3.020 metros acima do nível do mar. É lá que fica o Rotair, bondinho giratório com capacidade para 80 pessoas. Ele sobe a montanha lentamente, oferecendo aos visitantes uma vista deslumbrante dos Alpes Suíços, com 360 graus de giro.
No topo da montanha, a diversão continua. Entre as atrações estão o Ice Flyer Chair Lift, um teleférico aberto que permite uma visão aérea das geleiras e leva as pessoas até o Titlis Glaciar Park, um parque de diversão na neve. A temporada de esqui por lá vai de novembro a maio e é uma das mais longas da Europa.
AÚSTRIA
Axamer Lizum
Onde: Innsbruck.
Temporada: de novembro a 11 de abril de 2011.
Axamer Lizum não é uma estação de esqui de grande porte, mas, por estar bem perto do centro de Innsbruck, a apenas 20 minutos do centro da cidade, o acesso é fácil.
Sede dos Jogos Olímpicos de Inverno de 1964 e 1972, Axamer Lizum oferece também pistas para iniciantes. No total, são 13 meios de elevação, 68 quilômetros de pistas e variação entre 900 e 2.340 metros, ao longo das três áreas de Axamer Lizum, Mutteralm e Glungezer.
ESTADOS UNIDOS
Vail Resorts Inc
Onde: Colorado.
Temporada: 19 de novembro de 2010 a 24 de abril de 2011.
O Vail Resorts Inc reúne quatro montanhas de esqui no Colorado
O Vail Resorts Inc é verdadeiro gigante da neve, reunindo quatro montanhas de esqui no Colorado. Vail Mountain, Beaver Creek, Breckenridge e Keystone detém, juntas, a maior área esquiável dos Estados Unidos (algo em torno de 70 milhões de metros quadrados). Somando-se as pistas, são 726 opções para todos os níveis.
As montanhas ficam no estado do Colorado, em um raio de 81 quilômetros de distância. A Vail Montain é a mais famosa e a maior de todas, com 193 pistas distribuídas em mais de cinco mil acres de terreno e 25 lifts de diversas capacidades e velocidades. Este ano os olhos dos esportistas estão voltados para Breckenridge, que completa 150 anos. A histórica cidade mineradora é um dos mais respeitados centros de esqui e snowboard dos Estados Unidos, além de ter sido a primeira a permitir a prática do snowboard, há exatos 25 anos.
ESTADOS UNIDOS
Heavenly Mountain
Onde: fronteira dos estados da Califórnia e Nevada.
Temporada: de 19 de novembro de 2010 a 24 de abril de 2011.
Heavenly Mountain oferece vista panorâmica do Lago Tahoe
Localizado na fronteira entre os estados da Califórnia e Nevada, o Heavenly é um dos maiores resorts a América do Norte, com quase dois mil hectares de área esquiável. Uma característica da Heavenly Mountain, valorizada pela deslumbrante vista panorâmica do Lago Tahoe, é oferecer diversas opções de recreação e entretenimento.
Além de esqui para todos os níveis, com picos e elevações para os avançados e terrenos abertos para iniciantes e intermédiários, o resort tem o esqui entre árvores e a vida noturna 24 horas. Ele fica bem perto de boates, restaurantes e inúmeras opções de hospedagem. Em fevereiro de 2011, a novidade em Heavenly será um restaurante de mais de 14 mil metros quadrados, localizado na parte superior da gôndola Heavenly. O local contará com 500 lugares internos e mais 250 no pátio ao ar livre.
ESPANHA
Estância de Fuentes de Invierno
Onde: Principado de Astúrias.
Temporada: 21 de novembro de 2010 a 11 de abril de 2011.
Cinco reboques mecânicos levam os esquiadores às pistas em Astúrias
A estância fica localizada na região das Astúrias, no Puerto de San Isidro (município de Aller). Tem boa qualidade de neve em todas as pistas (área total de 8,7 quilômetros) e oferece, ainda, fácil acesso aos visitantes. Para chegar às pistas, cinco reboques mecânicos capazes de transportar 8.200 passageiros por hora.
Quem quiser explorar os arredores encontrará bons restaurantes, bares, supermercados, farmácias e lojas de material e roupas esportivas. O município de Aller também tem muitas atrações gastronômicas e de ecoturismo. Além disso, a estância de Fuentes de Invierno está a apenas uma hora da capital das Astúrias, Oviedo, onde há diversas opções de passeio e lazer.
CANADÁ
Whistler Blackcomb Ski Resort
Onde: Columbia Britânica.
Temporada: de 25 de novembro de 2010 a junho de 2011.
SXC
Uma das características de Whistler é a baixa altitude
Whistler está roubando a cena de Vancouver, no Canadá. Esse vilarejo, situado aos pés das montanhas Whistler e Blackcomb, é pequeno, mas possui excelentes hotéis, restaurantes e lojas.
Uma das características de Whistler – que acaba sendo uma grande vantagem – é sua baixa altitude, variando entre 609 e 2.285 metros. Com isso, o esquiador sente menos falta de ar - comum nas estâncias de esqui mais altas -, cansando menos durante a prática do esporte. Para esquiar, o espaço é abundante: 2.862 hectares de terreno e 200 trilhas nas duas montanhas.
ESTADOS UNIDOS
Aspen/Snowmass
Onde: Colorado.
Temporada: de 25 de novembro de 2010 a 24 de abril de 2011.
Temporada 2010/2011 em Aspen começa dia 25 de novembro
Aspen é ideal para quem vai viajar em grupo, com pessoas que não praticam o esporte. Reduto de boa gastronomia, Aspen/Snowmass oferece, ainda, boas lojas e galerias de arte, além de cursos de culinária e pista de patinação no gelo para a garotada.
Na temporada 2010/2011, os lifts das quatro montanhas do complexo Aspen/Snowmass começam a funcionar em 25 de novembro, quando Aspen Mountain e Snowmass abrem as portas aos esquiadores. Já Aspen Highlands e Buttermilk iniciam suas atividades em 11 de dezembro. Aspen Highlands fecha em 24 de abril, Buttermilk em 3 de abril, enquanto Aspen Mountain e Snowmass encerram suas atividades dia 10 de abril.
ESTADOS UNIDOS
Jackson Hole
Onde: Wyoming.
Temporada: de 27 de novembro de 2010 a 3 de abril de 2011.
O Jackson Hole Mountain Resort tem 2.500 hectares de terreno
Bem perto do Parque Nacional Yellowstone, famoso por ser o habitat do personagem Zé Colméia, o Jackson Hole Mountain Resort é uma opção de hospedagem nesse vale localizado em Wyoming, perto da fronteira ocidental com Idaho.
Com 2.500 hectares de terreno, duas montanhas distintas - Rendezvous e Après Vous - compõem o Jackson Hole Mountain Resort e são points de esqui e snowboard há 40 anos. Quem não pratica o esporte pode passear de trenó.
SUÍÇA
St. Moritz
Onde: St. Moritz.
Temporada: de 27 de novembro de 2010 a 25 de abril de 2011.
Perto da fronteira com a Itália, St. Moritz é a mais badalada entre as estações de esqui na Suíça. E visitar uma estação de esqui nesse país é como ir a uma bela praia no Nordeste. Com 400 pistas, St. Moritz também é um paraíso turístico por outros motivos: oferece lojas de luxo, galerias de artes, além de excelentes restaurantes, bares e hotéis.
Um dos berços dos esportes de neve no mundo, St. Moritz lida com o esqui desde o final do século 19. Esse vilajero de montanha esbanja charme. Quem estiver em Zurique pode ir até lá de trem, em uma viagem que dura cerca de três horas e meia.
ESPANHA
Estância de San Isidro
Onde: León.
Temporada: 27 de novembro de 2010 a 1º de maio de 2011.
Localizada na Cordilheira Cantábrica, norte da província de León, San Isidro tem 24 quilômetros de extensão e chega até 2.030 metros de altitude. Além da boa estrutura para a prática do esqui, a estância ainda oferece como atrativos a excelente gastronomia local e a espetacular formação montanhosa Picos de Europa.
SUÍÇA
Zermatt
Onde: Cantão Valais.
Temporada: 27 de novembro de 2010 a 1º de maio de 2011.
SXC
Zermatt oferece mais de 350 quilômetros de pistas de esqui
Também na fronteira da Suíça com a Itália, Zermatt é puro glamour. Com 1.700 metros de altura, a estação oferece hotéis de luxo para os que quiserem ficar na região. Bons restaurantes também podem ser encontrados facilmente.
A estação oferece mais de 350 quilômetros de pistas de esqui, com níveis variados de dificuldade. Há desde pistas para os experientes esquiadores como também pistas azuis e verdes, que são as destinadas para os iniciantes. Cursos de ski também são oferecidos.
FRANÇA
Val D'Isère
Onde: fronteira entre França, Itália e Suíça.
Temporada: de 27 de novembro de 2010 a 1º de maio de 2011.
Com acesso pelas cidades de Genève, na Suíça, Lyon, na França, e Turin, na Itália, a estância fica em região muito montanhosa, no coração dos Alpes. O Val d'Isère é um vilarejo de montanha, com séculos de história (lá é possível visitar uma igreja do século 11, por exemplo) e muita vocação para os esportes de neve, como esqui e snowboard.
Foi ali que o esquiador Jean-Claude Killy, tricampeão olímpico nos Jogos Olímpicos de Inverno, aprendeu a esquiar. A área de esqui não se chama Espace Killy por acaso.
ESTADOS UNIDOS
Deer Valley
Onde: Utah.
Temporada: 4 de dezembro de 2010 a 10 de abril de 2011.
Leitores da Ski Magazine elegeram Deer Valley a melhor estação
Pelo quarto ano consecutivo, os leitores da Ski Magazine escolheram Deer Valley, em Utah, como o destino a melhor estação de esqui da América do Norte. Com diversas estações nas vizinhanças, Deer Valley é frequentada por um público mais sofisticado. Há serviços como manobristas de esqui gratuito, restaurantes estrelados e lojas de grife.
O resort Stein Eriksen Lodge oferece acomodações de luxo. Seu diretor e anfitrião não é ninguém menos do que o próprio medalhista de ouro Stein Eriksen. A venda de ingressos em Deer Valley é limitada a 6.500 por dia, para evitar a superlotação.
FRANÇA
Chamonix
Onde: Chamonix.
Temporada: de 4 de dezembro de 2010 a 8 de maio de 2011.
SXC
Chamonix tem certificado de excelência em gestão ambiental
Bonita, charmosa e politicamente correta. Assim é Chamonix, a estação de esqui localizada entre a França e a Suíça. Cidade de esqui mais famosa do país, Chamonix tem paisagens belíssimas e oferece inúmeras possibilidades para os fãs de esporte da neve. A cidade de pouco mais de 9 mil habitantes fica aos pés de Mont-Blanc, a famosa montanha “Dama Branca” dos Alpes franceses.
Os amantes de esqui se deliciam com neve cobrindo as montanhas de dezembro até o começo de maio. Entre as áreas de esqui, quatro são indicadas para iniciantes. A pista mais famosa para os experientes é a do Vale Branco, com 20 quilômetros de geleira e excelentes serviços de guia nas montanhas. Há, ainda, escolas de esqui.
quinta-feira, 4 de novembro de 2010
Dicas para embarcar em um Cruzeiro
Antes de comprar seu pacote para uma viagem em alto mar, descubra tudo o que você precisa para evitar surpresas
Quem embarca em um cruzeiro?
De acordo com a Associação Brasileira de Cruzeiros Marítimos (Abremar), a faixa etária entre 41 e 50 anos lidera a demanda de viagens marítimas. Mas quem pensa que cruzeiro é “programa de velho” está muito enganado. “Da primeira vez que eu fui, imaginei que fosse ser algo mais requintado e rígido, mas fiquei surpresa com a atmosfera jovial e despojada do navio”, conta Lia D’Amico, de 23 anos, que já fez três cruzeiros nacionais.
“Existem muitas opções de cruzeiros no litoral brasileiro, onde é possível encontrar diferentes públicos a bordo”, explica Ricardo Amaral, diretor da Royal Caribbean. “No caso dos cruzeiros temáticos, uma tendência nacional, a programação diversificada atrai um tipo público específico com gostos e afinidades semelhantes.”
Quanto tempo de viagem é o ideal?
Com o aumento da oferta, é possível encontrar viagens com as mais variadas durações. Uma das novidades da última temporada foram os minicruzeiros, com apenas três noites a bordo. Essa é uma boa opção para quem não tem muito para gastar mas sempre sonhou com uma viagem de navio.
De acordo com viajantes e profissionais do setor, um cruzeiro de uma semana é o ideal para quem quer curtir o navio por inteiro. Lia, que já fez cruzeiros de 3 e 7 dias, acha que é o suficiente para aproveitar. “Tem uma hora que cansa ficar o tempo todo dentro do navio. Por mais coisas que tenha para fazer lá dentro, uma hora enjoa ficar no mesmo lugar, ir ao mesmo restaurante, freqüentar a mesma balada...”, justifica.
Prepare-se para surpresas e decepções
Na hora de embarcar em um cruzeiro, é importante se informar sobre o navio e a companhia que vai levá-lo. Uma boa dica é procurar pessoas que tenham feito cruzeiros semelhantes ao que você pretende fazer, de preferência no mesmo navio. Se não conhecer ninguém que possa ajudar, vale tentar encontrar alguém pelo Orkut ou em fóruns e blogs de viagens. Mais do que conhecer a estrutura dos navios, tente saber mais sobre coisas práticas, como a dinâmica das atividades e refeições, o atendimento da tripulação e as características das acomodações.
De qualquer forma, esteja preparado para imprevistos. “No cruzeiro que eu fiz, o momento mais esperado era o desembarque para aproveitar a noite de Punta Del Este. Quando chegamos na cidade, fomos informados que a marina não tinha autorizado nossa descida por causa do mau tempo", conta a estudante de Direito Beatriz Dias. "Só pudemos descer no dia seguinte e, mesmo assim, com atraso. Quando fechei a viagem não tinha ideia de que havia a possibilidade de não desembarcar na cidade”.
Outros imprevistos comuns envolvem os gastos no navio. “Os preços são um pouco caros, é preciso estar preparado para gastos com bebidas na piscina e na balada, porque quando você menos espera já gastou 50 dólares”, alerta a publicitária Lia D’Amico. “Já as compras são legais, porque os preços são baixos e existem muitos artigos importados, mas também não faz sentido ir em um cruzeiro só para comprar.”
Quem já viajou, lembra também que é preciso ter muita paciência nos momentos de embarque e desembarque. “É ruim quando as paradas são somente de meio dia nas cidades. Como são muitas pessoas para descer e os barcos que levam à praia são pequenos, acaba sobrando pouco tempo para conhecer o local”, diz Maria Giani de Sousa, 46 anos, que já fez dois cruzeiros pelo Brasil com a família. “Outra coisa ruim é na hora de pegar as malas na saída. Mesmo com a organização por cor que as empresas fazem, é um momento muito confuso”, completa.
Uma surpresa positiva para a maioria dos turistas são os enjoos. Ou melhor, a ausência deles. “O meu maior receio era enjoar e não aproveitar a viagem, mas tinha hora que eu até esquecia que estava em um navio”, conta Gabrielle Teco, de 25 anos, que fez um cruzeiro de 7 dias com a família.
Cada vez mais opções
Mesmo com todos os problemas e imprevistos, poucas são as pessoas que riscam esse tipo de viagem do caderninho. Pesquisas feitas pela Associação Brasileira de Cruzeiros Marítimos (Abremar) mostram que os turistas encaram os cruzeiros como a “realização de um sonho”, o que ajuda a explicar o crescimento médio anual de 33% do segmento. De acordo com profissionais do meio, é possível crescer ainda mais, já que a infraestrutura portuária do país não é das melhores. Com exceção de locais como Santos e Rio de Janeiro, deve haver construção de terminais maiores e investimento em melhorias que facilitem o acesso de navios de grande porte a mais cidades do nosso litoral.
Nesta temporada, a Abremar espera que o número de passageiros chegue a 1,5 milhão, contra os 900 mil de 2009/2010. O fato é que as companhias internacionais de cruzeiros, que já perceberam o potencial do mercado brasileiro, não querem mais perder tempo. E com a enorme oferta de viagens e de opções, quem ganha são os turistas.
Quem embarca em um cruzeiro?
De acordo com a Associação Brasileira de Cruzeiros Marítimos (Abremar), a faixa etária entre 41 e 50 anos lidera a demanda de viagens marítimas. Mas quem pensa que cruzeiro é “programa de velho” está muito enganado. “Da primeira vez que eu fui, imaginei que fosse ser algo mais requintado e rígido, mas fiquei surpresa com a atmosfera jovial e despojada do navio”, conta Lia D’Amico, de 23 anos, que já fez três cruzeiros nacionais.
“Existem muitas opções de cruzeiros no litoral brasileiro, onde é possível encontrar diferentes públicos a bordo”, explica Ricardo Amaral, diretor da Royal Caribbean. “No caso dos cruzeiros temáticos, uma tendência nacional, a programação diversificada atrai um tipo público específico com gostos e afinidades semelhantes.”
Quanto tempo de viagem é o ideal?
Com o aumento da oferta, é possível encontrar viagens com as mais variadas durações. Uma das novidades da última temporada foram os minicruzeiros, com apenas três noites a bordo. Essa é uma boa opção para quem não tem muito para gastar mas sempre sonhou com uma viagem de navio.
De acordo com viajantes e profissionais do setor, um cruzeiro de uma semana é o ideal para quem quer curtir o navio por inteiro. Lia, que já fez cruzeiros de 3 e 7 dias, acha que é o suficiente para aproveitar. “Tem uma hora que cansa ficar o tempo todo dentro do navio. Por mais coisas que tenha para fazer lá dentro, uma hora enjoa ficar no mesmo lugar, ir ao mesmo restaurante, freqüentar a mesma balada...”, justifica.
Prepare-se para surpresas e decepções
Na hora de embarcar em um cruzeiro, é importante se informar sobre o navio e a companhia que vai levá-lo. Uma boa dica é procurar pessoas que tenham feito cruzeiros semelhantes ao que você pretende fazer, de preferência no mesmo navio. Se não conhecer ninguém que possa ajudar, vale tentar encontrar alguém pelo Orkut ou em fóruns e blogs de viagens. Mais do que conhecer a estrutura dos navios, tente saber mais sobre coisas práticas, como a dinâmica das atividades e refeições, o atendimento da tripulação e as características das acomodações.
De qualquer forma, esteja preparado para imprevistos. “No cruzeiro que eu fiz, o momento mais esperado era o desembarque para aproveitar a noite de Punta Del Este. Quando chegamos na cidade, fomos informados que a marina não tinha autorizado nossa descida por causa do mau tempo", conta a estudante de Direito Beatriz Dias. "Só pudemos descer no dia seguinte e, mesmo assim, com atraso. Quando fechei a viagem não tinha ideia de que havia a possibilidade de não desembarcar na cidade”.
Outros imprevistos comuns envolvem os gastos no navio. “Os preços são um pouco caros, é preciso estar preparado para gastos com bebidas na piscina e na balada, porque quando você menos espera já gastou 50 dólares”, alerta a publicitária Lia D’Amico. “Já as compras são legais, porque os preços são baixos e existem muitos artigos importados, mas também não faz sentido ir em um cruzeiro só para comprar.”
Quem já viajou, lembra também que é preciso ter muita paciência nos momentos de embarque e desembarque. “É ruim quando as paradas são somente de meio dia nas cidades. Como são muitas pessoas para descer e os barcos que levam à praia são pequenos, acaba sobrando pouco tempo para conhecer o local”, diz Maria Giani de Sousa, 46 anos, que já fez dois cruzeiros pelo Brasil com a família. “Outra coisa ruim é na hora de pegar as malas na saída. Mesmo com a organização por cor que as empresas fazem, é um momento muito confuso”, completa.
Uma surpresa positiva para a maioria dos turistas são os enjoos. Ou melhor, a ausência deles. “O meu maior receio era enjoar e não aproveitar a viagem, mas tinha hora que eu até esquecia que estava em um navio”, conta Gabrielle Teco, de 25 anos, que fez um cruzeiro de 7 dias com a família.
Cada vez mais opções
Mesmo com todos os problemas e imprevistos, poucas são as pessoas que riscam esse tipo de viagem do caderninho. Pesquisas feitas pela Associação Brasileira de Cruzeiros Marítimos (Abremar) mostram que os turistas encaram os cruzeiros como a “realização de um sonho”, o que ajuda a explicar o crescimento médio anual de 33% do segmento. De acordo com profissionais do meio, é possível crescer ainda mais, já que a infraestrutura portuária do país não é das melhores. Com exceção de locais como Santos e Rio de Janeiro, deve haver construção de terminais maiores e investimento em melhorias que facilitem o acesso de navios de grande porte a mais cidades do nosso litoral.
Nesta temporada, a Abremar espera que o número de passageiros chegue a 1,5 milhão, contra os 900 mil de 2009/2010. O fato é que as companhias internacionais de cruzeiros, que já perceberam o potencial do mercado brasileiro, não querem mais perder tempo. E com a enorme oferta de viagens e de opções, quem ganha são os turistas.
quarta-feira, 20 de outubro de 2010
O que você pode trazer na bagagem do exterior, com as novas regras !
Viagens ao exterior normalmente significam malas e sacolas cheias. Afinal, difícil resistir ao video game, máquina fotográfica, laptop, roupas e maquiagens mais baratos. Mas é na hora de passar pela alfândega que vem a dúvida: posso ter meu produto retido ou terei que pagar imposto pelas compras? Dá para trazer sementes, geleias e chocolates importados? Minhas garrafas de vinho serão barradas?
Com a publicação das novas regras da Receita Federal para bagagens de turistas, que entram em vigor no dia 1º de outubro, essa confusão ficou ainda maior. Por isso, preparamos um infográfico para ajudá-lo na compreensão do que você pode trazer na mala - sem nenhuma surpresa na chegada ao aeroporto.
Entenda as novas regras de bagagem
A partir do dia 1º de outubro, passam a valer as novas normas do que os turistas podem trazer na bagagem do exterior. A Receita Federal alterou a lista dos produtos isentos de impostos na chegada ao Brasil e estabeleceu novos limites de quantidades de produtos importados. Vale lembrar que todo o viajante tem uma cota limite de gastos para não precisar pagar impostos, equivalente a US$ 500 (por via aérea) ou US$ 300 (por via terrestre, marítima ou fluvial).
Produtos eletrônicos
Com as novas regras, o turista que comprar no exterior produtos eletrônicos, como máquina fotográfica, telefone celular ou MP3, não precisará mais declará-los à Receita Federal ao retornar ao País. Esses itens passam a ser considerados bens de uso pessoal e não entram na cota limite de US$ 500 livres de impostos.
O benefício vale apenas para uma unidade de cada produto, que deve ser usado durante a viagem e estar fora da embalagem original. A medida, no entanto, não contempla filmadoras, notebooks e video games, que entram na cota de importação. O Ministério da Fazenda não liberou esses dois produtos, como forma de proteger o mercado nacional.
Roupas e cosméticos
Além dos eletrônicos de uso pessoal, também não serão taxados roupas e acessórios, produtos de higiene e de limpeza, livros, revista e jornais. Apesar de não ter sido determinada uma quantidade máxima permitida desses itens, eles devem estar de acordo com o tempo e a duração da viagem. Por isso, se a mala tiver 15 calças jeans novas de uma viagem de dois dias, o agente poderá cobrar a taxa sobre o que exceder a cota de US$ 500.
Carrinhos de bebês e instrumentos musicais
Carrinho de bebê e cadeira de rodas serão enquadrados como objetos de uso pessoal, e ficarão isentos da cota de importação, se o bebê ou o cadeirante estiverem juntos na viagem. Instrumentos musicais estarão isentos de impostos se o músico puder confirmar que é um artista profissional.
Quantidades limitadas
Nas novas regras, o Fisco também colocou um limite de quantidade de produtos, que antes ficava a critério do fiscal da alfândega. Alguns itens têm limite próprio: 12 litros de bebidas alcoolicas, 10 maços de cigarros, 25 charutos ou cigarrilhas e 250 gramas de fumo.
Para os demais objetos, a regra é 20 unidades de produtos novos com valor unitário acima de US$ 10, desde que não haja mais de três idênticos. Por exemplo, se tiverem quatro aparelhos novos de MP3, um deles será retido. Já para lembrancinhas e suvenires, pode-se trazer também 20 unidades de produto, sendo no máximo 10 iguais.
Fim da Declaração de Saída Temporária de Bens
As novas regras de importação acabaram com a declaração de saída temporária de bens. Essa medida é considerada como um excesso de burocracia pela Receita Federal. Com isso, para levar produtos importados, como notebooks e filmadoras, para fora do País, é preciso carregar a nota fiscal em mãos. Se você não tiver nenhum comprovante de compra, o melhor é deixar o aparelho em casa, para não correr o risco de ser taxado.
Declaração de Bagagem Acompanhada
Ao chegar ao Brasil, ainda a bordo, o visitante deve preencher uma Declaração de Bagagem Acompanhada (DBA). Se o visitante tiver adquirido produtos no exterior (não isentos de impostos) cujo valor total exceda a cota limite de US$ 500, ele é obrigado a marcar que possui bens sujeitos à tributação. No aeroporto, deverá pagar a taxa de importação de 50% sobre o excedente da cota.
Se acontecer de o viajante ter a mala fiscalizada por um agente da Receita Federal e sua DBA for falsa ou inexata, a multa prevista é de 50% sobre o valor do que foi comprado e, em alguns casos, o produto poderá ser retido. No caso de o turista trazer na bagagem produtos de origem animal ou vegetal que não são permitidos no Brasil, o produto é retido, sem aplicação de multa.
Com a publicação das novas regras da Receita Federal para bagagens de turistas, que entram em vigor no dia 1º de outubro, essa confusão ficou ainda maior. Por isso, preparamos um infográfico para ajudá-lo na compreensão do que você pode trazer na mala - sem nenhuma surpresa na chegada ao aeroporto.
Entenda as novas regras de bagagem
A partir do dia 1º de outubro, passam a valer as novas normas do que os turistas podem trazer na bagagem do exterior. A Receita Federal alterou a lista dos produtos isentos de impostos na chegada ao Brasil e estabeleceu novos limites de quantidades de produtos importados. Vale lembrar que todo o viajante tem uma cota limite de gastos para não precisar pagar impostos, equivalente a US$ 500 (por via aérea) ou US$ 300 (por via terrestre, marítima ou fluvial).
Produtos eletrônicos
Com as novas regras, o turista que comprar no exterior produtos eletrônicos, como máquina fotográfica, telefone celular ou MP3, não precisará mais declará-los à Receita Federal ao retornar ao País. Esses itens passam a ser considerados bens de uso pessoal e não entram na cota limite de US$ 500 livres de impostos.
O benefício vale apenas para uma unidade de cada produto, que deve ser usado durante a viagem e estar fora da embalagem original. A medida, no entanto, não contempla filmadoras, notebooks e video games, que entram na cota de importação. O Ministério da Fazenda não liberou esses dois produtos, como forma de proteger o mercado nacional.
Roupas e cosméticos
Além dos eletrônicos de uso pessoal, também não serão taxados roupas e acessórios, produtos de higiene e de limpeza, livros, revista e jornais. Apesar de não ter sido determinada uma quantidade máxima permitida desses itens, eles devem estar de acordo com o tempo e a duração da viagem. Por isso, se a mala tiver 15 calças jeans novas de uma viagem de dois dias, o agente poderá cobrar a taxa sobre o que exceder a cota de US$ 500.
Carrinhos de bebês e instrumentos musicais
Carrinho de bebê e cadeira de rodas serão enquadrados como objetos de uso pessoal, e ficarão isentos da cota de importação, se o bebê ou o cadeirante estiverem juntos na viagem. Instrumentos musicais estarão isentos de impostos se o músico puder confirmar que é um artista profissional.
Quantidades limitadas
Nas novas regras, o Fisco também colocou um limite de quantidade de produtos, que antes ficava a critério do fiscal da alfândega. Alguns itens têm limite próprio: 12 litros de bebidas alcoolicas, 10 maços de cigarros, 25 charutos ou cigarrilhas e 250 gramas de fumo.
Para os demais objetos, a regra é 20 unidades de produtos novos com valor unitário acima de US$ 10, desde que não haja mais de três idênticos. Por exemplo, se tiverem quatro aparelhos novos de MP3, um deles será retido. Já para lembrancinhas e suvenires, pode-se trazer também 20 unidades de produto, sendo no máximo 10 iguais.
Fim da Declaração de Saída Temporária de Bens
As novas regras de importação acabaram com a declaração de saída temporária de bens. Essa medida é considerada como um excesso de burocracia pela Receita Federal. Com isso, para levar produtos importados, como notebooks e filmadoras, para fora do País, é preciso carregar a nota fiscal em mãos. Se você não tiver nenhum comprovante de compra, o melhor é deixar o aparelho em casa, para não correr o risco de ser taxado.
Declaração de Bagagem Acompanhada
Ao chegar ao Brasil, ainda a bordo, o visitante deve preencher uma Declaração de Bagagem Acompanhada (DBA). Se o visitante tiver adquirido produtos no exterior (não isentos de impostos) cujo valor total exceda a cota limite de US$ 500, ele é obrigado a marcar que possui bens sujeitos à tributação. No aeroporto, deverá pagar a taxa de importação de 50% sobre o excedente da cota.
Se acontecer de o viajante ter a mala fiscalizada por um agente da Receita Federal e sua DBA for falsa ou inexata, a multa prevista é de 50% sobre o valor do que foi comprado e, em alguns casos, o produto poderá ser retido. No caso de o turista trazer na bagagem produtos de origem animal ou vegetal que não são permitidos no Brasil, o produto é retido, sem aplicação de multa.
quarta-feira, 29 de setembro de 2010
Organize sua primeira viagem à Disney com dicas de especialistas
Quer viajar para a Disney e não sabe por onde começar? Duas especialistas respondem a nove perguntas sobre pacotes, vistos, parques e tudo mais que você precisa saber
Viajar para a Disney é o sonho de toda criança - e de muitos adultos também. O difícil é saber por onde começar a organizar a viagem... Quais parques visitar? Quanto dinheiro levar? Como escolher o pacote?
Para ajudar a responder dúvidas comuns de quem vai pela primeira vez aos parques, o iG Turismo conversou com duas experts no assunto: Patrícia Belotti, supervisora de produtos da Stella Barros, e Cida Mendes, vendedora da Tia Augusta.
Antes de começar, no entanto, Patrícia faz questão de lembrar: "Muitas vezes, o planejamento é quase tão gostoso quanto a viagem em si! Existem muitos sites que falam sobre a Disney (o site da própria Disney é bárbaro), e os blogs muitas vezes dão dicas que fogem do lugar comum."
iG: A partir de que idade vale a pena pensar em uma viagem para a Disney?
Cida: Se a viagem for em família, podem ir crianças de qualquer idade, pois os parques possuem atrações para todas as faixas etárias. Para ir desacompanhado, o recomendável é a partir de 12 anos.
Patrícia: A experiência de ir criança para a Disney é totalmente diferente de ir adolescente que, por sua vez, é totalmente diferente de ir adulto. Lógico que as crianças pequenas vão aproveitar, mas eu acho que ela entende melhor e tem mais lembranças de lá a partir de uns 9 anos.
iG: Quanto tempo antes o viajante tem que ir atrás do passaporte e do visto?
Cida: Por se tratar de uma documentação demorada, é prudente que o passageiro providencie o passaporte pelo menos quatro meses antes do embarque. A solicitação pode ser feita pelo site da Polícia Federal.
Patrícia: A entrevista para o visto americano tem sido marcada com quase dois meses de antecedência, dependendo da cidade. Além disso, depois de concedido o visto, o passaporte demora cerca de 6 dias úteis para ser entregue. Comprar o pacote antes de tirar o visto também não é recomendado. Caso o visto seja negado, a pessoa não recebe de volta o valor pago integralmente.
iG: Qual é a hora certa de comprar o pacote?
Patrícia: Quanto maior a antecedência para comprar o pacote de viagem, melhores as formas de pagamento. Se você já tem passaporte e visto, pode começar a planejar a viagem uns seis meses antes, quando as operadoras já têm valores definidos.
iG: Como escolher o pacote de viagem?
Patrícia: Quem gosta de viajar com tudo planejado, vale a pena já sair do Brasil com tudo comprado, assim evita filas e o desgaste de não conseguir exatamente aquilo que se deseja. Uma coisa é fato: comprar pacote é bem mais barato do que ir por conta própria porque as operadoras têm tarifas diferenciadas.
Muita gente acaba não fazendo isso porque confunde pacote com excursão. Existe uma diferença enorme entre os dois. Você compra o pacote do jeito que quiser: pode ser só aéreo e hotel, por exemplo, ou os "Fly and Drive", que têm aéreo, hotel e aluguel de carro. Nos dois casos, você vai viajar por conta própria e não com um guia. Já a excursão é um tipo de pacote em que você viaja com um grupo, com acompanhamento de guias e uma programação pré-definida.
iG: Quantos dias de viagem o roteiro deve ter?
Patrícia: São quatro parques da Disney, dois da Universal, além do Sea World e do Busch Gardens. Também vale escolher um parque aquático, sugiro o Discovery Cove. Acredito que dez dias seja o mínimo para ver um pouco de tudo. Menos do que isso, algumas coisas ficam de fora. O ideal, no meu ponto de vista, são 15 dias de viagem. Assim é possível ir em tudo com calma, fazer compras e até repetir o parque preferido.
iG: Como é a rotina de um dia de excursão para a Disney?
Patrícia: Em geral, os ônibus saem por volta das 9h para os parques e o grupo passa o dia todo por lá. Nos parques menores, o grupo acaba emendando outros passeios, como compras, jantares ou shows. A vantagem da excursão é que o planejamento é feito por profissionais com experiência, que levam em consideração o dia ideal para ir em cada lugar, horário de abertura e fechamento dos parques, além de não colocar parques muito puxados em sequência.
Cida: Dentro do parque, o ritmo é estabelecido pelo grupo. Famílias normalmente vão aos parques com os grupos, mas ficam independentes para fazer o próprio roteiro. Já os jovens costumam frequentar as atrações juntos.
iG: Quantos dólares você recomenda que o turista leve por dia de viagem?
Patrícia: Isso depende do estilo da viagem, das compras que pensa em fazer, do tipo de restaurante que pensa em comer. Uma refeição rápida, em um fast food do parque, sai por cerca de 15 dólares. Já uma refeição mais elaborada, com entrada e sobremesa, sai por volta de 35 dólares por pessoa. Lembre-se de levar um pouquinho mais para snacks, como sorvete, pipoca e refrigerante. Para garantir, eu sempre faço uma conta de 50 dólares diários por pessoa para alimentação. E para calcular as compras, uma dica é pesquisar, pela internet, aquilo que você quer comprar.
iG: O que não pode faltar na mala de quem vai para a Disney durante o verão?
Patrícia: Muito protetor solar. O verão em Orlando é muito quente, portanto, esqueça as roupas pesadas. O ideal é levar roupas bem leves e confortáveis, além de roupa de banho para os parques aquáticos. A tentação de ir de chinelo é enorme, mas como se anda muito por lá, o ideal é usar tênis. Esqueça as roupas mais sofisticadas: o ambiente é superinformal, mesmo a noite.
iG: Como evitar filas nos parques?
Cida: O Fast Pass, dos parques da Disney, é um direito de quem compra o tíquete do parque e pode ser usado em duas ou três atrações com fila maior. Na Universal Studios, o TKT Express é cobrado a parte, enquanto no Sea World e Busch Gardens não existe este sistema.
Patrícia: Na minha opinião, o passe da Universal (Universal Express) não vale muito a pena: é caro, custa quase o valor de um ingresso e não dá direito a furar filas de todas as atrações. Minha dica para quem quer evitar filas é: chegue cedo. As pessoas costumam chegar bem depois da abertura do parque, então o começo da manhã é o horário mais vazio. Outra dica é deixar as atrações mais disputadas por último porque todo mundo vai direto nelas. A fila dessas atrações tende a diminuir no decorrer do dia!
Viajar para a Disney é o sonho de toda criança - e de muitos adultos também. O difícil é saber por onde começar a organizar a viagem... Quais parques visitar? Quanto dinheiro levar? Como escolher o pacote?
Para ajudar a responder dúvidas comuns de quem vai pela primeira vez aos parques, o iG Turismo conversou com duas experts no assunto: Patrícia Belotti, supervisora de produtos da Stella Barros, e Cida Mendes, vendedora da Tia Augusta.
Antes de começar, no entanto, Patrícia faz questão de lembrar: "Muitas vezes, o planejamento é quase tão gostoso quanto a viagem em si! Existem muitos sites que falam sobre a Disney (o site da própria Disney é bárbaro), e os blogs muitas vezes dão dicas que fogem do lugar comum."
iG: A partir de que idade vale a pena pensar em uma viagem para a Disney?
Cida: Se a viagem for em família, podem ir crianças de qualquer idade, pois os parques possuem atrações para todas as faixas etárias. Para ir desacompanhado, o recomendável é a partir de 12 anos.
Patrícia: A experiência de ir criança para a Disney é totalmente diferente de ir adolescente que, por sua vez, é totalmente diferente de ir adulto. Lógico que as crianças pequenas vão aproveitar, mas eu acho que ela entende melhor e tem mais lembranças de lá a partir de uns 9 anos.
iG: Quanto tempo antes o viajante tem que ir atrás do passaporte e do visto?
Cida: Por se tratar de uma documentação demorada, é prudente que o passageiro providencie o passaporte pelo menos quatro meses antes do embarque. A solicitação pode ser feita pelo site da Polícia Federal.
Patrícia: A entrevista para o visto americano tem sido marcada com quase dois meses de antecedência, dependendo da cidade. Além disso, depois de concedido o visto, o passaporte demora cerca de 6 dias úteis para ser entregue. Comprar o pacote antes de tirar o visto também não é recomendado. Caso o visto seja negado, a pessoa não recebe de volta o valor pago integralmente.
iG: Qual é a hora certa de comprar o pacote?
Patrícia: Quanto maior a antecedência para comprar o pacote de viagem, melhores as formas de pagamento. Se você já tem passaporte e visto, pode começar a planejar a viagem uns seis meses antes, quando as operadoras já têm valores definidos.
iG: Como escolher o pacote de viagem?
Patrícia: Quem gosta de viajar com tudo planejado, vale a pena já sair do Brasil com tudo comprado, assim evita filas e o desgaste de não conseguir exatamente aquilo que se deseja. Uma coisa é fato: comprar pacote é bem mais barato do que ir por conta própria porque as operadoras têm tarifas diferenciadas.
Muita gente acaba não fazendo isso porque confunde pacote com excursão. Existe uma diferença enorme entre os dois. Você compra o pacote do jeito que quiser: pode ser só aéreo e hotel, por exemplo, ou os "Fly and Drive", que têm aéreo, hotel e aluguel de carro. Nos dois casos, você vai viajar por conta própria e não com um guia. Já a excursão é um tipo de pacote em que você viaja com um grupo, com acompanhamento de guias e uma programação pré-definida.
iG: Quantos dias de viagem o roteiro deve ter?
Patrícia: São quatro parques da Disney, dois da Universal, além do Sea World e do Busch Gardens. Também vale escolher um parque aquático, sugiro o Discovery Cove. Acredito que dez dias seja o mínimo para ver um pouco de tudo. Menos do que isso, algumas coisas ficam de fora. O ideal, no meu ponto de vista, são 15 dias de viagem. Assim é possível ir em tudo com calma, fazer compras e até repetir o parque preferido.
iG: Como é a rotina de um dia de excursão para a Disney?
Patrícia: Em geral, os ônibus saem por volta das 9h para os parques e o grupo passa o dia todo por lá. Nos parques menores, o grupo acaba emendando outros passeios, como compras, jantares ou shows. A vantagem da excursão é que o planejamento é feito por profissionais com experiência, que levam em consideração o dia ideal para ir em cada lugar, horário de abertura e fechamento dos parques, além de não colocar parques muito puxados em sequência.
Cida: Dentro do parque, o ritmo é estabelecido pelo grupo. Famílias normalmente vão aos parques com os grupos, mas ficam independentes para fazer o próprio roteiro. Já os jovens costumam frequentar as atrações juntos.
iG: Quantos dólares você recomenda que o turista leve por dia de viagem?
Patrícia: Isso depende do estilo da viagem, das compras que pensa em fazer, do tipo de restaurante que pensa em comer. Uma refeição rápida, em um fast food do parque, sai por cerca de 15 dólares. Já uma refeição mais elaborada, com entrada e sobremesa, sai por volta de 35 dólares por pessoa. Lembre-se de levar um pouquinho mais para snacks, como sorvete, pipoca e refrigerante. Para garantir, eu sempre faço uma conta de 50 dólares diários por pessoa para alimentação. E para calcular as compras, uma dica é pesquisar, pela internet, aquilo que você quer comprar.
iG: O que não pode faltar na mala de quem vai para a Disney durante o verão?
Patrícia: Muito protetor solar. O verão em Orlando é muito quente, portanto, esqueça as roupas pesadas. O ideal é levar roupas bem leves e confortáveis, além de roupa de banho para os parques aquáticos. A tentação de ir de chinelo é enorme, mas como se anda muito por lá, o ideal é usar tênis. Esqueça as roupas mais sofisticadas: o ambiente é superinformal, mesmo a noite.
iG: Como evitar filas nos parques?
Cida: O Fast Pass, dos parques da Disney, é um direito de quem compra o tíquete do parque e pode ser usado em duas ou três atrações com fila maior. Na Universal Studios, o TKT Express é cobrado a parte, enquanto no Sea World e Busch Gardens não existe este sistema.
Patrícia: Na minha opinião, o passe da Universal (Universal Express) não vale muito a pena: é caro, custa quase o valor de um ingresso e não dá direito a furar filas de todas as atrações. Minha dica para quem quer evitar filas é: chegue cedo. As pessoas costumam chegar bem depois da abertura do parque, então o começo da manhã é o horário mais vazio. Outra dica é deixar as atrações mais disputadas por último porque todo mundo vai direto nelas. A fila dessas atrações tende a diminuir no decorrer do dia!
domingo, 12 de setembro de 2010
Guia da Oktoberfest 2010
Tradicional festa germânica, a Oktoberfest faz de Blumenau, todos os anos, a sede da maior festa alemã das Américas. Conheça tudo sobre o evento em nosso guia 2010
A Oktoberfest de Blumenau é a maior festa alemã das Américas
Ela nasceu em Munique, na Baviera, sul da Alemanha. E foi também a partir do sul do Brasil, em Blumenau, Santa Catarina, que a Oktoberfest conquistou as Américas e se tornou a maior festa alemã do continente, atraindo turistas até do exterior, principalmente da Alemanha e de países sul-americanos. Realizado desde 1976, a 27ª edição da festa acontece de 7 a 24 de outubro.
Só em 2009, a Oktoberfest de Blumenau recebeu 731.934 visitantes, segundo dados do site oficial do evento. E durante a programação foram consumidos pouco mais de 450 mil litros de chope e 19.821 garrafas de cervejas importadas.
Animado para participar da festa alemã com toque brasileiro, confira o nosso guia e fique de todas as atrações do evento mais badalado de Blumenau.
Desfile oficial da 26ª Oktoberfest, em 2009
Programação
Confira os destaques da programação e monte a sua!
Abertura oficial da festa
Dia 7 de outubro, às 22h, logo após o desfile na rua XV de Novembro, às 19h30.
Entrada gratuita.
Bandas
Todos os domingos a Oktoberfest conta com música ao vivo a partir das 12h. Nos demais dias as bandas tocam a partir das 19h.
Chope em metro
A grande sensação da Oktoberfest, o chope em metro, pode ser apreciada todos os dias, às 22h, no setor 3.
Participação gratuita.
O chope em metro é uma atração diária e gratuita na Oktoberfest
Cervejas
As grandes estrelas da festa são as cervejarias artesanais da região, as cervejas importadas e o chope oficial Brahma (o copo de 400 ml custa R$ 4,25).
Grupos Folclóricos
Apresentações diárias nos setores durante o intervalo das trocas de bandas.
Apresentação de grupo folclórico na Oktoberfest de 2009
Concurso Rainha da Oktoberfest 2011
O concurso para eleger a Realeza da 28ª Oktoberfest, de 2011, será realizado no último domingo da festa, dia 24, às 20h.
Entrada gratuita.
Raquel Malburg, Kátia Maes e Kelly de Freitas formam a Realeza 2010
Bierwagen
Desfile diário com distribuição gratuita de chope no centro da cidade, durante a tarde.
Desfiles oficiais na rua XV de Novembro
Os destaques mais tradicionais da Oktoberfest são os desfiles na rua XV de Novembro, no centro de Blumenau. Os carros de grupos folclóricos, de caça e tiro, além da realeza da festa, desfilam ao som de bandas e fanfarras, para a alegria dos turistas.
Dia 7, quinta-feira, desfile de abertura: 19h30.
Dia 9, sábado: 16h.
Dia 13, quarta-feira: 19h30.
Dia 17, domingo: 10h.
Dia 20, quarta-feira: 19h30.
Dia 23, sábado: 16h.
Festa da Melhor Idade
Dia 14, das 12h às 17h, nos setores 1 e 2.
Entrada gratuita.
Retretas e danças típicas
Diariamente haverá animação com bandas típicas e apresentações de danças folclóricas em diferentes pontos da cidade.
Rei do Tiro
O público poderá participar das competições do Rei do Tiro, uma modalidade esportiva organizada pelos Schützenvereine (Sociedades de Atiradores) da cidade.
O local do evento
O Parque Vila Germânica tem 26 mil metros quadrados
Apesar de envolver toda a cidade de Blumenau, a Oktoberfest tem um “palco principal”: o Parque Vila Germânica, no Bairro da Velha. É nesse complexo de 26 mil metros quadrados que se concentram os principais destaques da programação, com exceção dos tradicionais desfiles da rua XV de Novembro.
Além dos pavilhões, existe um conjunto de lojas que, por suas características arquitetônicas, foi batizado de Vila Germânica. Ali, os visitantes podem fazer compras de lembranças de Blumenau e artigos para a festa.
Ingressos
R$ 6
De segunda a quinta (exceto dia 11 de outubro).
R$ 15
Sextas e sábados, e nos dias 10 e 11 de outubro (domingo e segunda-feira, respectivamente).
Meia entrada
Para estudantes com carteira e pessoas com mais de 60 anos.
Gratuita
Sábados, domingos e nos dias 11 e 12 até as 15h. Domingo, dia 24, a partir das 11h. Para pessoas vestidas com traje típico alemão.
Os ingressos podem ser comprados antecipadamente, pela internet
A Oktoberfest de Blumenau é a maior festa alemã das Américas
Ela nasceu em Munique, na Baviera, sul da Alemanha. E foi também a partir do sul do Brasil, em Blumenau, Santa Catarina, que a Oktoberfest conquistou as Américas e se tornou a maior festa alemã do continente, atraindo turistas até do exterior, principalmente da Alemanha e de países sul-americanos. Realizado desde 1976, a 27ª edição da festa acontece de 7 a 24 de outubro.
Só em 2009, a Oktoberfest de Blumenau recebeu 731.934 visitantes, segundo dados do site oficial do evento. E durante a programação foram consumidos pouco mais de 450 mil litros de chope e 19.821 garrafas de cervejas importadas.
Animado para participar da festa alemã com toque brasileiro, confira o nosso guia e fique de todas as atrações do evento mais badalado de Blumenau.
Desfile oficial da 26ª Oktoberfest, em 2009
Programação
Confira os destaques da programação e monte a sua!
Abertura oficial da festa
Dia 7 de outubro, às 22h, logo após o desfile na rua XV de Novembro, às 19h30.
Entrada gratuita.
Bandas
Todos os domingos a Oktoberfest conta com música ao vivo a partir das 12h. Nos demais dias as bandas tocam a partir das 19h.
Chope em metro
A grande sensação da Oktoberfest, o chope em metro, pode ser apreciada todos os dias, às 22h, no setor 3.
Participação gratuita.
O chope em metro é uma atração diária e gratuita na Oktoberfest
Cervejas
As grandes estrelas da festa são as cervejarias artesanais da região, as cervejas importadas e o chope oficial Brahma (o copo de 400 ml custa R$ 4,25).
Grupos Folclóricos
Apresentações diárias nos setores durante o intervalo das trocas de bandas.
Apresentação de grupo folclórico na Oktoberfest de 2009
Concurso Rainha da Oktoberfest 2011
O concurso para eleger a Realeza da 28ª Oktoberfest, de 2011, será realizado no último domingo da festa, dia 24, às 20h.
Entrada gratuita.
Raquel Malburg, Kátia Maes e Kelly de Freitas formam a Realeza 2010
Bierwagen
Desfile diário com distribuição gratuita de chope no centro da cidade, durante a tarde.
Desfiles oficiais na rua XV de Novembro
Os destaques mais tradicionais da Oktoberfest são os desfiles na rua XV de Novembro, no centro de Blumenau. Os carros de grupos folclóricos, de caça e tiro, além da realeza da festa, desfilam ao som de bandas e fanfarras, para a alegria dos turistas.
Dia 7, quinta-feira, desfile de abertura: 19h30.
Dia 9, sábado: 16h.
Dia 13, quarta-feira: 19h30.
Dia 17, domingo: 10h.
Dia 20, quarta-feira: 19h30.
Dia 23, sábado: 16h.
Festa da Melhor Idade
Dia 14, das 12h às 17h, nos setores 1 e 2.
Entrada gratuita.
Retretas e danças típicas
Diariamente haverá animação com bandas típicas e apresentações de danças folclóricas em diferentes pontos da cidade.
Rei do Tiro
O público poderá participar das competições do Rei do Tiro, uma modalidade esportiva organizada pelos Schützenvereine (Sociedades de Atiradores) da cidade.
O local do evento
O Parque Vila Germânica tem 26 mil metros quadrados
Apesar de envolver toda a cidade de Blumenau, a Oktoberfest tem um “palco principal”: o Parque Vila Germânica, no Bairro da Velha. É nesse complexo de 26 mil metros quadrados que se concentram os principais destaques da programação, com exceção dos tradicionais desfiles da rua XV de Novembro.
Além dos pavilhões, existe um conjunto de lojas que, por suas características arquitetônicas, foi batizado de Vila Germânica. Ali, os visitantes podem fazer compras de lembranças de Blumenau e artigos para a festa.
Ingressos
R$ 6
De segunda a quinta (exceto dia 11 de outubro).
R$ 15
Sextas e sábados, e nos dias 10 e 11 de outubro (domingo e segunda-feira, respectivamente).
Meia entrada
Para estudantes com carteira e pessoas com mais de 60 anos.
Gratuita
Sábados, domingos e nos dias 11 e 12 até as 15h. Domingo, dia 24, a partir das 11h. Para pessoas vestidas com traje típico alemão.
Os ingressos podem ser comprados antecipadamente, pela internet
quarta-feira, 25 de agosto de 2010
Buenos Aires - O que você não pode deixar de conhecer!
Selecionamos bairro a bairro o que você não pode deixar de conhecer na capital argentina
CENTRO
No centro, estão os principais cartões-postais da cidade, como a Casa Rosada
Ali estão os principais cartões-postais da cidade, como a Plaza de Mayo (onde está a Casa Rosada), o Palácio do Congresso Nacional, alguns dos baresmais notáveis da cidade, como o Café Tortoni, a Calle Florida (para quem quer fazer compras) e a Avenida 9 de Julio, que ostenta o Obelisco no cruzamento com a Avenida Corrientes.
Café Tortoni - Av. de Mayo 825, Centro. 4342-4328.
Casa Rosada - Balcarce, 50, Plaza de Mayo. 4344-3802. De segunda à sexta, das 10h às 18h. Domingo, das 14h às 18h.
Congreso Nacional de la Nación - Hipólito Yrigoyen, 1835, Centro. 4010-3000.
PUERTO MADERO
Puerto Madero tem boas opções de restaurantes na beira do canal do Rio da Prata
A região mais moderna da cidade. O antigo porto de Buenos Aires foi revitalizado a partir de 1996 e, atualmente, mantém algumas das propriedades residenciais mais caras da América Latina, além de boas opções de restaurantes na beira do canal do Rio da Prata, em seus armazéns de tijolo à vista.
Restaurante Cabaña Las Lilas - Alicia Moreau de Justo, 550, Puerto Madero. 4315-4417.
Restaurante Chila - Alicia Moreau de Justo, 1160, Puerto Madero. 4343-6067.
RECOLETA
É um dos bairros mais bonitos de Buenos Aires. Na Avenida Alvear, palácios históricos ao estilo francês e lojas de grifes. Já na Plaza Francia está o shopping Buenos Aires Design, o Centro Cultural Recoleta, o Cemitério Recoleta - onde está o mausoléu de Evita Perón - e a Basílica Nuestra Señora del Pilar. Aos finais de semana, a praça abriga uma feira de artesanato. Ali pertinho estão também o imponente edifício da Faculdade de Direito, contrastando com a moderna Floraris Genérica. Esta flor gigante de aço e alumínio abre suas seis pétalas ao amanhecer e fecha ao anoitecer.
Shopping Buenos Aires Design - Avenida Libertador e Pueyrredón. 5777-6000. De segunda a sábado, das 10h às 21h, domingo e feriados, das 12h
Centro Cultural Recoleta - Junín, 1930, Recoleta. 4803-1040. De segunda à sexta, das 14h às 21h. Sábado, domingo e feriados, das 10h às 21h.
Cemitério Recoleta - Junín, 1760, Recoleta. 5614-8869. Todos os dias, das 8h às 18h. Visitas guiadas gratuitas no último domingo de cada mês, às 14h30.
Basílica Nuestra Señora del Pilar - Junín, 1904, Recoleta. 4806-2209.
PALERMO
Buenos Aires está repleta de grandes parques, como os bosques de Palermo
O bairro mais descolado da capital portenha, com muitas lojas de designers argentinos, além de grifes modernas. Há também várias opções de cafés, bares e restaurantes. À noite, o bairro fica lotado e é o destino certo para quem procura badalação.
Crobar - Marcelo Freyre, s/n, Paseo de la Infanta, Palermo. 4778-1500. Festas às sexta e aos sábados, a partir das 23h30.
Restaurante Osaka - Soler, 5608, Palermo. 4775-6964.
Bar 06 - Armenia, 1676, Palermo. 4833-6807.
LA BOCA
Dança folclórica argentina em restaurantes do Caminito
Uma dica é passar a primeira parte da tarde de domingo assistindo a um espetáculo de dança folclórica argentina em um dos restaurantes do Caminito (a rua mais turística do bairro). Aproveite para tirar muitas fotos de suas casas coloridas. Os fanáticos por futebol podem aproveitar para conhecer o estádio La Bombonera, do time Boca Juniors. De lá, siga para a Feria de San Telmo.
Estádio Alberto J. Armando - La Bombonera e Museo de la Pasión Boquense. Brandsen, 805, La Boca. 4362-1100. Todos os dias, das 10h às 19h.
SAN TELMO
Mercado de San Telmo, um dos bairros mais históricos de Buenos Aires
A feira na Calle Defensa, aos domingos, é indispensável não só para comprar antiguidades e artesanatos, mas também para conhecer um dos bairros mais históricos da cidade. Há muitas opções de restaurantes, casas de tango e pequenos cafés.
Feria de San Telmo - Defensa, da Plaza Dorrego à Plaza de Mayo. Domingo, das 11h às 19h.
Mercado de San Telmo - Defensa, 1179 / Estados Unidos, 460, San Telmo. De terça à sexta, das 10h30 às 19h30, sábado e domingo, das 9h às 20h.
CENTRO
No centro, estão os principais cartões-postais da cidade, como a Casa Rosada
Ali estão os principais cartões-postais da cidade, como a Plaza de Mayo (onde está a Casa Rosada), o Palácio do Congresso Nacional, alguns dos baresmais notáveis da cidade, como o Café Tortoni, a Calle Florida (para quem quer fazer compras) e a Avenida 9 de Julio, que ostenta o Obelisco no cruzamento com a Avenida Corrientes.
Café Tortoni - Av. de Mayo 825, Centro. 4342-4328.
Casa Rosada - Balcarce, 50, Plaza de Mayo. 4344-3802. De segunda à sexta, das 10h às 18h. Domingo, das 14h às 18h.
Congreso Nacional de la Nación - Hipólito Yrigoyen, 1835, Centro. 4010-3000.
PUERTO MADERO
Puerto Madero tem boas opções de restaurantes na beira do canal do Rio da Prata
A região mais moderna da cidade. O antigo porto de Buenos Aires foi revitalizado a partir de 1996 e, atualmente, mantém algumas das propriedades residenciais mais caras da América Latina, além de boas opções de restaurantes na beira do canal do Rio da Prata, em seus armazéns de tijolo à vista.
Restaurante Cabaña Las Lilas - Alicia Moreau de Justo, 550, Puerto Madero. 4315-4417.
Restaurante Chila - Alicia Moreau de Justo, 1160, Puerto Madero. 4343-6067.
RECOLETA
É um dos bairros mais bonitos de Buenos Aires. Na Avenida Alvear, palácios históricos ao estilo francês e lojas de grifes. Já na Plaza Francia está o shopping Buenos Aires Design, o Centro Cultural Recoleta, o Cemitério Recoleta - onde está o mausoléu de Evita Perón - e a Basílica Nuestra Señora del Pilar. Aos finais de semana, a praça abriga uma feira de artesanato. Ali pertinho estão também o imponente edifício da Faculdade de Direito, contrastando com a moderna Floraris Genérica. Esta flor gigante de aço e alumínio abre suas seis pétalas ao amanhecer e fecha ao anoitecer.
Shopping Buenos Aires Design - Avenida Libertador e Pueyrredón. 5777-6000. De segunda a sábado, das 10h às 21h, domingo e feriados, das 12h
Centro Cultural Recoleta - Junín, 1930, Recoleta. 4803-1040. De segunda à sexta, das 14h às 21h. Sábado, domingo e feriados, das 10h às 21h.
Cemitério Recoleta - Junín, 1760, Recoleta. 5614-8869. Todos os dias, das 8h às 18h. Visitas guiadas gratuitas no último domingo de cada mês, às 14h30.
Basílica Nuestra Señora del Pilar - Junín, 1904, Recoleta. 4806-2209.
PALERMO
Buenos Aires está repleta de grandes parques, como os bosques de Palermo
O bairro mais descolado da capital portenha, com muitas lojas de designers argentinos, além de grifes modernas. Há também várias opções de cafés, bares e restaurantes. À noite, o bairro fica lotado e é o destino certo para quem procura badalação.
Crobar - Marcelo Freyre, s/n, Paseo de la Infanta, Palermo. 4778-1500. Festas às sexta e aos sábados, a partir das 23h30.
Restaurante Osaka - Soler, 5608, Palermo. 4775-6964.
Bar 06 - Armenia, 1676, Palermo. 4833-6807.
LA BOCA
Dança folclórica argentina em restaurantes do Caminito
Uma dica é passar a primeira parte da tarde de domingo assistindo a um espetáculo de dança folclórica argentina em um dos restaurantes do Caminito (a rua mais turística do bairro). Aproveite para tirar muitas fotos de suas casas coloridas. Os fanáticos por futebol podem aproveitar para conhecer o estádio La Bombonera, do time Boca Juniors. De lá, siga para a Feria de San Telmo.
Estádio Alberto J. Armando - La Bombonera e Museo de la Pasión Boquense. Brandsen, 805, La Boca. 4362-1100. Todos os dias, das 10h às 19h.
SAN TELMO
Mercado de San Telmo, um dos bairros mais históricos de Buenos Aires
A feira na Calle Defensa, aos domingos, é indispensável não só para comprar antiguidades e artesanatos, mas também para conhecer um dos bairros mais históricos da cidade. Há muitas opções de restaurantes, casas de tango e pequenos cafés.
Feria de San Telmo - Defensa, da Plaza Dorrego à Plaza de Mayo. Domingo, das 11h às 19h.
Mercado de San Telmo - Defensa, 1179 / Estados Unidos, 460, San Telmo. De terça à sexta, das 10h30 às 19h30, sábado e domingo, das 9h às 20h.
domingo, 22 de agosto de 2010
Pantanal a maior planície alagável do mundo
A vastidão das águas, as centenas de espécies de animais e a vida serena das fazendas são convites para se desbravar a maior planície alagável do mundo
Esqueça o barulho dos carros, a correria e a sofisticação das cidades grandes. O Pantanal é um lugar de contemplação. Um santuário ecológico para quem quer avistar uma infinidade de animais selvagens sem grades e jaulas, observar o pôr-do-sol multicolorido em horizonte aberto, ouvir do amanhecer ao anoitecer uma profusão de grasnados e piados.
Ao chegar na maior planície alagável do planeta, o visitante descobre que está em uma região singular do País. Não raro, no caminho até as pousadas e hotéis-fazendas do interior do Pantanal, o carro passa por entre centenas de cabeças de gado, guiado por peões em comitiva.
Com uma população de milhões de jacarés, é fácil um deles cruzar o seu caminho
Casa para uma infinidade de bichos, um dos pontos fortes do Pantanal são os safáris fotográficos, feitos de carro 4x4 ou de barco. O terreno plano e a vegetação baixa facilitam a observação dos animais, o que não acontece na Amazônia. Tuiuiús, tucanos, araras-azuis são algumas das 650 espécies de aves que sobrevoam a região e compõem a trilha sonora da região.
Pelos caminhos na mata ou às margens dos rios, quando menos se espera, cruzam o caminho capivaras, antas, tamanduás-bandeira, cervos, macacos-pregos, entre tantos outros animais. Com muita sorte, é possível ver a desejada onça-pintada. Jacarés são tantos, que depois dos primeiros, sua presença deixa de chamar a atenção.
Pantanal é casa de cerca 650 espécies de pássaros, como os tucanos
Regido por ciclos anuais de secas e chuvas, é agora no período de estiagem, que vai até setembro, a melhor época para avistar os animais pantaneiros. Por outro lado, o período de cheias é o que melhor caracteriza o Pantanal, com a abundância das águas, ideal para quem está em busca de mais aventuras. O iG Turismo foi até o Pantanal Sul, no Mato Grosso do Sul, conhecer as belezas desta terra. Confira!
Esqueça o barulho dos carros, a correria e a sofisticação das cidades grandes. O Pantanal é um lugar de contemplação. Um santuário ecológico para quem quer avistar uma infinidade de animais selvagens sem grades e jaulas, observar o pôr-do-sol multicolorido em horizonte aberto, ouvir do amanhecer ao anoitecer uma profusão de grasnados e piados.
Ao chegar na maior planície alagável do planeta, o visitante descobre que está em uma região singular do País. Não raro, no caminho até as pousadas e hotéis-fazendas do interior do Pantanal, o carro passa por entre centenas de cabeças de gado, guiado por peões em comitiva.
Com uma população de milhões de jacarés, é fácil um deles cruzar o seu caminho
Casa para uma infinidade de bichos, um dos pontos fortes do Pantanal são os safáris fotográficos, feitos de carro 4x4 ou de barco. O terreno plano e a vegetação baixa facilitam a observação dos animais, o que não acontece na Amazônia. Tuiuiús, tucanos, araras-azuis são algumas das 650 espécies de aves que sobrevoam a região e compõem a trilha sonora da região.
Pelos caminhos na mata ou às margens dos rios, quando menos se espera, cruzam o caminho capivaras, antas, tamanduás-bandeira, cervos, macacos-pregos, entre tantos outros animais. Com muita sorte, é possível ver a desejada onça-pintada. Jacarés são tantos, que depois dos primeiros, sua presença deixa de chamar a atenção.
Pantanal é casa de cerca 650 espécies de pássaros, como os tucanos
Regido por ciclos anuais de secas e chuvas, é agora no período de estiagem, que vai até setembro, a melhor época para avistar os animais pantaneiros. Por outro lado, o período de cheias é o que melhor caracteriza o Pantanal, com a abundância das águas, ideal para quem está em busca de mais aventuras. O iG Turismo foi até o Pantanal Sul, no Mato Grosso do Sul, conhecer as belezas desta terra. Confira!
sábado, 21 de agosto de 2010
As melhores "feirinhas" do Brasil
Pode ser praia ou montanha, interior ou capital, independente do destino escolhido, é impossível não levar uma lembrancinha de viagem. E o melhor lugar para comprar um souvenir, uma roupa ou um vaso artesanal são as tradicionais e amadas “feirinhas”.
Chamadas carinhosamente no diminutivo, algumas feiras de arte e artesanato não possuem nada de pequenas. São centenas de expositores que vendem uma infinidade de produtos, de legumes a móveis, além das barracas de comidas caseiras, com quitutes típicos da região visitada.
Mais do que centros de compras, as feirinhas são atrações turísticas importantes. Elas oferecem não apenas produtos locais, mas uma pequena mostra da cultura e das tradições regionais.
MERCADO MODELO
Salvador (Bahia)
O Mercado Modelo é uma dos principais atrações de Salvador, com centenas de opções de souvenires
Muito mais do que um conjunto de lojinhas, o Mercado Modelo se tornou uma das principais atrações turísticas de Salvador. Fundado em 1912, o antigo centro de abastecimento da Cidade Baixa está diante da Baía de Todos os Santos, próximo ao Elevador Lacerda. São mais de 260 boxes, que vendem roupas, bebidas, comidinhas caseiras e artesanatos. Para conseguir preços melhores, é preciso pechinchar.
O mercado conta ainda com dois tradicionais restaurantes, o Maria de São Pedro e o Camafeu de Oxossi. No subsolo, há túneis com arcadas, que serviam para abrigar vinhos e outras mercadorias. Por estar abaixo do nível do mar, o subterrâneo fica constantemente inundado, mas é possível para andar por passarelas. [Leia mais sobre Salvador]
Praça Visconde de Cayru, Comércio
Horário: Segunda a sábado, das 9 às 19h, domingo das 9h às 14h
FEIRA DA PRAÇA BENEDITO CALIXTO
São Paulo (São Paulo)
A feira da praça Benedito Calixto, realizada desde 1987, é uma boa opção de passeio aos sábados. O local tornou-se um reduto de músicos, escritores, artistas, patricinhas e modernos. São cerca de 320 expositores, que vendem bijuterias, roupas, artesanato e antiguidades.
Enquanto desfruta da apresentação do show de chorinho, realizado das 14h30 às 18h30, o visitante pode provar doces e petiscos, acompanhados de uma cervejinha. Duas vezes por mês, escritores lançam seus livros no local. No entorno da praça, há modernas lojas de decoração, bares e restaurantes.
Praça Benedito Calixto, s/n - Pinheiros (Metrô Sumaré)
Horário: Sábado, das 9 às 19h
FEIRA DO MASP
São Paulo (São Paulo)
Feira de antiguidades acontece no vão livre do Museu de Arte de São Paulo (Masp)
Localizada na avenida mais famosa da capital paulista, a feira atrai turistas, colecionadores e paulistanos para um passeio de domingo. No vão livre do Museu de Arte de São Paulo (Masp), está a feira de antiguidades, com retratos antigos, moedas, objetos para a casa e joias. Já na mesma altura, mas do outro lado da avenida, há a feira de artesanato. Nela, o turista encontra roupas hippies, bijuterias, incensos e produtos de decoração. [Leia mais sobre São Paulo]
Avenida Paulista, 1578, Cerqueira César
Horário: aos domingos, das 9 às 17h
FEIRA DE EMBU
Embu (São Paulo)
Partencente à região metropolitana de São Paulo, a cidade chamada carinhosamente de Embu das Artes ganhou fama por sua “feirinha”. A Feira de Artes e Artesanato que começou em 1969, em frente à Igreja Matriz (atual Museu de Arte Sacra), cresceu. Hoje, ela ocupa todas as ruas do centro histórico. Ao todo, são mais de 460 expositores, que vendem artesanatos variados, plantas, obras de arte e petiscos.
Além das barraquinhas, há lojas de móveis rústicos, ateliers, antiquários e restaurantes. A feirinha funciona a semana toda, mas aos finais de semana e feriados o número de expositores é maior. [Leia mais sobre Embu]
Largo 21 de Abril, Largo dos Jesuítas e ruas centrais da cidade
Horário: das 9 às 17h30 durante a semana e das 9 às 18h aos sábados, domingos e feriados.
FEIRA HIPPIE
Belo Horizonte (Minas Gerais)
A Feira de Artes e Artesanato da avenida Afonso Pena é um grande corredor de artes variadas e sabores. Ela começou em 1969, como feirinha hippie, na Praça da Liberdade. Em 1991, mudou para o atual endereço. A cada domingo, mais de 80 mil pessoas cruzam as barracas, que são montadas nas primeiras horas da madrugada de domingo. São mais de duas mil lojinhas que vendem roupas, bijuterias, calçados, artesanato em geral e petiscos. Vale a pena enfrentar o empurra-empurra em busca de alguma pechincha. [Leia mais sobre Belo Horizonte]
Avenida Afonso Pena, Belo Horizonte
Horário: Aos domingos, da madrugada até as 14h
MERCADOS MUNICIPAIS DE ARACAJU
Aracaju (Sergipe)
Artesanato típico vendido no Mercado Thales Ferraz
O complexo de mercados municipais, no centro histórico de Aracaju, traz um pouco da história e da cultura sergipana. No Mercado Antônio Franco (1926) e no Mercado Thales Ferraz (1949), o turista encontra os mais diferentes produtos de artesanato nordestino, bordados, cerâmica, renda, ervas artesanais, literatura de cordel e comidas e bebidas tradicionais.
A Passarela das Flores, entre os dois mercados, conta com vários floristas. Já o Mercado Municipal Albano Franco (1998), construído em anexo, é o principal centro de abastecimento da cidade, vendendo produtos hortifrutigranjeiros. [Leia mais sobre Aracaju]
Avenida Rio Branco, s/n°, bairro Centro.
Horário de funcionamento: de segunda a sábado, das 6 às 18h, e aos domingos, das 6 às 12h.
FEIRA DO ALTO
Teresópolis (Rio de Janeiro)
A feirinha do Alto é muito querida pelos turistas que visitam Teresópolis, a 91 km do Rio de Janeiro. Fundada em 1973, possui mais de 800 expositores que vendem roupas, bijuterias, objetos artesanais e móveis a preços atrativos. Destaque especial para os alimentos artesanais, como chocolates, conservas, geléias, frutas cristalizadas e mel. [Leia mais sobre Teresópolis]
Praça Higino da Silveira (Praça do Alto), Teresópolis
Horário: aos sábados, domingos e feriados, das 10 às 18h
FEIRA DE CARUARU
Caruaru (Pernambuco)
Comércio de artigos de couro, como sandálias, chapéus e bolsas, na feira de Caruaru
"A feira de Caruaru faz gosto a gente vê. De tudo que há no mundo, nela tem para vendê", começa assim a letra da música cantada pelo rei do baião Luiz Gonzaga. Exageros à parte, a Feira de Caruaru, no agreste pernambucano, é mesmo impressionante. Declarada Patrimônio Imaterial do Brasil, é a maior feira do País.
Funcionando em uma área com 40.000 m2, o Parque 18 de Maio está dividido em vários segmentos. Os turistas interessam-se principalmente pela Feira do Artesanato, com peças artesanais em barro, madeira, couro, palha, bordados, entre outros. No entanto, vale passear pela Feira Livre, que possui de alimentos em geral a panelas, flores e pássaros. [Leia também sobre Recife]
Parque 18 de Maio
Horário: diariamente, das 8 às 17h
FEIRA DE SÃO BENTO
Cascável (Ceará)
A feira de São Bento, na cidade de Cascável, a 60 quilômetros de Fortaleza, é uma das maiores feiras livres do Brasil. Como um bom mercado popular, vende um pouco de tudo: roupas, sapatos, hortifrutigranjeiro e artesanato. Os turistas podem encontrar por lá peças manuais feitas de barro, cerâmica e cipó. Lá, dá para provar alguns dos quitutes cearenses, como a rapadura. [Leia mais sobre Fortaleza]
Centro, Cascável
Horário: aos sábados, entre 7 e 11h
FEIRA CENTRAL
Campo Grande (Mato Grosso do Sul)
O macarrão oriental sobá da Feira Central é famoso em Campo Grande
A Feira Central, também chamada de feirona, é uma das principais atrações turísticas de Campo Grande. Ela teve início em 1925. Nos boxes desse popular mercado, encontra-se artesanato, produtos hortifrutigranjeiros e eletrônicos. À noite, quando as lojinhas fecham, os notívagos ocupam o lugar para se deliciarem com as várias opções de comida. Destaque para o prato oriental sobá, espetinhos e peixes do pantanal.
Avenida Calógeras com a 14 de Julho, na Esplanada da Ferrovia
Horário: quartas, sextas e sábados, a partir das 16h
BRIQUE DA REDENÇÃO
Porto Alegre (Rio Grande do Sul)
A tradicional feira dominical, realizada no Parque Farroupilha, teve início em 1982. Ali, gaúchos e turistas se encontram para fazer compras, andar pelo bosque e tomar um chimarrão. Os cerca de 300 expositores do local dividem-se em artesanato, antiguidades, artes plásticas e gastronomia. Por lá, apresentam-se no meio da rua artistas, músicos, capoeiristas. [Leia mais sobre Porto Alegre]
Avenida José Bonifácio, no Bairro Bom Fim (Parque Farroupilha)
Horário: aos domingos, das 9 às 17h
Chamadas carinhosamente no diminutivo, algumas feiras de arte e artesanato não possuem nada de pequenas. São centenas de expositores que vendem uma infinidade de produtos, de legumes a móveis, além das barracas de comidas caseiras, com quitutes típicos da região visitada.
Mais do que centros de compras, as feirinhas são atrações turísticas importantes. Elas oferecem não apenas produtos locais, mas uma pequena mostra da cultura e das tradições regionais.
MERCADO MODELO
Salvador (Bahia)
O Mercado Modelo é uma dos principais atrações de Salvador, com centenas de opções de souvenires
Muito mais do que um conjunto de lojinhas, o Mercado Modelo se tornou uma das principais atrações turísticas de Salvador. Fundado em 1912, o antigo centro de abastecimento da Cidade Baixa está diante da Baía de Todos os Santos, próximo ao Elevador Lacerda. São mais de 260 boxes, que vendem roupas, bebidas, comidinhas caseiras e artesanatos. Para conseguir preços melhores, é preciso pechinchar.
O mercado conta ainda com dois tradicionais restaurantes, o Maria de São Pedro e o Camafeu de Oxossi. No subsolo, há túneis com arcadas, que serviam para abrigar vinhos e outras mercadorias. Por estar abaixo do nível do mar, o subterrâneo fica constantemente inundado, mas é possível para andar por passarelas. [Leia mais sobre Salvador]
Praça Visconde de Cayru, Comércio
Horário: Segunda a sábado, das 9 às 19h, domingo das 9h às 14h
FEIRA DA PRAÇA BENEDITO CALIXTO
São Paulo (São Paulo)
A feira da praça Benedito Calixto, realizada desde 1987, é uma boa opção de passeio aos sábados. O local tornou-se um reduto de músicos, escritores, artistas, patricinhas e modernos. São cerca de 320 expositores, que vendem bijuterias, roupas, artesanato e antiguidades.
Enquanto desfruta da apresentação do show de chorinho, realizado das 14h30 às 18h30, o visitante pode provar doces e petiscos, acompanhados de uma cervejinha. Duas vezes por mês, escritores lançam seus livros no local. No entorno da praça, há modernas lojas de decoração, bares e restaurantes.
Praça Benedito Calixto, s/n - Pinheiros (Metrô Sumaré)
Horário: Sábado, das 9 às 19h
FEIRA DO MASP
São Paulo (São Paulo)
Feira de antiguidades acontece no vão livre do Museu de Arte de São Paulo (Masp)
Localizada na avenida mais famosa da capital paulista, a feira atrai turistas, colecionadores e paulistanos para um passeio de domingo. No vão livre do Museu de Arte de São Paulo (Masp), está a feira de antiguidades, com retratos antigos, moedas, objetos para a casa e joias. Já na mesma altura, mas do outro lado da avenida, há a feira de artesanato. Nela, o turista encontra roupas hippies, bijuterias, incensos e produtos de decoração. [Leia mais sobre São Paulo]
Avenida Paulista, 1578, Cerqueira César
Horário: aos domingos, das 9 às 17h
FEIRA DE EMBU
Embu (São Paulo)
Partencente à região metropolitana de São Paulo, a cidade chamada carinhosamente de Embu das Artes ganhou fama por sua “feirinha”. A Feira de Artes e Artesanato que começou em 1969, em frente à Igreja Matriz (atual Museu de Arte Sacra), cresceu. Hoje, ela ocupa todas as ruas do centro histórico. Ao todo, são mais de 460 expositores, que vendem artesanatos variados, plantas, obras de arte e petiscos.
Além das barraquinhas, há lojas de móveis rústicos, ateliers, antiquários e restaurantes. A feirinha funciona a semana toda, mas aos finais de semana e feriados o número de expositores é maior. [Leia mais sobre Embu]
Largo 21 de Abril, Largo dos Jesuítas e ruas centrais da cidade
Horário: das 9 às 17h30 durante a semana e das 9 às 18h aos sábados, domingos e feriados.
FEIRA HIPPIE
Belo Horizonte (Minas Gerais)
A Feira de Artes e Artesanato da avenida Afonso Pena é um grande corredor de artes variadas e sabores. Ela começou em 1969, como feirinha hippie, na Praça da Liberdade. Em 1991, mudou para o atual endereço. A cada domingo, mais de 80 mil pessoas cruzam as barracas, que são montadas nas primeiras horas da madrugada de domingo. São mais de duas mil lojinhas que vendem roupas, bijuterias, calçados, artesanato em geral e petiscos. Vale a pena enfrentar o empurra-empurra em busca de alguma pechincha. [Leia mais sobre Belo Horizonte]
Avenida Afonso Pena, Belo Horizonte
Horário: Aos domingos, da madrugada até as 14h
MERCADOS MUNICIPAIS DE ARACAJU
Aracaju (Sergipe)
Artesanato típico vendido no Mercado Thales Ferraz
O complexo de mercados municipais, no centro histórico de Aracaju, traz um pouco da história e da cultura sergipana. No Mercado Antônio Franco (1926) e no Mercado Thales Ferraz (1949), o turista encontra os mais diferentes produtos de artesanato nordestino, bordados, cerâmica, renda, ervas artesanais, literatura de cordel e comidas e bebidas tradicionais.
A Passarela das Flores, entre os dois mercados, conta com vários floristas. Já o Mercado Municipal Albano Franco (1998), construído em anexo, é o principal centro de abastecimento da cidade, vendendo produtos hortifrutigranjeiros. [Leia mais sobre Aracaju]
Avenida Rio Branco, s/n°, bairro Centro.
Horário de funcionamento: de segunda a sábado, das 6 às 18h, e aos domingos, das 6 às 12h.
FEIRA DO ALTO
Teresópolis (Rio de Janeiro)
A feirinha do Alto é muito querida pelos turistas que visitam Teresópolis, a 91 km do Rio de Janeiro. Fundada em 1973, possui mais de 800 expositores que vendem roupas, bijuterias, objetos artesanais e móveis a preços atrativos. Destaque especial para os alimentos artesanais, como chocolates, conservas, geléias, frutas cristalizadas e mel. [Leia mais sobre Teresópolis]
Praça Higino da Silveira (Praça do Alto), Teresópolis
Horário: aos sábados, domingos e feriados, das 10 às 18h
FEIRA DE CARUARU
Caruaru (Pernambuco)
Comércio de artigos de couro, como sandálias, chapéus e bolsas, na feira de Caruaru
"A feira de Caruaru faz gosto a gente vê. De tudo que há no mundo, nela tem para vendê", começa assim a letra da música cantada pelo rei do baião Luiz Gonzaga. Exageros à parte, a Feira de Caruaru, no agreste pernambucano, é mesmo impressionante. Declarada Patrimônio Imaterial do Brasil, é a maior feira do País.
Funcionando em uma área com 40.000 m2, o Parque 18 de Maio está dividido em vários segmentos. Os turistas interessam-se principalmente pela Feira do Artesanato, com peças artesanais em barro, madeira, couro, palha, bordados, entre outros. No entanto, vale passear pela Feira Livre, que possui de alimentos em geral a panelas, flores e pássaros. [Leia também sobre Recife]
Parque 18 de Maio
Horário: diariamente, das 8 às 17h
FEIRA DE SÃO BENTO
Cascável (Ceará)
A feira de São Bento, na cidade de Cascável, a 60 quilômetros de Fortaleza, é uma das maiores feiras livres do Brasil. Como um bom mercado popular, vende um pouco de tudo: roupas, sapatos, hortifrutigranjeiro e artesanato. Os turistas podem encontrar por lá peças manuais feitas de barro, cerâmica e cipó. Lá, dá para provar alguns dos quitutes cearenses, como a rapadura. [Leia mais sobre Fortaleza]
Centro, Cascável
Horário: aos sábados, entre 7 e 11h
FEIRA CENTRAL
Campo Grande (Mato Grosso do Sul)
O macarrão oriental sobá da Feira Central é famoso em Campo Grande
A Feira Central, também chamada de feirona, é uma das principais atrações turísticas de Campo Grande. Ela teve início em 1925. Nos boxes desse popular mercado, encontra-se artesanato, produtos hortifrutigranjeiros e eletrônicos. À noite, quando as lojinhas fecham, os notívagos ocupam o lugar para se deliciarem com as várias opções de comida. Destaque para o prato oriental sobá, espetinhos e peixes do pantanal.
Avenida Calógeras com a 14 de Julho, na Esplanada da Ferrovia
Horário: quartas, sextas e sábados, a partir das 16h
BRIQUE DA REDENÇÃO
Porto Alegre (Rio Grande do Sul)
A tradicional feira dominical, realizada no Parque Farroupilha, teve início em 1982. Ali, gaúchos e turistas se encontram para fazer compras, andar pelo bosque e tomar um chimarrão. Os cerca de 300 expositores do local dividem-se em artesanato, antiguidades, artes plásticas e gastronomia. Por lá, apresentam-se no meio da rua artistas, músicos, capoeiristas. [Leia mais sobre Porto Alegre]
Avenida José Bonifácio, no Bairro Bom Fim (Parque Farroupilha)
Horário: aos domingos, das 9 às 17h
quarta-feira, 21 de julho de 2010
Veja o que levar na bagagem quando o destino é a neve
Veja o que não pode faltar na bagagem de quem vai praticar esqui ou snowboard
Esquiadores de primeira viagem podem entrar em pânico na hora de arrumar a mala, perturbados por dúvidas como: vou passar muito frio? Tenho que comprar roupas especiais? Que tipo de calçado é necessário? Para solucionar as principais questões, preparamos uma lista de itens obrigatórios na bagagem de quem vai curtir um destino de neve.
Cachecol, luvas, gorro e protetor são alguns dos itens indispensáveis na mala
Filtro solar e protetor labial
O cenário perfeito para praticar esqui ou snowboard é um dia de sol, que costuma ser forte na Cordilheira dos Andes. Passe filtro solar e protetor labial antes de ir para as pistas e repita a aplicação sempre que necessário.
Óculos de sol
A neve reflete o sol forte da Cordilheira, tornando o uso de óculos escuros fundamental em todos os momentos – até durante uma simples caminhada. Para praticar esqui ou snowboard não é necessário comprar óculos especiais como os usados por profissionais, mas fique atento: se você tem miopia ou astigmatismo, leve lentes de contato ou um óculos de sol com grau. Assim você se protege do sol e enxerga as pistas com clareza.
Tênis ou bota impermeável
Para praticar esportes na neve, você terá de alugar botas especiais. Por outro lado, caminhadas e passeios de raqueta, por exemplo, podem ser feitos com calçados comuns, desde que eles sejam impermeáveis. Solados de borracha são recomendáveis
Blusas, casacos e calças impermeáveis
Apesar de os resorts oferecerem aluguel de roupas esportivas, é mais garantido e econômico levar suas próprias peças, que devem ser impermeáveis. A dica é não comprar itens excessivamente quentes ou pesados, e sim vestir-se em camadas. Isso vai facilitar sua adaptação às constantes variações de temperatura durante a prática esportiva. Vale a pena investir em peças práticas, com muitos bolsos fechados por zíper, onde você poderá carregar objetos como máquina fotográfica e protetor labial.
Cachecol, luva e gorro
Pescoço, mãos e orelhas devem estar protegidos, principalmente na hora de subir a montanha por meio dos teleféricos, quando a parada no esforço físico revela o quão baixa está a temperatura. Luvas apropriadas para praticar esqui são as mais recomendáveis, por serem impermeáveis e mais quentes.
Roupas leves
Apesar do frio lá fora, dentro dos hotéis há forte calefação. Para não passar calor, inclua na mala algumas roupas mais leves.
Roupa de banho
Parece loucura usar biquíni ou sunga em meio à neve, mas as piscinas aquecidas são atrações imperdíveis das estações de esqui. Não perca a chance de conhecê-las.
Adaptador para tomada
No Chile, a voltagem é de 220 voltz e as tomadas possuem três entradas redondas. Para conectar fios de laptops, carregadores de celulares e outros aparelhos eletrônicos que possuam pinos “chatos” é preciso um adaptador. Os resorts emprestam os adaptadores aos hóspedes, mas a procura é grande. Para não correr o risco de ficar na lista de espera, leve um com você.
Kit “altitude”
A mudança de altitude pode causar mal estar, por isso leve os remédios que está acostumado a tomar. Além disso, beba bastante água, já que no clima muito seco da montanha é fácil ficar desidratado. Por fim, use o bom senso e não force a adaptação. Segundo os próprios instrutores de esqui e snowboard, a melhor opção é começar a prática esportiva no segundo dia de viagem, para dar ao corpo a chance de se adaptar ao clima. Assim, reserve o primeiro dia para conhecer o local, passear pela neve, curtir a piscina e descansar.
Esquiadores de primeira viagem podem entrar em pânico na hora de arrumar a mala, perturbados por dúvidas como: vou passar muito frio? Tenho que comprar roupas especiais? Que tipo de calçado é necessário? Para solucionar as principais questões, preparamos uma lista de itens obrigatórios na bagagem de quem vai curtir um destino de neve.
Cachecol, luvas, gorro e protetor são alguns dos itens indispensáveis na mala
Filtro solar e protetor labial
O cenário perfeito para praticar esqui ou snowboard é um dia de sol, que costuma ser forte na Cordilheira dos Andes. Passe filtro solar e protetor labial antes de ir para as pistas e repita a aplicação sempre que necessário.
Óculos de sol
A neve reflete o sol forte da Cordilheira, tornando o uso de óculos escuros fundamental em todos os momentos – até durante uma simples caminhada. Para praticar esqui ou snowboard não é necessário comprar óculos especiais como os usados por profissionais, mas fique atento: se você tem miopia ou astigmatismo, leve lentes de contato ou um óculos de sol com grau. Assim você se protege do sol e enxerga as pistas com clareza.
Tênis ou bota impermeável
Para praticar esportes na neve, você terá de alugar botas especiais. Por outro lado, caminhadas e passeios de raqueta, por exemplo, podem ser feitos com calçados comuns, desde que eles sejam impermeáveis. Solados de borracha são recomendáveis
Blusas, casacos e calças impermeáveis
Apesar de os resorts oferecerem aluguel de roupas esportivas, é mais garantido e econômico levar suas próprias peças, que devem ser impermeáveis. A dica é não comprar itens excessivamente quentes ou pesados, e sim vestir-se em camadas. Isso vai facilitar sua adaptação às constantes variações de temperatura durante a prática esportiva. Vale a pena investir em peças práticas, com muitos bolsos fechados por zíper, onde você poderá carregar objetos como máquina fotográfica e protetor labial.
Cachecol, luva e gorro
Pescoço, mãos e orelhas devem estar protegidos, principalmente na hora de subir a montanha por meio dos teleféricos, quando a parada no esforço físico revela o quão baixa está a temperatura. Luvas apropriadas para praticar esqui são as mais recomendáveis, por serem impermeáveis e mais quentes.
Roupas leves
Apesar do frio lá fora, dentro dos hotéis há forte calefação. Para não passar calor, inclua na mala algumas roupas mais leves.
Roupa de banho
Parece loucura usar biquíni ou sunga em meio à neve, mas as piscinas aquecidas são atrações imperdíveis das estações de esqui. Não perca a chance de conhecê-las.
Adaptador para tomada
No Chile, a voltagem é de 220 voltz e as tomadas possuem três entradas redondas. Para conectar fios de laptops, carregadores de celulares e outros aparelhos eletrônicos que possuam pinos “chatos” é preciso um adaptador. Os resorts emprestam os adaptadores aos hóspedes, mas a procura é grande. Para não correr o risco de ficar na lista de espera, leve um com você.
Kit “altitude”
A mudança de altitude pode causar mal estar, por isso leve os remédios que está acostumado a tomar. Além disso, beba bastante água, já que no clima muito seco da montanha é fácil ficar desidratado. Por fim, use o bom senso e não force a adaptação. Segundo os próprios instrutores de esqui e snowboard, a melhor opção é começar a prática esportiva no segundo dia de viagem, para dar ao corpo a chance de se adaptar ao clima. Assim, reserve o primeiro dia para conhecer o local, passear pela neve, curtir a piscina e descansar.
sábado, 17 de julho de 2010
Conheça Lisboa durante um Fim de Semana
Cheia de um charme elegante, a compacta e aconchegante capital de Portugal é um lugar ideal para explorar num fim de semana no país.
Funicular circula em rua de Lisboa; leia sugestões de passeios em Lisboa para aproveitar num único fim de semana
Brisas amenas que chegam do rio Tejo tornam a caminhada tolerável até no mais quente dos verões; ao mesmo tempo que a luz natural de Lisboa garante inesquecíveis fotos, especialmente no pôr do sol.
Lembre-se que Lisboa é conhecida como a "cidade das sete colinas", as quais são bastante íngremes, e muitas ruas são pavimentadas com paralelepípedos --por isso, escolha seu calçado com cuidado.
Os moradores locais vão ajudá-lo a aproveittar o melhor da cidade:
SEXTA-FEIRA
17h - Comece sua viagem em um dos pontos mais altos da cidade, no topo do parque Eduardo 7º, que oferece uma panorâmica de Lisboa que você quer desvendar, incluindo o antigo castelo de São Jorge e o rio Tejo.
Tome um café no lago do parque, continue nas trilhas que passam por estufas com plantas exóticas e vá até a estátua do marquês de Pompal, que reconstruiu Lisboa depois de um grande terremoto, em 1755.
Pegue a avenida Liberdade cruzando a via pavimentada com pedras branca e pretas ou escolha as calçadas que levam a caras e variadas pâtisseries de onde emana o aroma de doces e cafés.
18h30 - No lado direito do bulevar que encontra a praça Restauradores, vire na Calçada da Glória e pegue os elevadores de Lisboa, que o levará aos jardins de São Pedro de Alcântara e a um pequeno parque de onde se vê uma cachoeira.
19h - Aproveite a vista e a taça de um refrescante e leve vinho verde, acompanhado de bolinho de bacalhau.
19h30 - No alto da rua principal, visite a praça Príncipe Real com uma árvore de cedro centenária, que esconde vários bancos com suas sombras. As estreitas ruazinhas no entorno levam ao Tejo e oferecem um dos mais pitorescos cenários de Lisboa.
20h - Desça até a rua Garett, com suas lojas caras. Visite o café A Brasileira, local já uma vez freqüentado pelo poeta Fernando Pessoa, cuja estátua de bronze está disposta em uma das mesas na calçada.
21h - Jante no pátio aconchegante do café Royale e experimente um prato com polvo e batata ou um bacalhau com vinho branco produzido na região de Ribatejo.
Depois das 22h - Confira a vida noturna do bairro vizinho, o Alto, onde prédios abrigam dúzias de bares com música ao vivo, casas noturnas e lojas de arte moderna.
SÁBADO
9h - Tome seu café da manhã no café Nicola, na praça Rossio, ou na Confeitaria Nacional, na praça da Figueira, no centro neoclássico de Baixa.
10h - Visite a majestosa praça do Comércio, perto do rio Tejo, e suba até o alto do castelo de São Jorge, fazendo uma pequena parada na catedral Se --o sol da manhã atravessa os vitrais e enchem a igreja de linhas góticas com reflexos coloridos.
Peça um drinque refrescante no terraço romântico de Santa Luzia, antes de entrar no castelo medieval. Certifique-se e pegue o caminho das muralhas, onde ocorreram batalhas das Cruzadas contra os mouros. O lugar transpira história e oferece uma ótima visão do rio Tejo e das pontes de Lisboa.
12h - De volta a Santa Luzia, embarque no funicular de número 28 --a veterana composição o levará ao mirante Graça, onde uma taça de vinho pode ser degustada ao som de apresentações de jazz ao vivo, tendo como cenário os telhados vermelhos das casas de Lisboa.
13h - Suba novamente no funicular 28, cruzando a Baixa, e então pegue o 15 que vai de Tejo a Belém, onde as torres do monastério dos Jerônimos exibem todo seu esplendor. O local foi construído nos anos de 1500 como uma casa para orações de marinheiros que chegavam de ou partiam para longas viagens, na época em que Portugal era um dos pioneiros na exploração marítima.
14h - Caminhe pelo rio e prove uma mariscada ou um caranguejo no bar-restaurante Portugalia. Depois do lanche, estique até a torre de Belém --uma das mais elegantes fortificações do mundo.
15h - Nas proximidades do monastério dos Jerônimos, encontre uma loja que venda os tradicionais pastéis de Belém com recheio de creme e prove um com vinho do Porto, e você dificilmente vai resistir a levar mais meia dúzia para casa. Tome o mesmo funicular de volta à Baixa, compre suvernires e procure o Elevador de Santa Justa, com linhas neogóticas e construída por um aprendiz de Gustave Eiffel. O elevador vai levá-lo a uma praça calma, nos arredores das ruínas da igreja do Carmo, para um descanso.
19h - Tome um táxi em direção ao Largo do Chafariz de Dentro, no bairro de Alfama. No Museu do Fado, há um restaurante com a música tradicional tocada ao vivo. Alguns acham que o gênero é lúgubre, mas nem todas as canções são. No restaurante Esquina de Alfama (reserve mesas com antecedência), garçons, lavadores de pratos e maîtres costumam cantar fados --alguns especialistas dizem que são de raiz. Peça um bacalhau grelhado ou favas enquanto estiver lá.
DOMINGO
9h - Tome seu café da manhã na centenária doçaria A Tentadora, popular entre os moradores de Lisboa de todas as idades. Caminhe para a rua Domingos Sequeira, em direção ao parque Estrela, atravessando a estrada a partir de uma bela basílica branca, em estilo barroco, o qual merece uma visita.
11h - Siga abaixo pela Calçada da Estrela até chegar ao suntuoso palácio de São Bento --um antigo monastério que abrigou o parlamento português. Os guardas que ficam perto da entrada permitem que sejam fotografados.
12h - Pegue o funicular 28 para a praça do Comércio, suba até a rua Augusta para a estação de trem Rossio.
13h - Para uma refeição de despedida e no espírito da viagem, faça uma parada perto do Beira Gare, próximo à estação de trem, e peça uma cataplana --um prato com bacalhau, camarões e mariscos-- ou uma bifana, uma das melhores receitas de Lisboa.
Funicular circula em rua de Lisboa; leia sugestões de passeios em Lisboa para aproveitar num único fim de semana
Brisas amenas que chegam do rio Tejo tornam a caminhada tolerável até no mais quente dos verões; ao mesmo tempo que a luz natural de Lisboa garante inesquecíveis fotos, especialmente no pôr do sol.
Lembre-se que Lisboa é conhecida como a "cidade das sete colinas", as quais são bastante íngremes, e muitas ruas são pavimentadas com paralelepípedos --por isso, escolha seu calçado com cuidado.
Os moradores locais vão ajudá-lo a aproveittar o melhor da cidade:
SEXTA-FEIRA
17h - Comece sua viagem em um dos pontos mais altos da cidade, no topo do parque Eduardo 7º, que oferece uma panorâmica de Lisboa que você quer desvendar, incluindo o antigo castelo de São Jorge e o rio Tejo.
Tome um café no lago do parque, continue nas trilhas que passam por estufas com plantas exóticas e vá até a estátua do marquês de Pompal, que reconstruiu Lisboa depois de um grande terremoto, em 1755.
Pegue a avenida Liberdade cruzando a via pavimentada com pedras branca e pretas ou escolha as calçadas que levam a caras e variadas pâtisseries de onde emana o aroma de doces e cafés.
18h30 - No lado direito do bulevar que encontra a praça Restauradores, vire na Calçada da Glória e pegue os elevadores de Lisboa, que o levará aos jardins de São Pedro de Alcântara e a um pequeno parque de onde se vê uma cachoeira.
19h - Aproveite a vista e a taça de um refrescante e leve vinho verde, acompanhado de bolinho de bacalhau.
19h30 - No alto da rua principal, visite a praça Príncipe Real com uma árvore de cedro centenária, que esconde vários bancos com suas sombras. As estreitas ruazinhas no entorno levam ao Tejo e oferecem um dos mais pitorescos cenários de Lisboa.
20h - Desça até a rua Garett, com suas lojas caras. Visite o café A Brasileira, local já uma vez freqüentado pelo poeta Fernando Pessoa, cuja estátua de bronze está disposta em uma das mesas na calçada.
21h - Jante no pátio aconchegante do café Royale e experimente um prato com polvo e batata ou um bacalhau com vinho branco produzido na região de Ribatejo.
Depois das 22h - Confira a vida noturna do bairro vizinho, o Alto, onde prédios abrigam dúzias de bares com música ao vivo, casas noturnas e lojas de arte moderna.
SÁBADO
9h - Tome seu café da manhã no café Nicola, na praça Rossio, ou na Confeitaria Nacional, na praça da Figueira, no centro neoclássico de Baixa.
10h - Visite a majestosa praça do Comércio, perto do rio Tejo, e suba até o alto do castelo de São Jorge, fazendo uma pequena parada na catedral Se --o sol da manhã atravessa os vitrais e enchem a igreja de linhas góticas com reflexos coloridos.
Peça um drinque refrescante no terraço romântico de Santa Luzia, antes de entrar no castelo medieval. Certifique-se e pegue o caminho das muralhas, onde ocorreram batalhas das Cruzadas contra os mouros. O lugar transpira história e oferece uma ótima visão do rio Tejo e das pontes de Lisboa.
12h - De volta a Santa Luzia, embarque no funicular de número 28 --a veterana composição o levará ao mirante Graça, onde uma taça de vinho pode ser degustada ao som de apresentações de jazz ao vivo, tendo como cenário os telhados vermelhos das casas de Lisboa.
13h - Suba novamente no funicular 28, cruzando a Baixa, e então pegue o 15 que vai de Tejo a Belém, onde as torres do monastério dos Jerônimos exibem todo seu esplendor. O local foi construído nos anos de 1500 como uma casa para orações de marinheiros que chegavam de ou partiam para longas viagens, na época em que Portugal era um dos pioneiros na exploração marítima.
14h - Caminhe pelo rio e prove uma mariscada ou um caranguejo no bar-restaurante Portugalia. Depois do lanche, estique até a torre de Belém --uma das mais elegantes fortificações do mundo.
15h - Nas proximidades do monastério dos Jerônimos, encontre uma loja que venda os tradicionais pastéis de Belém com recheio de creme e prove um com vinho do Porto, e você dificilmente vai resistir a levar mais meia dúzia para casa. Tome o mesmo funicular de volta à Baixa, compre suvernires e procure o Elevador de Santa Justa, com linhas neogóticas e construída por um aprendiz de Gustave Eiffel. O elevador vai levá-lo a uma praça calma, nos arredores das ruínas da igreja do Carmo, para um descanso.
19h - Tome um táxi em direção ao Largo do Chafariz de Dentro, no bairro de Alfama. No Museu do Fado, há um restaurante com a música tradicional tocada ao vivo. Alguns acham que o gênero é lúgubre, mas nem todas as canções são. No restaurante Esquina de Alfama (reserve mesas com antecedência), garçons, lavadores de pratos e maîtres costumam cantar fados --alguns especialistas dizem que são de raiz. Peça um bacalhau grelhado ou favas enquanto estiver lá.
DOMINGO
9h - Tome seu café da manhã na centenária doçaria A Tentadora, popular entre os moradores de Lisboa de todas as idades. Caminhe para a rua Domingos Sequeira, em direção ao parque Estrela, atravessando a estrada a partir de uma bela basílica branca, em estilo barroco, o qual merece uma visita.
11h - Siga abaixo pela Calçada da Estrela até chegar ao suntuoso palácio de São Bento --um antigo monastério que abrigou o parlamento português. Os guardas que ficam perto da entrada permitem que sejam fotografados.
12h - Pegue o funicular 28 para a praça do Comércio, suba até a rua Augusta para a estação de trem Rossio.
13h - Para uma refeição de despedida e no espírito da viagem, faça uma parada perto do Beira Gare, próximo à estação de trem, e peça uma cataplana --um prato com bacalhau, camarões e mariscos-- ou uma bifana, uma das melhores receitas de Lisboa.
domingo, 11 de julho de 2010
Número de turistas Brasileiros é recorde em Buenos Aires
Buenos Aires - "Tiene mais uma sacuela?" Esta frase, uma tentativa de se expressar em "portunhol", pronunciada com o intuito de conseguir um receptáculo adicional para incrementar a capacidade de carga do consumidor, pode ser ouvida com frequência nas lojas portenhas. O estranho idioma é comum principalmente no Centro, Puerto Madero, Recoleta e Palermo -onde o fluxo de turistas brasileiros é cada vez maior.
A tendência é a de um recorde neste ano, segundo o ministro do Turismo da Argentina, Enrique Meyer. Em 2010, o país receberá um milhão de turistas brasileiros. Outrora mais preocupados em atrair europeus e norte-americanos, os argentinos perceberam o filão de trazer os turistas brasileiros, muitos dos quais estão fazendo sua primeira viagem ao exterior.
Os brasileiros vão para Buenos Aires atrás da suculenta carne bovina dos Pampas, dos vinhos das províncias de Mendoza, San Juan e Salta, dos acrobáticos shows de tango ou de passeios pelas europeizadas -embora decadentes- ruas portenhas, com sua arquitetura que recorda Paris. Mas, principalmente, os turistas brasileiros vão atrás dos produtos Made in Argentina com seus preços atrativos. Produtos como casacos de couro e de lã ficam mais em conta pela competitividade da moeda brasileira neste país, ao redor de 35% superior ao peso, comparado com os níveis de 2009, segundo a avaliação do relatório mensal do Observatório Turístico da Cidade de Buenos Aires.
Segundo o Instituto Nacional de Promoção Turística, nos primeiros quatro meses deste ano a Argentina registrou um aumento de 46% no número de visitantes brasileiros em comparação com o mesmo período do ano passado. Além disso, o Instituto indica que os turistas brasileiros são os que mais gastam na Argentina (em média, por dia, US$ 148,90). As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
A tendência é a de um recorde neste ano, segundo o ministro do Turismo da Argentina, Enrique Meyer. Em 2010, o país receberá um milhão de turistas brasileiros. Outrora mais preocupados em atrair europeus e norte-americanos, os argentinos perceberam o filão de trazer os turistas brasileiros, muitos dos quais estão fazendo sua primeira viagem ao exterior.
Os brasileiros vão para Buenos Aires atrás da suculenta carne bovina dos Pampas, dos vinhos das províncias de Mendoza, San Juan e Salta, dos acrobáticos shows de tango ou de passeios pelas europeizadas -embora decadentes- ruas portenhas, com sua arquitetura que recorda Paris. Mas, principalmente, os turistas brasileiros vão atrás dos produtos Made in Argentina com seus preços atrativos. Produtos como casacos de couro e de lã ficam mais em conta pela competitividade da moeda brasileira neste país, ao redor de 35% superior ao peso, comparado com os níveis de 2009, segundo a avaliação do relatório mensal do Observatório Turístico da Cidade de Buenos Aires.
Segundo o Instituto Nacional de Promoção Turística, nos primeiros quatro meses deste ano a Argentina registrou um aumento de 46% no número de visitantes brasileiros em comparação com o mesmo período do ano passado. Além disso, o Instituto indica que os turistas brasileiros são os que mais gastam na Argentina (em média, por dia, US$ 148,90). As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
segunda-feira, 28 de junho de 2010
Copa 2014 enche a bola dos setores do turismo e da hotelaria
Um estudo fruto da parceria do Ministério do Turismo com a Fundação Getúlio Vargas denominada 6ª Pesquisa Anual de Conjuntura Econômica do Turismo (PACET), aponta que o investimento em infraestrutura turística, ao longo dos últimos anos, cresceu 52 vezes. Representava R$ 52,8 milhões, em 2003, passando para R$ 1,7 bilhão, no ano passado. Em 2010, serão R$ 2,72 bilhões.
O turismo e, em especial a hotelaria, está ansiosa. Além da aprovação de R$ 2,72 bilhões no Orçamento Geral da União (OGU) para infraestrutura turística em 2010, há os investimentos financiados pelo Prodetur, linha de crédito do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) e da Corporação Andina de Fomento (CAF), para que Estados e municípios possam aplicar em infraestrutura turística.
Para a construção de novos hotéis, ampliação e reforma dos já existentes, o Ministério do Turismo, em parceria com os bancos públicos, lançou linhas de crédito que totalizam R$ 1,8 bilhão. Somente a linha do BNDES, chamada BNDES ProCopa Turismo, tem inicialmente a verba de R$ 1 bilhão para os hotéis.
De acordo com o diretor de Desenvolvimento Brasil da rede Accor, Abel Castro, só este ano a rede tem uma previsão de abertura de 3 mil novos apartamentos. “Somando-se as 12 cidades sedes da Copa, operamos hoje 73 hotéis das marcas Sofitel, Novotel, Mercure, Ibis e Formule 1. Temos ainda 25 hotéis em construção, que representam investimentos da ordem de R$ 480 milhões e outros 34 em negociação avançada com investidores”, disse ao DT. A rede planeja contar com 225 unidades hoteleiras no Brasil até 2015.
Para Ricardo Manarini, gerente de Desenvolvimento da rede InterContinental Hotels Group (IHG), até 2020, a rede IHG quer administrar ou franquear mais 50 hotéis no Brasil – hoje são 13. “Para isso, o grupo pretende obter R$ 1,2 bilhão com fundos de investimentos e de pensão. Deste total, R$ 750 milhões devem ser destinados ao Brasil”, disse por e-mail ao Diário. “A nossa companhia está alinhada com um crescimento constante. Somos a companhia hoteleira que mais cresceu nos últimos anos, e as projeções e números do nosso pipeline para os próximos anos são ótimas. A América Latina não é diferente, e dentro desta região, o Brasil é o país que, sem dúvida, oferece mais possibilidades”, afirmou.
Burocracia – Setores da hotelaria, porém, defendem que há muita burocracia na captação dos recursos do BNDES. Para Eraldo Santanna, diretor de Expansão do grupo Slaviero, sua rede está propondo fazer a captação desses recursos.
“Adquirimos este expertise desenvolvendo trabalhos específicos nesta modalidade. Sabemos o quão burocrático é conseguir captar estes recursos, mas com projetos bem fundamentados, estudos de viabilidades corretos e traduzindo tudo isto para a linguagem do analista de crédito que faz a leitura e liberação, existem mais probabilidades de se conseguir”, afirmou ao Diário.
Segundo Eraldo, sua proposta é exatamente atuar em todas as fases do processo, como facilitadores, agindo junto a parceiros e interagindo com o investidor principal.
A rede Slaviero tem hoje 16 unidades e até o fim do ano pretende inaugurar mais três. “Para a Copa de 2014, acreditamos que teremos um incremento de 100% de nossa disponibilidade atual”, afirmou.
De acordo com dados da Pesquisa Anual de Conjuntura Econômica do Turismo (PACET), para este ano, a expectativa dos empresários do turismo em geral é de aumento de 14,6% no faturamento do setor de turismo em relação a 2009, segundo pesquisa realizada com 80 principais empresas de turismo no país, de diferentes segmentos, que respondem por um faturamento de R$ 35 bilhões e empregam cerca de 85 mil profissionais. Até a Copa, esses percentuais crescerão, em média, 6% ao ano, prevê a pesquisa.
Ou seja, chega-se à Copa 2014 com a bola cheia.
O turismo e, em especial a hotelaria, está ansiosa. Além da aprovação de R$ 2,72 bilhões no Orçamento Geral da União (OGU) para infraestrutura turística em 2010, há os investimentos financiados pelo Prodetur, linha de crédito do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) e da Corporação Andina de Fomento (CAF), para que Estados e municípios possam aplicar em infraestrutura turística.
Para a construção de novos hotéis, ampliação e reforma dos já existentes, o Ministério do Turismo, em parceria com os bancos públicos, lançou linhas de crédito que totalizam R$ 1,8 bilhão. Somente a linha do BNDES, chamada BNDES ProCopa Turismo, tem inicialmente a verba de R$ 1 bilhão para os hotéis.
De acordo com o diretor de Desenvolvimento Brasil da rede Accor, Abel Castro, só este ano a rede tem uma previsão de abertura de 3 mil novos apartamentos. “Somando-se as 12 cidades sedes da Copa, operamos hoje 73 hotéis das marcas Sofitel, Novotel, Mercure, Ibis e Formule 1. Temos ainda 25 hotéis em construção, que representam investimentos da ordem de R$ 480 milhões e outros 34 em negociação avançada com investidores”, disse ao DT. A rede planeja contar com 225 unidades hoteleiras no Brasil até 2015.
Para Ricardo Manarini, gerente de Desenvolvimento da rede InterContinental Hotels Group (IHG), até 2020, a rede IHG quer administrar ou franquear mais 50 hotéis no Brasil – hoje são 13. “Para isso, o grupo pretende obter R$ 1,2 bilhão com fundos de investimentos e de pensão. Deste total, R$ 750 milhões devem ser destinados ao Brasil”, disse por e-mail ao Diário. “A nossa companhia está alinhada com um crescimento constante. Somos a companhia hoteleira que mais cresceu nos últimos anos, e as projeções e números do nosso pipeline para os próximos anos são ótimas. A América Latina não é diferente, e dentro desta região, o Brasil é o país que, sem dúvida, oferece mais possibilidades”, afirmou.
Burocracia – Setores da hotelaria, porém, defendem que há muita burocracia na captação dos recursos do BNDES. Para Eraldo Santanna, diretor de Expansão do grupo Slaviero, sua rede está propondo fazer a captação desses recursos.
“Adquirimos este expertise desenvolvendo trabalhos específicos nesta modalidade. Sabemos o quão burocrático é conseguir captar estes recursos, mas com projetos bem fundamentados, estudos de viabilidades corretos e traduzindo tudo isto para a linguagem do analista de crédito que faz a leitura e liberação, existem mais probabilidades de se conseguir”, afirmou ao Diário.
Segundo Eraldo, sua proposta é exatamente atuar em todas as fases do processo, como facilitadores, agindo junto a parceiros e interagindo com o investidor principal.
A rede Slaviero tem hoje 16 unidades e até o fim do ano pretende inaugurar mais três. “Para a Copa de 2014, acreditamos que teremos um incremento de 100% de nossa disponibilidade atual”, afirmou.
De acordo com dados da Pesquisa Anual de Conjuntura Econômica do Turismo (PACET), para este ano, a expectativa dos empresários do turismo em geral é de aumento de 14,6% no faturamento do setor de turismo em relação a 2009, segundo pesquisa realizada com 80 principais empresas de turismo no país, de diferentes segmentos, que respondem por um faturamento de R$ 35 bilhões e empregam cerca de 85 mil profissionais. Até a Copa, esses percentuais crescerão, em média, 6% ao ano, prevê a pesquisa.
Ou seja, chega-se à Copa 2014 com a bola cheia.
segunda-feira, 14 de junho de 2010
Porto Seguro cinco destinos em um só
Há 500 anos, quando aqui desembarcou, Cabral já sabia que Porto Seguro era um grande achado. De lá para cá, não só os portugueses, mas holandeses, espanhóis, italianos, franceses, israelenses, brasileiros, gente dos quatro cantos do mundo já descobriu que Porto Seguro ficou muito melhor.
Centros históricos, praias maravilhosas, rios, coqueirais, Mata Atlântica, manguezais, falésias e arrecifes fazem de Porto Seguro um dos destinos mais completos e atrativos do Brasil, recebendo aproximadamente 1,2 milhão de turistas por ano.
Com uma localização estratégica, a pouco mais de uma hora de voo das principais capitais nacionais, e servido por uma malha aérea que liga o destino aos grandes centros urbanos do país, Porto Seguro possui um dos maiores parques hoteleiros do Brasil, com mais de 45 mil leitos, para todos os gostos e bolsos.
Por isso, o destino recebe visitantes de todas as idades - jovens desacompanhados ou em grupos de amigos, famílias com filhos, casais em lua-de-mel, turistas da melhor idade, executivos viajando a negócios - todos têm diversão e segurança garantidos.
O turismo é completo e oferece atrações que vão desde a parte histórica, passando pelo entretenimento, ecologia, aventura ou simplesmente belas praias para quem busca apenas relaxar durante as férias. Isso sem contar as tão famosas festas noturnas, regadas ao tradicional “capeta”, bebida energética que mistura vodka, frutas, leite condensado e guaraná em pó.
O deslumbramento por Porto Seguro não para por aqui. A travessia da balsa sobre o rio Buranhém revela agradáveis surpresas ao visitante. Arraial d’Ajuda e Trancoso reservam história, natureza preservada, gastronomia de alta qualidade, charme e bom gosto para quem gosta de descontração, sem abrir mão do conforto. Caraíva é um paraíso a parte, de natureza intocada, onde os carros não entram e a luz elétrica chegou recentemente, além da bela praia do Mutá
Com tantas opções de passeio, de beleza que enche os olhos, dá para concordar com os nativos da cidade que afirmam: “nasci em Porto Seguro, meu nome é Brasil”.
Principais pontos turísticos:
- Cidade Histórica
- Passarela do Álcool
- Museu de Porto Seguro
- Terravista Golf Course
- Memorial da Epopéia do Descobrimento
- Monte Pascoal
- Reserva Pataxó da Jaqueira
- Parque Municipal Marinho do Recife de Fora
- Arraial d´Ajuda Eco Parque
- Ilha dos Aquários
- Rio Buranhém
- Estação Veracel
- Praias
Centros históricos, praias maravilhosas, rios, coqueirais, Mata Atlântica, manguezais, falésias e arrecifes fazem de Porto Seguro um dos destinos mais completos e atrativos do Brasil, recebendo aproximadamente 1,2 milhão de turistas por ano.
Com uma localização estratégica, a pouco mais de uma hora de voo das principais capitais nacionais, e servido por uma malha aérea que liga o destino aos grandes centros urbanos do país, Porto Seguro possui um dos maiores parques hoteleiros do Brasil, com mais de 45 mil leitos, para todos os gostos e bolsos.
Por isso, o destino recebe visitantes de todas as idades - jovens desacompanhados ou em grupos de amigos, famílias com filhos, casais em lua-de-mel, turistas da melhor idade, executivos viajando a negócios - todos têm diversão e segurança garantidos.
O turismo é completo e oferece atrações que vão desde a parte histórica, passando pelo entretenimento, ecologia, aventura ou simplesmente belas praias para quem busca apenas relaxar durante as férias. Isso sem contar as tão famosas festas noturnas, regadas ao tradicional “capeta”, bebida energética que mistura vodka, frutas, leite condensado e guaraná em pó.
O deslumbramento por Porto Seguro não para por aqui. A travessia da balsa sobre o rio Buranhém revela agradáveis surpresas ao visitante. Arraial d’Ajuda e Trancoso reservam história, natureza preservada, gastronomia de alta qualidade, charme e bom gosto para quem gosta de descontração, sem abrir mão do conforto. Caraíva é um paraíso a parte, de natureza intocada, onde os carros não entram e a luz elétrica chegou recentemente, além da bela praia do Mutá
Com tantas opções de passeio, de beleza que enche os olhos, dá para concordar com os nativos da cidade que afirmam: “nasci em Porto Seguro, meu nome é Brasil”.
Principais pontos turísticos:
- Cidade Histórica
- Passarela do Álcool
- Museu de Porto Seguro
- Terravista Golf Course
- Memorial da Epopéia do Descobrimento
- Monte Pascoal
- Reserva Pataxó da Jaqueira
- Parque Municipal Marinho do Recife de Fora
- Arraial d´Ajuda Eco Parque
- Ilha dos Aquários
- Rio Buranhém
- Estação Veracel
- Praias
quarta-feira, 9 de junho de 2010
Conheça a Disneyland de Paris
Disneyland Paris foi inaugurada em 1992, mas ainda não é um roteiro muito divulgado na América. O complexo possui 2 parques, 1 centro de compras e alimentação e diversos hotéis.
Não há nada mais fácil do que chegar na Disney. Os parques estão a 30km de Paris e a maneira mais fácil é viajar de trem. Tudo é muito bem sinalizado e a viagem é bem rápida.
O ambiente
Para quem já conhece os parques da Disney nos Estados Unidos a Disneyland Paris vai ser muito parecida no começo. Tudo segue o padrão Disney: a estrutura dos parques, os restaurantes, o visual, as lojinhas.
Basta andar um pouco pelos parques para perceber que a Disney Européia é muito diferente. A Disneyland Paris trabalha com funcionários contratados e não com equipes temporárias como nos Estados Unidos. O trabalho faz parte da vida deles e não é apenas uma renda extra nas férias.
Isso faz com que o atendimento na Disneyland Paris seja muito mais íntimo e alegre. Os atendentes são simpáticos e o clima é mais familiar.
As atrações
A Disneyland Paris é formada por 2 parques, Disneyland Park e Walt Disney Studios Park. O Disneyland Park é tematizado com cenários maravilhosos em 5 ambientes. As atrações são bastante variadas e atraem pessoas de todas as idades. O parque não possui tantas atrações quanto seu irmão nos Estados Unidos, mas garante uma boa dose de diversão.
O Walt Disney Studios Park é mais recente e tem atrações com temas de desenhos animados e filmes. Lá é possível assistir shows ao vivo ou curtir atrações mais agressivas. O visual do parque também é fantástico.
Vale a pena?
Para os Brasileiros é mais barato e prático visitar a Disney americana. Os parques são maiores e a viagem é mais rápida. Mas para quem vai passar alguns dias na Europa com a família vale muito a pena esticar um dia e conhecer a Disneyland Paris.
Existem ingressos que valem para os 2 parques e as pessoas podem se organizar para conhecer ambos no mesmo dia. O ideal é visitar o Studios Park de manhã e passar a tarde no Disneyland Park, que encerra o dia com shows espetaculares.
Não há nada mais fácil do que chegar na Disney. Os parques estão a 30km de Paris e a maneira mais fácil é viajar de trem. Tudo é muito bem sinalizado e a viagem é bem rápida.
O ambiente
Para quem já conhece os parques da Disney nos Estados Unidos a Disneyland Paris vai ser muito parecida no começo. Tudo segue o padrão Disney: a estrutura dos parques, os restaurantes, o visual, as lojinhas.
Basta andar um pouco pelos parques para perceber que a Disney Européia é muito diferente. A Disneyland Paris trabalha com funcionários contratados e não com equipes temporárias como nos Estados Unidos. O trabalho faz parte da vida deles e não é apenas uma renda extra nas férias.
Isso faz com que o atendimento na Disneyland Paris seja muito mais íntimo e alegre. Os atendentes são simpáticos e o clima é mais familiar.
As atrações
A Disneyland Paris é formada por 2 parques, Disneyland Park e Walt Disney Studios Park. O Disneyland Park é tematizado com cenários maravilhosos em 5 ambientes. As atrações são bastante variadas e atraem pessoas de todas as idades. O parque não possui tantas atrações quanto seu irmão nos Estados Unidos, mas garante uma boa dose de diversão.
O Walt Disney Studios Park é mais recente e tem atrações com temas de desenhos animados e filmes. Lá é possível assistir shows ao vivo ou curtir atrações mais agressivas. O visual do parque também é fantástico.
Vale a pena?
Para os Brasileiros é mais barato e prático visitar a Disney americana. Os parques são maiores e a viagem é mais rápida. Mas para quem vai passar alguns dias na Europa com a família vale muito a pena esticar um dia e conhecer a Disneyland Paris.
Existem ingressos que valem para os 2 parques e as pessoas podem se organizar para conhecer ambos no mesmo dia. O ideal é visitar o Studios Park de manhã e passar a tarde no Disneyland Park, que encerra o dia com shows espetaculares.
sábado, 29 de maio de 2010
Gramado - Diversão para todas épocas do ano
Na Serra Gaúcha, Gramado combina o frio e a animação dos festivais periódicos com o jeito pacato de uma cidade do interior. Os vales de verde profundo e o azul das hortênsias compõem um cenário romântico, sob medida para luas-de-mel que também podem se tornar periódicas, como as festas que celebram o cinema, os deliciosos produtos da colônia, o Natal. Gramado se prepara de janeiro a dezembro para receber os turistas.
A cidade tem cerca de 32 mil habitantes e fica distante 115 km de Porto Alegre. Apesar de curta, a viagem desde a capital gaúcha separa temperaturas distintas. O inverno em Gramado é rigoroso, com temperaturas abaixo dos 10ºC, e expectativa de neve. À noite, faz frio em todos os meses do ano. Quem chega acompanhado curte confortos diversos para se aquecer nos hotéis, pousadas e restaurantes: piscinas térmicas privativas, hidromassagem, lareira, fondue, vinho, chocolate quente.
Gramado divide com a vizinha Canela algumas novidades entre as atrações que encantam adultos e crianças. O Gramado Zoo dispõe de instalações modernas que permitem ver onças, pumas e macacos sem grades na frente, além de centenas de aves da fauna brasileira voando em grandes viveiros. Em Canela, o Alpen Park, o parque do trenó, inaugurou um cinema 4-D, anunciado como pioneiro no Brasil, cujos efeitos especiais permitem ao público sentir até a umidade e a ventania do filme na tela em semicírculo. Na estrada de Gramado para Canela, a fábrica Caracol instalou o espaço temático "O Reino do Chocolate".
GRAMADO
O Lago Negro pode ser explorado de pedalinho
Tudo lembra doce no Reino do Chocolate
O Minimundo tem vários minimoradores
CONHECE GRAMADO?
PARQUES DA CIDADE
Parques, aventura e chocolates são diversões para todas as épocas do ano, como o fondue suíço e as mesas fartas de café colonial, outras marcas de Gramado, estas associadas à colonização de imigrantes alemães, italianos e portugueses. Mas existe um pedaço do calendário em que a cidade gaúcha fica diferente de qualquer outra cidade brasileira: o Natal, festejado intensamente ali ao longo de dois meses, de novembro a janeiro.
Já verde por natureza, Gramado se veste de vermelho e dourado. As ruas, as praças, os lagos, as fachadas de lojas e hotéis, todos os cantos dão boas-vindas para Papai Noel e para os visitantes em busca de boas compras. Espetáculos de música, teatro de bonecos e shows de fogos reforçam o clima de contos de fadas, que sobrevive, de alguma forma, o ano inteiro, em espaços como a Aldeia do Papai Noel, um parque temático no centro da cidade. As renas ainda não puxam trenós pelos céus, mas elas estão lá, saltitantes, perfilando-se atrás do cercado coberto de pinheiros. E um senhor de capuz e barbas brancas legítimas também faz plantão diário para as fotos a poucos metros das renas, na Fábrica de Presentes.
Para quem está visitando a cidade pela primeira vez, um passeio de hora e meia na Jardineira das Hortênsias, o city tour oficial, dará a noção das distâncias entre cartões-postais como o Lago Negro e a rua Coberta, um retângulo de lojas e bares que recebe o tapete vermelho e os artistas durante o Festival de Cinema. As caminhadas ajudam a gastar as calorias acumuladas na gastronomia local, mas alguns trajetos são longos, com ladeiras íngremes. A fim de percorrer com calma as atrações, espichar até os belos parques de Canela e ainda conhecer o Vale dos Vinhedos e Aparados da Serra, é melhor alugar um carro. Outras alternativas são a linha de ônibus entre Gramado e Canela, com saídas a cada 20 minutos das respectivas rodoviárias, e os passeios em vans das agências de receptivo.
Arregalando bem os olhos, nota-se que inclusive locomotivas circulam em Gramado, com apito e tudo, e diz a lenda que elas pararam de circular quando os túneis se entupiram de neve no rigoroso inverno de 1994. São os trens em miniatura do Minimundo, um museu especialíssimo, ao ar livre, que reproduz monumentos, castelos e igrejas, a maioria europeus, em escala 24 vezes menor do que o tamanho original.
Se algumas cidades são definidas pelo engenho humano, como é o caso da Brasília de Oscar Niemeyer e de Foz do Iguaçu e sua Itaipu Binacional, Gramado conta com ajuda do Minimundo para se apresentar. A fantasia, o artesanato, a nobreza do trabalho braçal e sobretudo a dor da Europa perdida pelos imigrantes estão estampados no museu inaugurado em 1983. O fundador, o alemão Otto Hoppner, faleceu em 1986, mas os filhos e os netos deram sequência à sua arte, acrescentando ao acervo miniaturas de monumentos brasileiros e argentinos, além de publicações.
Em agosto, o Festival de Cinema movimenta a cidade há quase 40 anos. As TVs locais mostram diretores, atores, atrizes, cinéfilos e tietes desfilando com gorros, cachecóis, casacos de couro e lã no Palácio dos Festivais. O figurino, as discussões estéticas e as premiações injetam glamour na Serra Gaúcha. Em março, é a vez da Festa da Colônia, que se estende por três semanas na Praça das Comunicações, da manhã à noite. Corais italianos, bandas típicas alemãs e danças dos Açores celebram os produtos coloniais da zona rural que preservam a cultura dos imigrantes e movimentam a economia.
Os astros da Festa da Colônia são aquele suco de uva que parece conter o cacho engarrafado, uma cuca macia que combina vinho, banana e coco, os salames e queijos que vão fazer o turista voltar no ano que vem. Na avenida Borges de Medeiros, desfilam carretas decoradas com flores, puxadas por bovinos de pelo escovado, algo assustados com o asfalto, com os aplausos e com as centenas de moradores e visitantes apontando câmeras e celulares.
De avental, uma matriarca de duas gerações de agricultores levanta com orgulho um pão sovado de três quilos. Festas desde tipo também ajudam a lembrar do quanto pode ser dura a vida nas cidades turísticas.
A cidade tem cerca de 32 mil habitantes e fica distante 115 km de Porto Alegre. Apesar de curta, a viagem desde a capital gaúcha separa temperaturas distintas. O inverno em Gramado é rigoroso, com temperaturas abaixo dos 10ºC, e expectativa de neve. À noite, faz frio em todos os meses do ano. Quem chega acompanhado curte confortos diversos para se aquecer nos hotéis, pousadas e restaurantes: piscinas térmicas privativas, hidromassagem, lareira, fondue, vinho, chocolate quente.
Gramado divide com a vizinha Canela algumas novidades entre as atrações que encantam adultos e crianças. O Gramado Zoo dispõe de instalações modernas que permitem ver onças, pumas e macacos sem grades na frente, além de centenas de aves da fauna brasileira voando em grandes viveiros. Em Canela, o Alpen Park, o parque do trenó, inaugurou um cinema 4-D, anunciado como pioneiro no Brasil, cujos efeitos especiais permitem ao público sentir até a umidade e a ventania do filme na tela em semicírculo. Na estrada de Gramado para Canela, a fábrica Caracol instalou o espaço temático "O Reino do Chocolate".
GRAMADO
O Lago Negro pode ser explorado de pedalinho
Tudo lembra doce no Reino do Chocolate
O Minimundo tem vários minimoradores
CONHECE GRAMADO?
PARQUES DA CIDADE
Parques, aventura e chocolates são diversões para todas as épocas do ano, como o fondue suíço e as mesas fartas de café colonial, outras marcas de Gramado, estas associadas à colonização de imigrantes alemães, italianos e portugueses. Mas existe um pedaço do calendário em que a cidade gaúcha fica diferente de qualquer outra cidade brasileira: o Natal, festejado intensamente ali ao longo de dois meses, de novembro a janeiro.
Já verde por natureza, Gramado se veste de vermelho e dourado. As ruas, as praças, os lagos, as fachadas de lojas e hotéis, todos os cantos dão boas-vindas para Papai Noel e para os visitantes em busca de boas compras. Espetáculos de música, teatro de bonecos e shows de fogos reforçam o clima de contos de fadas, que sobrevive, de alguma forma, o ano inteiro, em espaços como a Aldeia do Papai Noel, um parque temático no centro da cidade. As renas ainda não puxam trenós pelos céus, mas elas estão lá, saltitantes, perfilando-se atrás do cercado coberto de pinheiros. E um senhor de capuz e barbas brancas legítimas também faz plantão diário para as fotos a poucos metros das renas, na Fábrica de Presentes.
Para quem está visitando a cidade pela primeira vez, um passeio de hora e meia na Jardineira das Hortênsias, o city tour oficial, dará a noção das distâncias entre cartões-postais como o Lago Negro e a rua Coberta, um retângulo de lojas e bares que recebe o tapete vermelho e os artistas durante o Festival de Cinema. As caminhadas ajudam a gastar as calorias acumuladas na gastronomia local, mas alguns trajetos são longos, com ladeiras íngremes. A fim de percorrer com calma as atrações, espichar até os belos parques de Canela e ainda conhecer o Vale dos Vinhedos e Aparados da Serra, é melhor alugar um carro. Outras alternativas são a linha de ônibus entre Gramado e Canela, com saídas a cada 20 minutos das respectivas rodoviárias, e os passeios em vans das agências de receptivo.
Arregalando bem os olhos, nota-se que inclusive locomotivas circulam em Gramado, com apito e tudo, e diz a lenda que elas pararam de circular quando os túneis se entupiram de neve no rigoroso inverno de 1994. São os trens em miniatura do Minimundo, um museu especialíssimo, ao ar livre, que reproduz monumentos, castelos e igrejas, a maioria europeus, em escala 24 vezes menor do que o tamanho original.
Se algumas cidades são definidas pelo engenho humano, como é o caso da Brasília de Oscar Niemeyer e de Foz do Iguaçu e sua Itaipu Binacional, Gramado conta com ajuda do Minimundo para se apresentar. A fantasia, o artesanato, a nobreza do trabalho braçal e sobretudo a dor da Europa perdida pelos imigrantes estão estampados no museu inaugurado em 1983. O fundador, o alemão Otto Hoppner, faleceu em 1986, mas os filhos e os netos deram sequência à sua arte, acrescentando ao acervo miniaturas de monumentos brasileiros e argentinos, além de publicações.
Em agosto, o Festival de Cinema movimenta a cidade há quase 40 anos. As TVs locais mostram diretores, atores, atrizes, cinéfilos e tietes desfilando com gorros, cachecóis, casacos de couro e lã no Palácio dos Festivais. O figurino, as discussões estéticas e as premiações injetam glamour na Serra Gaúcha. Em março, é a vez da Festa da Colônia, que se estende por três semanas na Praça das Comunicações, da manhã à noite. Corais italianos, bandas típicas alemãs e danças dos Açores celebram os produtos coloniais da zona rural que preservam a cultura dos imigrantes e movimentam a economia.
Os astros da Festa da Colônia são aquele suco de uva que parece conter o cacho engarrafado, uma cuca macia que combina vinho, banana e coco, os salames e queijos que vão fazer o turista voltar no ano que vem. Na avenida Borges de Medeiros, desfilam carretas decoradas com flores, puxadas por bovinos de pelo escovado, algo assustados com o asfalto, com os aplausos e com as centenas de moradores e visitantes apontando câmeras e celulares.
De avental, uma matriarca de duas gerações de agricultores levanta com orgulho um pão sovado de três quilos. Festas desde tipo também ajudam a lembrar do quanto pode ser dura a vida nas cidades turísticas.
domingo, 23 de maio de 2010
Cicloturismo também é história
Dois municípios em Santa Catarina são palco de belas paisagens, muita cultura, história envolvida no Circuito Vale de Aventuras de Cicloturismo. Ibirama e Presidente Getúlio estão a cerca de 230 quilômetros de Florianópolis e são locais ideais para quem busca uma viagem de cicloturismo confortável e recheada de atrações.
Conheça a cidade de Ibirama
Saiba como preparar a bicicleta para o cicloturismo
É bom ou ruim viajar sozinho de bike?
Cada cidade tem quatro circuitos cada, geralmente na parte rural da região, onde são aproveitadas as longas estradas de terra e as belezas naturais que circundam o local. Todo o percurso é sinalizado e guiado por planilhas, que são entregues logo no início do passeio.
Em Ibirama, o roteiro tem 113 quilômetros e em Presidente Getúlio são 182km; ambas as viagens começam no centro das cidades. Cada cicloturista receberá uma espécie de passaporte no qual serão colados adesivos em locais pré-determinados nas planilhas. Por estarem localizadas em vales, o percurso, além das estradas, terá subidas e descidas por morros, com níveis de dificuldades diferenciados.
Uma volta na história - Ambas cidades passaram por fortes colonizações de alemães, italianos e suiços, e os traços dessa colonização podem ser vistos ao longo da cicloviagem. A cultura européia ainda é muito presente nas famílias que morarm na região rural dos municípios.
Durante o pedal, o turista poderá aproveitar a gastronomia típica, como a Truta, a Tilápia frita com pão caseiro e o Frischtick (lanche) em um restaurante colonial. Entre as opções de hospedagens, hoteis, pousadas e até mesmo camping no pé das serras são ótimas dicas.
Cercada por áreas intocadas da Mata Atlântica, o percurso conta com várias nascentes de águas cristalinas, rios e belas cachoeiras. Além do passeio de bike, o local conta com atividades de aventura, como rapel, rafting, voo livre e trekking.
Conheça a cidade de Ibirama
Saiba como preparar a bicicleta para o cicloturismo
É bom ou ruim viajar sozinho de bike?
Cada cidade tem quatro circuitos cada, geralmente na parte rural da região, onde são aproveitadas as longas estradas de terra e as belezas naturais que circundam o local. Todo o percurso é sinalizado e guiado por planilhas, que são entregues logo no início do passeio.
Em Ibirama, o roteiro tem 113 quilômetros e em Presidente Getúlio são 182km; ambas as viagens começam no centro das cidades. Cada cicloturista receberá uma espécie de passaporte no qual serão colados adesivos em locais pré-determinados nas planilhas. Por estarem localizadas em vales, o percurso, além das estradas, terá subidas e descidas por morros, com níveis de dificuldades diferenciados.
Uma volta na história - Ambas cidades passaram por fortes colonizações de alemães, italianos e suiços, e os traços dessa colonização podem ser vistos ao longo da cicloviagem. A cultura européia ainda é muito presente nas famílias que morarm na região rural dos municípios.
Durante o pedal, o turista poderá aproveitar a gastronomia típica, como a Truta, a Tilápia frita com pão caseiro e o Frischtick (lanche) em um restaurante colonial. Entre as opções de hospedagens, hoteis, pousadas e até mesmo camping no pé das serras são ótimas dicas.
Cercada por áreas intocadas da Mata Atlântica, o percurso conta com várias nascentes de águas cristalinas, rios e belas cachoeiras. Além do passeio de bike, o local conta com atividades de aventura, como rapel, rafting, voo livre e trekking.
sábado, 22 de maio de 2010
Conheça o site que divide aventuras de viagens com amigos
Quem gostaria de dividir aventuras de viagens com os amigos tem no site TravelPod, criado em 1997, uma ferramenta. Ele possibilita, mediante cadastro, montar um blog de viagens, com fotos, vídeos e textos. Atualmente, a rede conecta experiências de viagens de turistas de 194 países.
O sistema oferece, ainda, formas de conectar o blog à sua conta de Twitter, Facebook e Myspace, de exibir as fotos como um slideshow e mapear a origem dos leitores do blog. Outra ferramenta possibilita coletar doações para financiar suas viagens.
Para quem quer obter informações de destinos, é possível buscar blogs de lugares distintos através de um mapa.
Acesse em www.travelpod.com.
O sistema oferece, ainda, formas de conectar o blog à sua conta de Twitter, Facebook e Myspace, de exibir as fotos como um slideshow e mapear a origem dos leitores do blog. Outra ferramenta possibilita coletar doações para financiar suas viagens.
Para quem quer obter informações de destinos, é possível buscar blogs de lugares distintos através de um mapa.
Acesse em www.travelpod.com.
segunda-feira, 10 de maio de 2010
Intercâmbio - uma atividade turística
Uma das formas mais ricas que a atividade turística coloca hoje à disposição dos consumidores é a possibilidade de intercâmbio internacional. Trata-se de uma visão das diferenças que compõem o mundo globalizado e uma melhoria do entendimento de que uma sociedade pode sobreviver, apesar de todas as diferenças.
O intercâmbio permite também um crescimento do individuo, na maneira de conceber sua inserção no mercado de trabalho altamente competitivo, já que vai aprimorar a aprendizagem de um idioma e muitas vezes vivenciar uma grande experiência cultural, que é se hospedar na casa de uma família anfitriã. O fato de conviver com nativos de uma localidade e conhecer seus hábitos, crenças e paradigmas de sobrevivência extremamente diferenciados,o levará a uma qualidade ,tão bem apregoada no Código de Ética Mundial do Turismo,de que o turismo pressupõe uma adaptação a novas padrões culturais.
Temos experiências interessantes como quando estivemos na Inglaterra para uma estadia de sete meses e recebíamos reclamações pela quantidade de banhos que tomávamos ou ainda por uma alegria tão grande, que parecia que o mundo era outro. Lembramos também de nosso curso de inglês em Fort Lauderdale, onde fomos surpreendidos por uma quantidade enorme de coreanos em nossa sala,que ao nos identificar como brasileiros,passaram a buscar palavras de futebol,para conversar conosco.A adaptação levou-nos a uma maturidade nunca imaginada,não só no campo afetivo mas na educação que transmitimos a nossos filhos. Foi uma forma de revitalização da personalidade individual em relação a um mundo tão diferente mas tão parecido em tantas ocasiões econômicas e políticas.
É um investimento muito comum nas famílias européias onde faz parte da vida familiar, pelo menos uma experiência de intercâmbio durante a adolescência. A convivência. por exemplo de franceses e ingleses melhorou muito: imaginem viver num país em que se dirige do lado oposto e come peixe ,batata frita e maionese, que recebe os mestres da culinária mundial, com uma dificuldade muito grande com o idioma inglês.
A forma de participar de tal fluxo foi mudando e hoje, por exemplo, na Europa, os alunos em função do Erasmus cursam disciplinas diferentes que são revalidadas posteriormente em vários países. É de uma riqueza ímpar ver uma sala repleta de franceses, portugueses e italianos estudando na Bélgica. Como inovação ainda, surgiu o Work Experience, onde nos Estados Unidos, estudantes do mundo inteiro trabalham em cassinos, hotéis e empreendimentos temáticos. Finalmente, foi concebido um programa, onde se pode estagiar em empresa da área de formação ou de estudo.
Hoje, o Brasil se limita a enviar estudantes e profissionais, de todas as idades, para o exterior, mas não desenvolvemos ainda com muito afinco, o referido segmento em nosso país. Seria mais uma oportunidade não só para aprender português mas para fazer de tais visitantes, nossos grandes promotores. Devemos confessar que criaria uma forma de inovação em nossa atividade.
Sentimos que o intercâmbio foi levando a novas formas de venda dos produtos como a chamada hospedagem domiciliar e as viagens com experiências culturais, tão bem formatadas na Ásia. O profissional ou o estudante que tiver em seu currículo uma experiência internacional fará a grande diferença na hora da escolha dos empregadores e será um individuo melhor para uma sociedade tão conturbada e com uma miopia grande para as diferenças e o não convencional.
O intercâmbio permite também um crescimento do individuo, na maneira de conceber sua inserção no mercado de trabalho altamente competitivo, já que vai aprimorar a aprendizagem de um idioma e muitas vezes vivenciar uma grande experiência cultural, que é se hospedar na casa de uma família anfitriã. O fato de conviver com nativos de uma localidade e conhecer seus hábitos, crenças e paradigmas de sobrevivência extremamente diferenciados,o levará a uma qualidade ,tão bem apregoada no Código de Ética Mundial do Turismo,de que o turismo pressupõe uma adaptação a novas padrões culturais.
Temos experiências interessantes como quando estivemos na Inglaterra para uma estadia de sete meses e recebíamos reclamações pela quantidade de banhos que tomávamos ou ainda por uma alegria tão grande, que parecia que o mundo era outro. Lembramos também de nosso curso de inglês em Fort Lauderdale, onde fomos surpreendidos por uma quantidade enorme de coreanos em nossa sala,que ao nos identificar como brasileiros,passaram a buscar palavras de futebol,para conversar conosco.A adaptação levou-nos a uma maturidade nunca imaginada,não só no campo afetivo mas na educação que transmitimos a nossos filhos. Foi uma forma de revitalização da personalidade individual em relação a um mundo tão diferente mas tão parecido em tantas ocasiões econômicas e políticas.
É um investimento muito comum nas famílias européias onde faz parte da vida familiar, pelo menos uma experiência de intercâmbio durante a adolescência. A convivência. por exemplo de franceses e ingleses melhorou muito: imaginem viver num país em que se dirige do lado oposto e come peixe ,batata frita e maionese, que recebe os mestres da culinária mundial, com uma dificuldade muito grande com o idioma inglês.
A forma de participar de tal fluxo foi mudando e hoje, por exemplo, na Europa, os alunos em função do Erasmus cursam disciplinas diferentes que são revalidadas posteriormente em vários países. É de uma riqueza ímpar ver uma sala repleta de franceses, portugueses e italianos estudando na Bélgica. Como inovação ainda, surgiu o Work Experience, onde nos Estados Unidos, estudantes do mundo inteiro trabalham em cassinos, hotéis e empreendimentos temáticos. Finalmente, foi concebido um programa, onde se pode estagiar em empresa da área de formação ou de estudo.
Hoje, o Brasil se limita a enviar estudantes e profissionais, de todas as idades, para o exterior, mas não desenvolvemos ainda com muito afinco, o referido segmento em nosso país. Seria mais uma oportunidade não só para aprender português mas para fazer de tais visitantes, nossos grandes promotores. Devemos confessar que criaria uma forma de inovação em nossa atividade.
Sentimos que o intercâmbio foi levando a novas formas de venda dos produtos como a chamada hospedagem domiciliar e as viagens com experiências culturais, tão bem formatadas na Ásia. O profissional ou o estudante que tiver em seu currículo uma experiência internacional fará a grande diferença na hora da escolha dos empregadores e será um individuo melhor para uma sociedade tão conturbada e com uma miopia grande para as diferenças e o não convencional.
domingo, 9 de maio de 2010
Bonito - Opção de turismo na baixa temporada
O município de Bonito (MT), conhecido pelas belezas das águas transparentes, variedade da fauna e pelos esportes de aventura, vê nos meses de maio e junho a baixa temporada. Com preços baixos, empresários da área incentivam a visita e indicam o período como um dos melhores para encarar a aventura e, possivelmente, estender a permanência na região.
Além dos próximos meses, setembro e novembro também é recomendável por conta do período de chuvas. Com preços acessíveis, o turista pode ter opção de visitar outras atrações, dentre elas, passeios de flutuação, mergulho com cilindro, trilhas com cachoeiras, passeio de bote nos rios, arvorismo, rapel, entre outros.
A 290 quilômetros de Campo Grande, a rede hoteleira de Bonito conta com mais de 4 mil leitos em hotéis e pousadas, para o turista aproveitar ao máximo a viagem. O município é referência no ecoturismo, e faz parte da Região Turística da Serra da Boquena.
Além dos próximos meses, setembro e novembro também é recomendável por conta do período de chuvas. Com preços acessíveis, o turista pode ter opção de visitar outras atrações, dentre elas, passeios de flutuação, mergulho com cilindro, trilhas com cachoeiras, passeio de bote nos rios, arvorismo, rapel, entre outros.
A 290 quilômetros de Campo Grande, a rede hoteleira de Bonito conta com mais de 4 mil leitos em hotéis e pousadas, para o turista aproveitar ao máximo a viagem. O município é referência no ecoturismo, e faz parte da Região Turística da Serra da Boquena.
terça-feira, 4 de maio de 2010
Escolha a pista ideal para esquiar
As férias de julho oferecem uma boa oportunidade para esquiar. E quem deseja se aventurar no esporte, não precisa nem ir muito longe para se divertir: Argentina e Chile oferecem estações em que é possível alugar equipamentos, fazer aulas e ainda curtir muita neve. Abaixo, saiba mais sobre seis estações localizadas na América do Sul:
Divulgação
Esportistas no Cerro Catedral, o centro de esqui de Bariloche, na Argentina, um dos destinos mais procurados pelos brasileiros
ARGENTINA
CAVIAHUE
Ao pé do vulcão Copahue e do lago de mesmo nome, a estação fica a 1.500 km de Buenos Aires. Com 1.000 hectares, permite esquiar entre bosques e em pistas marcadas pelos efeitos do vulcão. Uma atração à parte é descer 8 km desde a cratera do vulcão até a base da estação. Caviahue oferece ainda banhos termais.
CERRO CATEDRAL
Visita ideal para quem passeia por Bariloche, a estação fica a 19 km da cidade argentina. Reúne 53 pistas sinalizadas de dificuldades variadas, que atingem até 2.000 m de altura sobre o nível do mar. Seus 600 hectares de superfície oferecem possibilidade de praticar também snowboard e freestyle, com direito a obstáculos. Com esta infraestrutura, Cerro Catedral é palco de competições internacionais.
LAS LEÑAS
Em Malargüe, a 450 km de Mendoza e 1.200 km de Buenos Aires, a estação oferece 230 hectares de superfície para o esqui, ideais especialmente para principiantes e praticantes de nível intermediário. Os esportistas mais avançados podem aproveitar o esqui fora de pista. Com 28 pistas que chegam à altura de 7.050 m, os visitantes podem aproveitar também snowboard e motoneve. Uma máquina de fabricação de neve artificial garante a quantidade de gelo necessária para esquiar.
Vista de Valle Nevado, no Chile; localidade possui maior pista do hemisfério sul e acolhe esquiadores de todos os níveis
CHILE
CENTRO DE ESQUI PUCÓN
Em Pucón, é possível esquiar na base do vulcão Villarrica. Sua área é marcada ainda por florestas, lagos e parques. Além de esqui e snowboard, oferece rafting, canyoning, escalada, mountain bike, cavalgada, "fly fishing" e trekking. Possui 20 pistas de esqui para todos os níveis.
PORTILLO
Estação de esqui mais antiga da América do Sul, fica aos pés do Aconcágua, a 2.850 m de altitude. A neve fofa, que chega a uma média de 7 metros por temporada, propicia boas condições para percorrer suas 23 pistas. Portillo é conhecida mundialmente entre os esportistas: ali, o esquiador Jean Claude Killy --três vezes campeão olímpico em Jogos de Inverno-- ganhou suas primeiras medalhas de ouro, no Campeonato Mundial de Esqui de 1966.
VALLE NEVADO
Localizado nos Andes Chilenos está a 3.485 m acima do nível do mar e a 57 km de Santiago. Seus 9.300 hectares comportam mais de 37 km de pistas divididas em níveis de dificuldade --muitas delas consideradas "negras", mais difíceis. Também permite praticar snowboard --sediou a Copa do Mundo do esporte em 2003--, esquiar em neve virgem e se aventurar pela neve em pó dos Andes.
Divulgação
Esportistas no Cerro Catedral, o centro de esqui de Bariloche, na Argentina, um dos destinos mais procurados pelos brasileiros
ARGENTINA
CAVIAHUE
Ao pé do vulcão Copahue e do lago de mesmo nome, a estação fica a 1.500 km de Buenos Aires. Com 1.000 hectares, permite esquiar entre bosques e em pistas marcadas pelos efeitos do vulcão. Uma atração à parte é descer 8 km desde a cratera do vulcão até a base da estação. Caviahue oferece ainda banhos termais.
CERRO CATEDRAL
Visita ideal para quem passeia por Bariloche, a estação fica a 19 km da cidade argentina. Reúne 53 pistas sinalizadas de dificuldades variadas, que atingem até 2.000 m de altura sobre o nível do mar. Seus 600 hectares de superfície oferecem possibilidade de praticar também snowboard e freestyle, com direito a obstáculos. Com esta infraestrutura, Cerro Catedral é palco de competições internacionais.
LAS LEÑAS
Em Malargüe, a 450 km de Mendoza e 1.200 km de Buenos Aires, a estação oferece 230 hectares de superfície para o esqui, ideais especialmente para principiantes e praticantes de nível intermediário. Os esportistas mais avançados podem aproveitar o esqui fora de pista. Com 28 pistas que chegam à altura de 7.050 m, os visitantes podem aproveitar também snowboard e motoneve. Uma máquina de fabricação de neve artificial garante a quantidade de gelo necessária para esquiar.
Vista de Valle Nevado, no Chile; localidade possui maior pista do hemisfério sul e acolhe esquiadores de todos os níveis
CHILE
CENTRO DE ESQUI PUCÓN
Em Pucón, é possível esquiar na base do vulcão Villarrica. Sua área é marcada ainda por florestas, lagos e parques. Além de esqui e snowboard, oferece rafting, canyoning, escalada, mountain bike, cavalgada, "fly fishing" e trekking. Possui 20 pistas de esqui para todos os níveis.
PORTILLO
Estação de esqui mais antiga da América do Sul, fica aos pés do Aconcágua, a 2.850 m de altitude. A neve fofa, que chega a uma média de 7 metros por temporada, propicia boas condições para percorrer suas 23 pistas. Portillo é conhecida mundialmente entre os esportistas: ali, o esquiador Jean Claude Killy --três vezes campeão olímpico em Jogos de Inverno-- ganhou suas primeiras medalhas de ouro, no Campeonato Mundial de Esqui de 1966.
VALLE NEVADO
Localizado nos Andes Chilenos está a 3.485 m acima do nível do mar e a 57 km de Santiago. Seus 9.300 hectares comportam mais de 37 km de pistas divididas em níveis de dificuldade --muitas delas consideradas "negras", mais difíceis. Também permite praticar snowboard --sediou a Copa do Mundo do esporte em 2003--, esquiar em neve virgem e se aventurar pela neve em pó dos Andes.
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